Em: “Aliás, não há como contar, ponto.” (parágrafo4), a palavra ALIÁS está empregada com o mesmo sentido que em:
731
Q469590
Em: “Aliás, não há como contar, ponto.” (parágrafo4), a palavra ALIÁS está empregada com o mesmo sentido que em:
732
Q469588
O pronome em destaque cujo referente se encontra dentro do próprio texto é:
733
Q469586
No enunciado: “Testar os próprios limites pode ser não só prazeroso como educativo, desde que você se responsabilize pelo que faz [...]”, a conjunção DESDE QUE tem o mesmo valor relacional que em:
734
Q469584
Altera-se o sentido do enunciado: “Testar os próprios limites pode ser NÃO SÓ PRAZEROSO COMO EDUCATIVO” (parágrafo 2) com a substituição do termoemdestaque por:
735
Q469582
Em relação a: “Não foi algo pensado, teorizado, arquitetado: foi apenas um sentimento, esta coisa tão rara.” (parágrafo 4), pode-se, sem alteração de sentido, substituir o sinal de dois pontos por ponto e vírgula, escrevendo-se a seguir:
736
Q469580
Na formação de novas palavras, os prefixos que acrescentam a seus radicais a mesma noção que os prefixos de INSENSIBILIDADE (parágrafo 1) e CONTRAINDICADO (parágrafo 2) encontram-se, respectivamente, em:
737
Q469578
A regência de ACOMPANHAR − em: “que Deus lhe acompanhe.” (parágrafo 2) − é fato característico da língua oral popular, não acolhido por nossas gramáticas, tal como a regência de todos os verbos empregados a seguir,COMEXCEÇÃOapenas de:
738
Q469576
Em relação aos verbos em destaque, a alteração INACEITÁVELdo ponto de vista gramatical é:
739
Q469574
A ênclise do pronome átono que constitui exigência da variante formal da língua escrita encontra-se indicada em:
740
Q469572
Em “todos nós ficamos meio robotizados” (parágrafo 2), a palavra MEIO é invariável, mas a norma exige que ela se flexione em gênero e número, para atender à concordância, caso deva preencher a lacuna deixada na frase: