Luiz, 4 anos de idade, acompanhado de sua mãe, compareceu ao ambulatório de saúde mental infanto-juvenil de sua região. A mãe relatou que havia vindo ao ambulatório a pedido da escola, que diz não saber mais como lidar com a criança. “Eles dizem que meu filho não para quieto, não realiza as atividades e não se importa com as outras crianças. Passa boa parte do recreio sozinho, brincando de trem. A professora afirma que ele não brinca nem quer outra coisa…só o bendito desse trem. E disse também que tudo dele é pintado com a cor vermelha. Por vezes, parece que não escuta. Fica no mundo dele. Não reconhece nem as letras do próprio nome” (sic). De acordo com a mãe, esses comportamentos divergem significativamente daqueles que comparecem no âmbito familiar. “Meu filho não parece...
Luiz, 4 anos de idade, acompanhado de sua mãe, compareceu ao ambulatório de saúde mental infanto-juvenil de sua região. A mãe relatou que havia vindo ao ambulatório a pedido da escola, que diz não saber mais como lidar com a criança. “Eles dizem que meu filho não para quieto, não realiza as atividades e não se importa com as outras crianças. Passa boa parte do recreio sozinho, brincando de trem. A professora afirma que ele não brinca nem quer outra coisa…só o bendito desse trem. E disse também que tudo dele é pintado com a cor vermelha. Por vezes, parece que não escuta. Fica no mundo dele. Não reconhece nem as letras do próprio nome” (sic). De acordo com a mãe, esses comportamentos divergem significativamente daqueles que comparecem no âmbito familiar. “Meu filho não parece...
Luiz, 4 anos de idade, acompanhado de sua mãe, compareceu ao ambulatório de saúde mental infanto-juvenil de sua região. A mãe relatou que havia vindo ao ambulatório a pedido da escola, que diz não saber mais como lidar com a criança. “Eles dizem que meu filho não para quieto, não realiza as atividades e não se importa com as outras crianças. Passa boa parte do recreio sozinho, brincando de trem. A professora afirma que ele não brinca nem quer outra coisa…só o bendito desse trem. E disse também que tudo dele é pintado com a cor vermelha. Por vezes, parece que não escuta. Fica no mundo dele. Não reconhece nem as letras do próprio nome” (sic). De acordo com a mãe, esses comportamentos divergem significativamente daqueles que comparecem no âmbito familiar. “Meu filho não parece...
Luiz, 4 anos de idade, acompanhado de sua mãe, compareceu ao ambulatório de saúde mental infanto-juvenil de sua região. A mãe relatou que havia vindo ao ambulatório a pedido da escola, que diz não saber mais como lidar com a criança. “Eles dizem que meu filho não para quieto, não realiza as atividades e não se importa com as outras crianças. Passa boa parte do recreio sozinho, brincando de trem. A professora afirma que ele não brinca nem quer outra coisa…só o bendito desse trem. E disse também que tudo dele é pintado com a cor vermelha. Por vezes, parece que não escuta. Fica no mundo dele. Não reconhece nem as letras do próprio nome” (sic). De acordo com a mãe, esses comportamentos divergem significativamente daqueles que comparecem no âmbito familiar. “Meu filho não parece...
Considere as assertivas sobre três teorias psicológicas a respeito do processo de desenvolvimento humano.
I. A personalidade é influenciada pela sociedade e se desenvolve por meio de uma série de crises de personalidade ao longo do ciclo da vida.
II. Mudanças importantes no pensamento ocorrerão entre a primeira infância e a adolescência; as crianças desencadeiam ativamente o desenvolvimento.
III. A interação social é central para o desenvolvimento cognitivo, com ênfase especial para a linguagem como um meio essencial para aprender e pensar o mundo.
Os autores que se relacionam com I, II e III são, respectivamente
Segundo Rozestraten, o acidente pode ser visto como um ponto de partida para o estudo da Psicologia do Trânsito. A partir desta referência, analise as afirmativas abaixo, depois assinale a alternativa correta.
I) Considerando o comportamento humano como o principal responsável pelos acidentes, devem-se estudar os processos que podem levar a uma disfunção no sistema homem-veículo-via.
II) Estudos estatísticos dos acidentes e suas causas ou circunstâncias imediatas pouco contribuem para dimensionar a realidade do problema. Se a meta principal é evitar o acidente, cabe estudar os acidentes e também os acidentados.
III) O estudo dos acidentes pode ocorrer em vários níveis, como, por exemplo através de observação in loco ou pelas informações fornecidas...
Considerando as ideias de Robbins (2005) sobre personalidade, julgue os itens a seguir.
I A personalidade reúne alguns agregados que são maiores que a soma das partes da pessoa.
II A personalidade pode ser compreendida como a soma total de maneiras como um indivíduo reage e interage com os outros, sendo descrita, mais frequentemente, em termos de traços mensurados que uma pessoa exiba.
III O ambiente ao qual somos expostos pode interferir, mas não representar um papel substancial na moldagem da personalidade, ao contrário da hereditariedade.
IV As recentes pesquisas sobre a combinação entre os fenômenos da personalidade em relação ao trabalho argumentam que a satisfação é mais alta e a rotatividade é mais baixa quando a personalidade e a ocup...