Segundo FIORIN, em Polifonia Textual e Discursiva (1999), a intertextualidade é o processo de incorporação de um texto em outro, seja para reproduzir o sentido incorporado, seja para transformá-lo. Há de haver três processos de intertextualidade: a citação, a alusão e a estilização. [...] A estilização é a reprodução dos procedimentos do discurso de outrem, isto é, do estilo de outrem, em geral, com função polêmica.
Considere o contexto de produção dos enunciados a seguir para identificar aquele em que ocorre o processo de estilização.
O locutor pode indicar diferentes pontos de vista em uma asserção, atribuindo sua responsabilidade a outro enunciador. Para isso, pode utilizar-se da negação, de marcadores de pressuposição, do emprego de verbos que indiquem mudança ou permanência de estado, de certos operadores argumentativos, do futuro do pretérito com valor de metáfora temporal.
Essa definição de KOCH, BENTES e CAVALCANTE (2008) corresponde ao conceito de
Nesse texto, observa-se que os responsáveis pelo ato de vandalismo são renomeados: William Shakespeare e seus atores; Shakespeare e os homens de sua companhia; Shakespeare, seus atores e amigos; o dramaturgo e seus cúmplices.
Entende-se que, nesse caso, a progressão textual (KOCK, 1994) se dá por recorrência de
O acervo do José Veríssimo estava com o marechal [Inácio José Veríssimo, filho do acadêmico], que era uma pessoa voltada para a literatura, apesar de ser militar.
A passagem destacada permite concluir que, na opinião de Helena Araújo Lima Veríssimo,
Em 1910, organizou e passou a dirigir o Serviço de Proteção aos Índios, que viria a se tornar a Fundação Nacional do Índio (Funai). Em 1952, propôs a criação do Parque Indígena do Xingu e, no ano seguinte, inaugurou o Museu Nacional do Índio.
Uma frase condizente com o que se afirma nessa passagem é: