381 Q450371
Língua Portuguesa
Ano: 2002
Banca: Núcleo de Computação Eletrônica UFRJ (NCE)
A crônica acima foi escrita há mais de vinte anos por Rubem Braga; o segmento do texto que mostra sua não-atualidade é:
382 Q450370
Língua Portuguesa
Ano: 2002
Banca: Núcleo de Computação Eletrônica UFRJ (NCE)
Entre os dois períodos do primeiro parágrafo do texto, a oposição mais importante para o próprio texto é:
383 Q450368
Língua Portuguesa
Ano: 2002
Banca: Núcleo de Computação Eletrônica UFRJ (NCE)
"...nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim...", "...e declarou desdenhosamente que aquilo era capim."; os dois elementos sublinhados no texto indicam, respectivamente:
384 Q450366
Língua Portuguesa
Ano: 2002
Banca: Núcleo de Computação Eletrônica UFRJ (NCE)
"...não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente"; o segmento que confirma o que está sublinhado é:
385 Q450364
Língua Portuguesa
Ano: 2002
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Considerando o segundo e o terceiro parágrafos do texto, o segmento que pode ser considerado uma interrupção da narrativa é:
386 Q450362
Língua Portuguesa
Ano: 2002
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"Detesto comparações surrealistas..."; apesar disso, o autor do texto faz uma dessas comparações:
387 Q450360
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Ano: 2002
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O fato de comparar o pé de milho a um cavalo empinado e a um galo cantando destaca uma característica do pé de milho, que é o(a):
388 Q450358
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Ano: 2002
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"Eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever..."; o comentário INCORRETO sobre esse segmento do texto é:
389 Q450356
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Ano: 2002
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Ao dizer, na última frase, "sou um rico lavrador da rua Júlio de Castilhos", o cronista quer dizer que:
390 Q450354
Língua Portuguesa
Ano: 2002
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"Já viu o leitor um pé de milho?"; a única forma INCORRETA desse mesmo segmento do texto, mantendo-se o sentido original, é: