Cresce, no mundo todo, o número de pessoas que demandam serviços de cuidado. De acordo com o último relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), esse universo deverá ser de 2,3 bilhões de pessoas em 2030 — há cinco anos, eram 2,1 bilhões. O envelhecimento da população e as novas configurações familiares, com mulheres mais presentes no mercado de trabalho e menos disponíveis para assumir encargos com parentes sem autonomia, têm levado os países a repensar seus sistemas de atenção a populações vulneráveis. Partindo desse panorama, as sociólogas Nadya Guimarães, da Universidade de São Paulo (USP), e Helena Hirata, do Centro de Pesquisas Sociológicas e Políticas de Paris, na França, identificaram, em estudo, o surgimento, nos últimos vinte anos, de arranjo...
1411
Q1056001
Texto CB1A1
Cresce, no mundo todo, o número de pessoas que demandam serviços de cuidado. De acordo com o último relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), esse universo deverá ser de 2,3 bilhões de pessoas em 2030 — há cinco anos, eram 2,1 bilhões. O envelhecimento da população e as novas configurações familiares, com mulheres mais presentes no mercado de trabalho e menos disponíveis para assumir encargos com parentes sem autonomia, têm levado os países a repensar seus sistemas de atenção a populações vulneráveis. Partindo desse panorama, as sociólogas Nadya Guimarães, da Universidade de São Paulo (USP), e Helena Hirata, do Centro de Pesquisas Sociológicas e Políticas de Paris, na França, identificaram, em estudo, o surgimento, nos últimos vinte anos, de arranjo...
Cresce, no mundo todo, o número de pessoas que demandam serviços de cuidado. De acordo com o último relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), esse universo deverá ser de 2,3 bilhões de pessoas em 2030 — há cinco anos, eram 2,1 bilhões. O envelhecimento da população e as novas configurações familiares, com mulheres mais presentes no mercado de trabalho e menos disponíveis para assumir encargos com parentes sem autonomia, têm levado os países a repensar seus sistemas de atenção a populações vulneráveis. Partindo desse panorama, as sociólogas Nadya Guimarães, da Universidade de São Paulo (USP), e Helena Hirata, do Centro de Pesquisas Sociológicas e Políticas de Paris, na França, identificaram, em estudo, o surgimento, nos últimos vinte anos, de arranjo...
1412
Q1056000
Texto CB1A1
Cresce, no mundo todo, o número de pessoas que demandam serviços de cuidado. De acordo com o último relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), esse universo deverá ser de 2,3 bilhões de pessoas em 2030 — há cinco anos, eram 2,1 bilhões. O envelhecimento da população e as novas configurações familiares, com mulheres mais presentes no mercado de trabalho e menos disponíveis para assumir encargos com parentes sem autonomia, têm levado os países a repensar seus sistemas de atenção a populações vulneráveis. Partindo desse panorama, as sociólogas Nadya Guimarães, da Universidade de São Paulo (USP), e Helena Hirata, do Centro de Pesquisas Sociológicas e Políticas de Paris, na França, identificaram, em estudo, o surgimento, nos últimos vinte anos, de arranjo...
Cresce, no mundo todo, o número de pessoas que demandam serviços de cuidado. De acordo com o último relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), esse universo deverá ser de 2,3 bilhões de pessoas em 2030 — há cinco anos, eram 2,1 bilhões. O envelhecimento da população e as novas configurações familiares, com mulheres mais presentes no mercado de trabalho e menos disponíveis para assumir encargos com parentes sem autonomia, têm levado os países a repensar seus sistemas de atenção a populações vulneráveis. Partindo desse panorama, as sociólogas Nadya Guimarães, da Universidade de São Paulo (USP), e Helena Hirata, do Centro de Pesquisas Sociológicas e Políticas de Paris, na França, identificaram, em estudo, o surgimento, nos últimos vinte anos, de arranjo...
1413
Q1055999
Julgue o item a seguir, relativos a aspectos estruturais e gramaticais do texto CB1A1.
No início do último parágrafo, o emprego da conjunção “entretanto” objetiva evidenciar uma contraposição com o que se afirma no parágrafo anterior; por isso, essa conjunção poderia ser substituída, sem prejuízo dos sentidos e da coerência do texto, por conquanto.
No início do último parágrafo, o emprego da conjunção “entretanto” objetiva evidenciar uma contraposição com o que se afirma no parágrafo anterior; por isso, essa conjunção poderia ser substituída, sem prejuízo dos sentidos e da coerência do texto, por conquanto.
1414
Q1055998
Julgue o item a seguir, relativos a aspectos estruturais e gramaticais do texto CB1A1.
Por constituir um substantivo, o termo ‘bem-estar’, empregado no segundo parágrafo, poderia ser grafado, em conformidade com a ortografia oficial, sem o hífen: bem estar.
Por constituir um substantivo, o termo ‘bem-estar’, empregado no segundo parágrafo, poderia ser grafado, em conformidade com a ortografia oficial, sem o hífen: bem estar.
1415
Q1055997
Julgue o item a seguir, relativos a aspectos estruturais e gramaticais do texto CB1A1.
No terceiro período do segundo parágrafo, o termo “sua” refere-se à expressão “conceito de cuidado”.
No terceiro período do segundo parágrafo, o termo “sua” refere-se à expressão “conceito de cuidado”.
1416
Q1055996
Julgue o item a seguir, relativos a aspectos estruturais e gramaticais do texto CB1A1.
No início do quarto parágrafo, a expressão “Por outro lado” desempenha papel de reforço da coesão textual e poderia ser substituída, sem prejuízo semântico ao texto original, por Inversamente.
No início do quarto parágrafo, a expressão “Por outro lado” desempenha papel de reforço da coesão textual e poderia ser substituída, sem prejuízo semântico ao texto original, por Inversamente.
1417
Q1055995
Julgue o item a seguir, relativos a aspectos estruturais e gramaticais do texto CB1A1.
Seria mantida a correção gramatical do texto caso o termo ‘analisado’ (quarto parágrafo) fosse flexionado no feminino — analisada —, dada a possibilidade de sua concordância com o termo subsequente ‘crise’, com o qual estabelece relação sintático-semântica.
Seria mantida a correção gramatical do texto caso o termo ‘analisado’ (quarto parágrafo) fosse flexionado no feminino — analisada —, dada a possibilidade de sua concordância com o termo subsequente ‘crise’, com o qual estabelece relação sintático-semântica.
1418
Q1055994
Texto para o item.

Ingrid Luisa. Cientistas propõem uma nova origem evolutiva para a empatia. In: Revista Superinteressante, 2019. Internet: (com adaptações).
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
De acordo com o terceiro parágrafo do texto, os cientistas eram incapazes de dissociar o conceito de empatia da ideia de cooperação com o outro.

Ingrid Luisa. Cientistas propõem uma nova origem evolutiva para a empatia. In: Revista Superinteressante, 2019. Internet: (com adaptações).
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
De acordo com o terceiro parágrafo do texto, os cientistas eram incapazes de dissociar o conceito de empatia da ideia de cooperação com o outro.
1419
Q1055993
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A afirmação de que “o altruísmo possui uma origem egoísta” (linhas 19 e 20) consiste em um paradoxo, pois dois termos antônimos — “altruísmo” e “egoísta” — estão sendo combinados em uma mesma frase, sem que haja uma explicação coerente para essa afirmação.
A afirmação de que “o altruísmo possui uma origem egoísta” (linhas 19 e 20) consiste em um paradoxo, pois dois termos antônimos — “altruísmo” e “egoísta” — estão sendo combinados em uma mesma frase, sem que haja uma explicação coerente para essa afirmação.
1420
Q1055992
Texto para o item.

Ingrid Luisa. Cientistas propõem uma nova origem evolutiva para a empatia. In: Revista Superinteressante, 2019. Internet: (com adaptações).
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
O texto sugere que as ações de “ajudar um velhinho a atravessar a rua, não estacionar na vaga de deficiente ou ajudar o seu vizinho a encontrar o cachorro perdido” (linhas de 7 a 10) não devem ser consideradas atos de empatia e, portanto, não constituem, de fato, boas ações.

Ingrid Luisa. Cientistas propõem uma nova origem evolutiva para a empatia. In: Revista Superinteressante, 2019. Internet: (com adaptações).
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
O texto sugere que as ações de “ajudar um velhinho a atravessar a rua, não estacionar na vaga de deficiente ou ajudar o seu vizinho a encontrar o cachorro perdido” (linhas de 7 a 10) não devem ser consideradas atos de empatia e, portanto, não constituem, de fato, boas ações.