381
Q450371
A crônica acima foi escrita há mais de vinte anos por Rubem Braga; o segmento do texto que mostra sua não-atualidade é:
382
Q450370
Entre os dois períodos do primeiro parágrafo do texto, a oposição mais importante para o próprio texto é:
383
Q450368
"...nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim...", "...e declarou desdenhosamente que aquilo era capim."; os dois elementos sublinhados no texto indicam, respectivamente:
384
Q450366
"...não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente"; o segmento que confirma o que está sublinhado é:
385
Q450364
Considerando o segundo e o terceiro parágrafos do texto, o segmento que pode ser considerado uma interrupção da narrativa é:
386
Q450362
"Detesto comparações surrealistas..."; apesar disso, o autor do texto faz uma dessas comparações:
387
Q450360
O fato de comparar o pé de milho a um cavalo empinado e a um galo cantando destaca uma característica do pé de milho, que é o(a):
388
Q450358
"Eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever..."; o comentário INCORRETO sobre esse segmento do texto é:
389
Q450356
Ao dizer, na última frase, "sou um rico lavrador da rua Júlio de Castilhos", o cronista quer dizer que:
390
Q450354
"Já viu o leitor um pé de milho?"; a única forma INCORRETA desse mesmo segmento do texto, mantendo-se o sentido original, é: