No fragmento “E há ainda a cratera da pia, onde outros tantos pratos e travessas, igualmente sujos, estão quase submersos numa água escura, como se, num campo de batalha, a chuva tivesse caído sobre as cinzas. O cenário é desolador.”, qual o termo que, colocado após o ponto que antecede a última oração, provocaria grave alteração de sentido?
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Q468518
No fragmento “E há ainda a cratera da pia, onde outros tantos pratos e travessas, igualmente sujos, estão quase submersos numa água escura, como se, num campo de batalha, a chuva tivesse caído sobre as cinzas. O cenário é desolador.”, qual o termo que, colocado após o ponto que antecede a última oração, provocaria grave alteração de sentido?
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Q468516
Em todos os exemplos abaixo o QUE é pronome relativo, EXCETO em:
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Q468514
No fragmento. “PORQUE, afinal, do jeito que as coisas andam, é o próprio mundo que vai acabar – ele inteiro – descendo pelo ralo.”, o vocábulo destacado estabelece uma relação de sentido com o que está enunciado antes. Essa relação de sentido pode ser definida como:
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Q468512
Em relação à ideia expressa no trecho “Estão sujos. Muito sujos.”, pode-se afirmar que o advérbio, anteposto ao adjetivo, cumpre o papel de:
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Q468510
Sobre o segmento “Mas há mais do que isso.”, analise os itens a seguir. I. Overbo da oração é impessoal. II. MAS é uma conjunção subordinativa e MAIS é advérbio. III. O pronome demonstrativo ISSO tem, no contexto, valor anafórico. Assinale a alternativa que aponta o(s) item(ns) correto(s).
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Q468508
No trecho, “Com gestos rápidos, ágeis, faz-SE a laçada [...]”, o SEé classificado como:
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Q468450
A função sintática do trecho em destaque “Abrir mão do aparelhinho, depois de todas as facilidades que trouxe, está fora de questão.” (7º parágrafo) encontra correspondência no item:
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Q468354

... frase com a menção de que são essenciais à busca da felicidade.
A relação de regência exemplificada acima NÃO ocorre APENAS em:
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Q468149

Tomada como objeto de ensino, a música de Adoniran Barbosa pode ser empregada em atividades com
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Q468147
Teresa Colomer e Anna Camps (2002, p. 30) criticam a concepção de leitura baseada no modelo de processamento ascendente, pois esse modelo pressupõe que o leitor