Língua Portuguesa
Interpretação de Textos
Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano:
2025
Banca:
CETREDE
Leia o texto.
Um jogo que é uma vergonha
Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.
O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica, a maior parte do tempo, tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio. Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.
Língua Portuguesa
Interpretação de Textos
Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano:
2025
Banca:
CETREDE
Leia o texto.
Pai não entende nada
- Um biquini novo? - É,pai. - Você comprou um no ano passado! - Não serve mais, pai. Eu cresci. - Como não serve? No ano passado você tinha 14 anos, este ano tem 15. Não cresceu tanto assim. - Não serve, pai. - Está bem, está bem. Toma o dinheiro. Compra um biquíni maior. - Maior não, pai. Menor. Aquele pai, também, não entendia nada. FONTE: VERÍSSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 1995.
Língua Portuguesa
Interpretação de Textos
Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
Ano:
2025
Banca:
CETREDE
Leia o trecho com atenção.
"O brasileiro é um pouco indolente."
O economista diz como a cultura social, a falta de rigor no trabalho e a precariedade na formação escolar tornam as empresas brasileiras menos profissionais Algumas características culturais do brasileiro atrapalham seu desempenho no trabalho. Não damos importância à pontualidade. Em outros países, isso é inadmissível. O fato de não darmos importância a detalhes de comportamento influencia a má administração. No Brasil, se alguém atrasa a entrega de um projeto, dificilmente será advertido ou punido. Em outros países, a questão da pontualidade e do cumprimento de prazos é levada muito a sério, e isso tem uma influência na produtividad...
Língua Portuguesa
Interpretação de Textos
Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano:
2025
Banca:
CETREDE
Leia o texto para responder a questão. O nascimento da crônica Há um meio certo de começar a crônica: por uma trivialidade. É dizer: Que calor! Que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos atmosféricos, fazem-se algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a febre amarela, manda-se um suspiro a Petrópolis… está começada a crônica. Mas, leitor amigo, esse meio é mais velho ainda do que as crônicas, que apenas datam de Esdras. Antes de Esdras, antes de Moisés, antes de Abraão, Isaque e Jacó, antes mesmo de Noé, houve calor e crônicas. No paraíso é provável, é certo que o calor era mediano, e não é prova do contrário o f...
Língua Portuguesa
Interpretação de Textos
Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano:
2025
Banca:
CETREDE
Leia o texto para responder a questão. O nascimento da crônica Há um meio certo de começar a crônica: por uma trivialidade. É dizer: Que calor! Que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos atmosféricos, fazem-se algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a febre amarela, manda-se um suspiro a Petrópolis… está começada a crônica. Mas, leitor amigo, esse meio é mais velho ainda do que as crônicas, que apenas datam de Esdras. Antes de Esdras, antes de Moisés, antes de Abraão, Isaque e Jacó, antes mesmo de Noé, houve calor e crônicas. No paraíso é provável, é certo que o calor era mediano, e não é prova do contrário o f...
Língua Portuguesa
Interpretação de Textos
Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
Ano:
2025
Banca:
CETREDE
Leia o texto para responder a questão. O nascimento da crônica Há um meio certo de começar a crônica: por uma trivialidade. É dizer: Que calor! Que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos atmosféricos, fazem-se algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a febre amarela, manda-se um suspiro a Petrópolis… está começada a crônica. Mas, leitor amigo, esse meio é mais velho ainda do que as crônicas, que apenas datam de Esdras. Antes de Esdras, antes de Moisés, antes de Abraão, Isaque e Jacó, antes mesmo de Noé, houve calor e crônicas. No paraíso é provável, é certo que o calor era mediano, e não é prova do contrário o f...