Paciente com quarenta e cinco anos de idade foi encaminhado por seu chefe ao setor de psicologia do TRE/RS. Na avaliação do profissional, foram identificadas alterações significativas na esfera instintiva e neurovegetativa, na ideativa, na cognitiva e na de volição. Diante da gravidade do caso, o paciente foi encaminhado para acompanhamento psicológico externo. Um ano após o início desse tratamento, o paciente procurou o setor médico e psicológico a fim de se certificar de que a sua saúde física e mental estava preservada. Afirmou não ter prazer ou satisfação com a vida ou com as atividades desempenhadas no dia a dia. “Não sinto nada. Nem tristeza, nem alegria, nem felicidade, nem coisa nenhuma... Parece que nada tem sentido. Tanto faz o rumo que a vida quiser levar...”, relatou o pacie...
Paciente com oito anos de idade foi encaminhado para avaliação psicodiagnóstica. O psicólogo recebeu a mãe da criança, que lhe apresentou um relatório médico em que se afirmava que a criança estava sendo encaminhada para avaliação psicodiagnóstica por apresentar dificuldades de aprendizagem, complicações na interação social e na aceitação de regras e limites, agressividade exacerbada, irritabilidade, enurese noturna e bruxismo. A mãe relatou queixas escolares recorrentes, com risco de eventual expulsão da criança, por conta da ocorrência de duas suspensões, nos últimos dois meses, por agressão grave a dois colegas de sala e por ameaças direcionadas à professora. Exames complementares não revelaram quadro ou deficiências orgânicas significativas que justificassem o comportamento da crian...