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A fim de apoiar as demandas internas da instituição em que trabalha e auxiliar o pesquisador que a ela recorre em busca de subsídios, o arquivista deve conhecer profundamente o potencial informativo da documentação sob seus cuidados. Para tanto, precisa realizar pesquisas na área de
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Q724771
Ao processo de identificação de fundos, o arquivista australiano Peter Scott acrescentou uma característica que não havia sido elencada anteriormente por Michel Duchein. Segundo Scott, o órgão produtor deve ter
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Q724770
Os historiadores reescrevem a história produzida pelos seus contemporâneos e, ocasionalmente, ainda revisam suas próprias conclusões. De modo similar, os arquivistas deveriam estar sempre vendo sua política de avaliação à luz das exigências cambiantes e expansivas da pesquisa. A opinião de Meyer H. Fishbein, partilhada por outros autores, tem como desdobramentos:
I. a presença de historiadores nas comissões de avaliação.
II. a possibilidade de reavaliar periodicamente os critérios utilizados no processo de avaliação.
III. políticas cautelosas de eliminação de documentos, garantindo a preservação de material cujo uso futuro é insuspeitado.
Do ponto de vista lógico, há coerência entre o postulado do autor e o que está enunciado em
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Q724769
As partes IV e V correspondem, respectivamente,
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Q724768
As partes II e III correspondem, respectivamente,
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Q724767
O texto de número I corresponde
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Q724766
Ao contrário do que ocorre com os documentos de museus e bibliotecas, os de arquivo
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Q724765
Em artigo publicado em 2006 sobre “A teoria dos arquivos e a gestão de documentos”, Ana Márcia Lutterbach Rodrigues afirma que o próprio resultado da missão [da instituição] muitas vezes torna-se documento do arquivo quando lhe é dado, pelo produtor, o caráter de amostra ou modelo para futuras ações. Como exemplo, pode-se citar os livros de uma editora ou os produtos de uma indústria de bens de consumo não perecíveis. A literatura arquivística não discute esses documentos, mas os arquivistas, de maneira geral, entendem que, a partir do momento em que o produtor do arquivo atribui valor de referência a itens que se originaram na realização da sua missão, esses itens tornam-se documentos do seu arquivo. A autora refere-se a
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Q724764
Apesar da diversidade de ambientes jurídicos, políticos e administrativos em que se situam os arquivos, e também da diversidade de procedimentos a que vêm sendo submetidos ao longo do tempo, é possível reconhecer neles, do ponto de vista epistemológico, um substrato comum:
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Q724747
Na Diplomática, utiliza-se a palavra latina actio para designar a ação, o fato ou o ato que é preciso transformar em documento. A passagem do ato para o escrito, por sua vez, chama-se