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Q1134150
Em relação aos novos letramentos, Roxane Rojo e Eduardo Almeida (Letramentos, mídias, linguagens, 2019) explicam que
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Q1134149
No Currículo Paulista: ensino fundamental (2019), uma das Competências Específicas de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental explicita a ideia de “Analisar informações, argumentos e opiniões manifestados em interações sociais e nos meios de comunicação, posicionando-se ética e criticamente em relação a conteúdos discriminatórios que ferem direitos humanos e ambientais.”
Com base nessa afirmação, em uma prática de produção escrita, o aluno atenderia ao contido nessa competência com a informação:
Com base nessa afirmação, em uma prática de produção escrita, o aluno atenderia ao contido nessa competência com a informação:
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Q1134148
Um professor, ao organizar o trabalho com gêneros textuais com base na Proposta Provisória de Agrupamento de Gêneros (Bernard Schneuwly & Joaquim Dolz, Gêneros orais e escritos na escola, 2004), selecionou o domínio social de comunicação “documentação e memorização das ações humanas”, aspecto tipológico “relatar” e capacidade de linguagem dominante “representação pelo discurso de experiências vividas, situadas no tempo”. Portanto, os gêneros incluídos pelo docente em seu planejamento foram:
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Q1134147
O Brasil é o maior país da América do Sul. A região norte é ocupada pela Bacia Amazônica e pelo Planalto das Guianas. A região nordeste possui, em parte, o clima semiárido. A região sudeste é altamente industrializada. A região sul recebeu grande número de imigrantes europeus. A região centro-oeste abriga, além da capital – Brasília –, o famoso Pantanal.
(Ingedore Koch, Desvendando os segredos do texto, 2018. Adaptado)
O texto exemplifica a progressão temática – articulação tema-rema – com
(Ingedore Koch, Desvendando os segredos do texto, 2018. Adaptado)
O texto exemplifica a progressão temática – articulação tema-rema – com
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Q1134146
Para responder à questão, leia o texto em que Alfredo Bosi comenta a prosa de Guimarães Rosa e ilustra com trecho do próprio escritor:
Sujeito e objeto opõem-se na aparência, mas no fundo partilham de algo infinitamente mutável: o devir:
“É e não é. O senhor ache e não ache. Tudo é e não é… Quase todo mais grave criminoso feroz, sempre é muito bom marido, bom filho, bom pai, e é bom amigo-de-seus-amigos! Sei desses. Só que tem os depois – e Deus, junto. Vi muitas nuvens.
Mire e veja: o mais importante e bonito, do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam e desafinam.”
(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015) Como...
Sujeito e objeto opõem-se na aparência, mas no fundo partilham de algo infinitamente mutável: o devir:
“É e não é. O senhor ache e não ache. Tudo é e não é… Quase todo mais grave criminoso feroz, sempre é muito bom marido, bom filho, bom pai, e é bom amigo-de-seus-amigos! Sei desses. Só que tem os depois – e Deus, junto. Vi muitas nuvens.
Mire e veja: o mais importante e bonito, do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam e desafinam.”
(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015) Como...
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Q1134145
Para responder à questão, leia o texto em que Alfredo Bosi comenta a prosa de Guimarães Rosa e ilustra com trecho do próprio escritor:
Sujeito e objeto opõem-se na aparência, mas no fundo partilham de algo infinitamente mutável: o devir:
“É e não é. O senhor ache e não ache. Tudo é e não é… Quase todo mais grave criminoso feroz, sempre é muito bom marido, bom filho, bom pai, e é bom amigo-de-seus-amigos! Sei desses. Só que tem os depois – e Deus, junto. Vi muitas nuvens.
Mire e veja: o mais importante e bonito, do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam e desafinam.”
(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015) Do p...
Sujeito e objeto opõem-se na aparência, mas no fundo partilham de algo infinitamente mutável: o devir:
“É e não é. O senhor ache e não ache. Tudo é e não é… Quase todo mais grave criminoso feroz, sempre é muito bom marido, bom filho, bom pai, e é bom amigo-de-seus-amigos! Sei desses. Só que tem os depois – e Deus, junto. Vi muitas nuvens.
Mire e veja: o mais importante e bonito, do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam e desafinam.”
(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015) Do p...
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Q1134144
De acordo com Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, São Paulo: Contexto, 2011), que afirmam que os gêneros textuais são produtos sociais, conclui-se que eles
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Q1134143
Leia o texto para responder à questão:
O texto é uma proposta de sentido e se acha aberto a várias alternativas de compreensão. Mas todo cuidado aqui é pouco, pois o texto não é uma caixinha de surpresas ou algum tipo de caixa preta. Se assim fosse, ninguém se entenderia e viveríamos em eterna confusão. Há, pois, limites para a compreensão textual.
(Luiz Antônio Marcuschi, Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008) Com base em Ingedore Koch (Desvendando os segredos do texto, 2018), é correto afirmar que as expressões “uma caixinha de surpresas” e “algum tipo de caixa preta” assumem sentido
O texto é uma proposta de sentido e se acha aberto a várias alternativas de compreensão. Mas todo cuidado aqui é pouco, pois o texto não é uma caixinha de surpresas ou algum tipo de caixa preta. Se assim fosse, ninguém se entenderia e viveríamos em eterna confusão. Há, pois, limites para a compreensão textual.
(Luiz Antônio Marcuschi, Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008) Com base em Ingedore Koch (Desvendando os segredos do texto, 2018), é correto afirmar que as expressões “uma caixinha de surpresas” e “algum tipo de caixa preta” assumem sentido
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Q1134142
Seguramente, este critério é o mais óbvio de todos, pois, se um texto é coerente é porque desenvolve algum tópico, ou seja, refere conteúdos. O essencial desse princípio é postular que num texto deve ser possível distinguir entre o que ele quer transmitir e o que é possível extrair dele, e o que não é pretendido.
(Luiz Antônio Marcuschi, Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008)
O critério de textualidade descrito por Marcuschi é a
(Luiz Antônio Marcuschi, Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008)
O critério de textualidade descrito por Marcuschi é a
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Q1134141
Na conclusão de seu livro Educação Matemática: da teoria à prática, Ubiratan D’Ambrosio resume que sua proposta é “a adoção de uma nova postura educacional, a busca de um novo paradigma de educação que substitua o já desgastado ensino-aprendizagem baseado numa relação obsoleta de causa-efeito”.
O autor ainda enfatiza que sua proposta é uma educação universal e que tem implícita uma ética, a qual D’Ambrosio chamou de ética da
O autor ainda enfatiza que sua proposta é uma educação universal e que tem implícita uma ética, a qual D’Ambrosio chamou de ética da