Em cada item a seguir, julgue a correção da associação proposta entre reconhecidos teóricos da personalidade e grandes categorias de teorias da personalidade.
Freud, Carl Jung, Alfred Adler: teorias psicodinâmicas
Em cada item a seguir, julgue a correção da associação proposta entre reconhecidos teóricos da personalidade e grandes categorias de teorias da personalidade.
Freud, Carl Jung, Alfred Adler: teorias psicodinâmicas
Em cada item a seguir, julgue a correção da associação proposta entre reconhecidos teóricos da personalidade e grandes categorias de teorias da personalidade.
Henry Murray, Raymond Cattell, Carl Rogers: teorias estruturais
Em cada item a seguir, julgue a correção da associação proposta entre reconhecidos teóricos da personalidade e grandes categorias de teorias da personalidade.
Skinner, Kurt Lewin, Albert Bandura: teorias experienciais
Em cada item a seguir, julgue a correção da associação proposta entre reconhecidos teóricos da personalidade e grandes categorias de teorias da personalidade.
George Kelly, John Watson, Gordon Allport: teorias da aprendizagem
A partir de 1952, o DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico dos Distúrbios Mentais, em sua quarta revisão) substituiu os conceitos de psicose, neurose e perversão pela noção de distúrbio. Na segunda revisão de classificação das doenças (CID-10), a OMS definiu os distúrbios mentais e do comportamento segundo os mesmos critérios do DSM-IV. Considerando essas classificações, dois pacientes, um diagnosticado com distúrbio dissociativo e outro, com diagnóstico de perturbação do curso do pensamento, podem apresentar, respectivamente
neurose histérica e esquizofrenia.
A partir de 1952, o DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico dos Distúrbios Mentais, em sua quarta revisão) substituiu os conceitos de psicose, neurose e perversão pela noção de distúrbio. Na segunda revisão de classificação das doenças (CID-10), a OMS definiu os distúrbios mentais e do comportamento segundo os mesmos critérios do DSM-IV. Considerando essas classificações, dois pacientes, um diagnosticado com distúrbio dissociativo e outro, com diagnóstico de perturbação do curso do pensamento, podem apresentar, respectivamente
transtorno obsessivo compulsivo e paranóia.
A partir de 1952, o DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico dos Distúrbios Mentais, em sua quarta revisão) substituiu os conceitos de psicose, neurose e perversão pela noção de distúrbio. Na segunda revisão de classificação das doenças (CID-10), a OMS definiu os distúrbios mentais e do comportamento segundo os mesmos critérios do DSM-IV. Considerando essas classificações, dois pacientes, um diagnosticado com distúrbio dissociativo e outro, com diagnóstico de perturbação do curso do pensamento, podem apresentar, respectivamente
personalidade múltipla e melancolia.
A partir de 1952, o DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico dos Distúrbios Mentais, em sua quarta revisão) substituiu os conceitos de psicose, neurose e perversão pela noção de distúrbio. Na segunda revisão de classificação das doenças (CID-10), a OMS definiu os distúrbios mentais e do comportamento segundo os mesmos critérios do DSM-IV. Considerando essas classificações, dois pacientes, um diagnosticado com distúrbio dissociativo e outro, com diagnóstico de perturbação do curso do pensamento, podem apresentar, respectivamente
neurose e psicose.A partir de 1952, o DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico dos Distúrbios Mentais, em sua quarta revisão) substituiu os conceitos de psicose, neurose e perversão pela noção de distúrbio. Na segunda revisão de classificação das doenças (CID-10), a OMS definiu os distúrbios mentais e do comportamento segundo os mesmos critérios do DSM-IV. Considerando essas classificações, dois pacientes, um diagnosticado com distúrbio dissociativo e outro, com diagnóstico de perturbação do curso do pensamento, podem apresentar, respectivamente
transtorno de pânico e perversão.
Julgue os itens subseqüentes, relativos à emergência de uma crise durante o processo psicoterápico.
As crises durante o processo psicoterápico são muito corriqueiras, pois fazem parte do processo. Mesmo representando um momento doloroso a passar, essas crises não constituem anomalia, mas o sinal de que se atingiu um ponto muito significativo para o paciente.