%u201CVivemos numa sociedade que tem o hábito de responsabilizar o Estado, autoridades e governos pelas mazelas do país. Em muitos casos são críticas absolutamente procedentes, mas, quando o tema é segurança no trânsito, não nos podemos esquecer que quem faz o trânsito são seres humanos, ou seja, somos nós%u201D.
O desvio de norma culta presente nesse segmento do texto 2 é:
Muitas vezes, o emprego de um verbo determina a presença de uma preposição ou uma expressão equivalente, como é o caso de “não alguma coisa através da qual as pessoas se entendam” (l. 69-70). Se fosse empregada a forma verbal confiem em vez de se entendam, o resultado, de acordo com a norma- -padrão, seria o seguinte:
O autor do texto, ao discutir sua relação com a língua, afirma: “De vez em quando um leitor culto se irrita comigo e me manda um recorte de crônica anotado, apontando erros de Português” (l. 16-19). Seu relato está reescrito, respeitando a norma-padrão, na seguinte frase: