As preocupações com os riscos ocupacionais (RPOs) não são recentes, já que, desde a década de 1950, a Organização Mundial da Saúde empreende esforços conjuntos para desenvolver estudos e complementar os programas destinados a proteger a saúde dos trabalhadores. Guimarães (2013) afirma que, a partir de 1960, as questões relacionadas à organização do trabalho e aos RPOs têm sido intensamente estudadas. Diante disso, os RPOs são considerados uma nova categoria de riscos associados a fenômenos que transformam o contexto laboral, como a intensificação e a precarização do trabalho, as novas formas de organização do trabalho e a introdução de novas tecnologias. A ergonomia da atividade foi marcada pelo envolvimento de pesquisadores com o mundo do trabalho, mais especificamente com as suas condições, as dimensões da organização e das relações socioprofissionais de trabalho e bem estar. Essa abordagem acumulou, ao longo dos anos, experiências analíticas bastante consistentes dos ambientes de trabalho, inserindo-a num cenário protagonista da promoção da qualidade de vida no trabalho nos cotidianos das organizações.
A análise ergonômica do trabalho possui algumas etapas:
( ) Explicitação da demanda do estudo. ( ) Análise das tarefas, atividades e situações de trabalho. ( ) Discussão e restituição dos resultados aos trabalhadores envolvidos. ( ) Recomendações ergonômicas específicas para os postos avaliados. ( ) Avaliação e revisão das intervenções efetuadas com a participação dos trabalhadores, supervisores e gerentes. ( ) Avaliação da eficiência das recomendações.
A alternativa que apresenta de forma CORRETA a classificação das afirmações acima é: 

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