1871 Q475944
Língua Portuguesa
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
No contexto, a frase a ênfase compromete a verdade de um sentimento já de si enfático deixa ver que
1872 Q475942
Língua Portuguesa
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Entre os recursos adotados na elaboração do texto, o autor
1873 Q475940
Língua Portuguesa
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Na frase A ênfase é um modo suspeito de expressão, que abre o texto, justifica-se o emprego do termo sublinhado porque
1874 Q475938
Língua Portuguesa
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
A clareza e a correção da frase original não resultam prejudicadas com a nova redação que se indica em:
1875 Q475936
Língua Portuguesa
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Está correto o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:
1876 Q475934
Língua Portuguesa
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nos casos de uso indiscriminado da ênfase, atribui-se à ênfase um efeito retórico que na verdade enfraquece a ênfase, em vez de explorar os atributos da ênfase que podem justificar a ênfase como um expediente de bom estilo.

Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se corretamente os elementos sublinhados, na ordem dada, por:

1877 Q472036
Língua Portuguesa
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Entre as causas que concorrem para o surgimento do tédio, considerado o contexto, está
1878 Q472033
Língua Portuguesa
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Ao afirmar que a virtude está naquilo que Aristóteles chamava de temperança, o autor
1879 Q472031
Língua Portuguesa
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Infere-se do texto que perdemos a serenidade quando
1880 Q472029
Língua Portuguesa
Ano: 2015
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
O verbo que pode ser flexionado em uma forma do plural, sem prejuízo da correção e sem que nenhuma outra modificação seja feita no segmento, encontra-se sublinhado em: