Na gravidez, as doses de anestésico local que podem causar tanto bloqueio anestésico quanto toxicidade são diminuídas, o que se deve, possivelmente, a alterações hormonais, como o aumento de estrógeno e progesterona nesse período.
Na gravidez, as doses de anestésico local que podem causar tanto bloqueio anestésico quanto toxicidade são diminuídas, o que se deve, possivelmente, a alterações hormonais, como o aumento de estrógeno e progesterona nesse período.
A terapêutica medicamentosa em gestantes e durante a amamentação é de extrema importância por ter extensão no desenvolvimento fetal e da criança. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir.
Devido ao risco de metemoglubinemia (impossibilidade da hemoglobina de carrear o oxigênio adequadamente), não se deve utilizar mepivacaína em grávidas, por sua metabolização hepática.
A terapêutica medicamentosa em gestantes e durante a amamentação é de extrema importância por ter extensão no desenvolvimento fetal e da criança. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir.
Como protocolo, pode-se adotar a lidocaína com epinefrina como anestésico local de preferência para as grávidas.
A terapêutica medicamentosa em gestantes e durante a amamentação é de extrema importância por ter extensão no desenvolvimento fetal e da criança. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir.
Nos quadros de gestante com dor em que seja necessária a analgesia, a dipirona deve ser evitada, devido ao risco de causar agranulocitose.
A terapêutica medicamentosa em gestantes e durante a amamentação é de extrema importância por ter extensão no desenvolvimento fetal e da criança. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir.
Na escolha antibiótica, as penicilinas e o metronidazol podem ser administradas com segurança durante a gestação e a lactação.
É possível controlar a situação coagulatória do paciente por meio da avaliação do tempo de sangramento, para o controle de anticoagulantes como a warfarina, e do tempo de pró-trombina, para o uso de ácido acetil salicílico.
Considere que um paciente cardiopata, em uso de anticoagulante, necessite realizar tratamento cirúrgico eletivo para exodontia dos dentes 16 e 17. Acerca da condição sistêmica desse paciente e da conduta clínica a ser adotada pelo profissional, julgue o item a seguir.
Para o atendimento odontológico desse paciente, os melhores períodos correspondem às primeiras horas da manhã e às últimas horas da tarde, quando os efeitos da sua medicação diária já se iniciaram.
Considere que um paciente cardiopata, em uso de anticoagulante, necessite realizar tratamento cirúrgico eletivo para exodontia dos dentes 16 e 17. Acerca da condição sistêmica desse paciente e da conduta clínica a ser adotada pelo profissional, julgue o item a seguir.
Nesse caso, desde que a medicação utilizada pelo paciente seja com bloqueadores ?-adrenérgicos seletivos (?1), como o atenolol e metoprolol, a adrenalina pode ser utilizada como vasoconstritor, sendo contraindicada aos pacientes que fazem uso de ?-bloqueadores não seletivos, como o propranolol.
Considere que um paciente cardiopata, em uso de anticoagulante, necessite realizar tratamento cirúrgico eletivo para exodontia dos dentes 16 e 17. Acerca da condição sistêmica desse paciente e da conduta clínica a ser adotada pelo profissional, julgue o item a seguir.
Um dos vasoconstritores indicados para esse caso é a felipressina, por não possuir ação nos receptores adrenérgicos alfa e beta
Considere que um paciente cardiopata, em uso de anticoagulante, necessite realizar tratamento cirúrgico eletivo para exodontia dos dentes 16 e 17. Acerca da condição sistêmica desse paciente e da conduta clínica a ser adotada pelo profissional, julgue o item a seguir.
A interrupção da terapia anticoagulante em pacientes com risco de trombose está sempre indicada para prevenir hemorragias graves, mas deve ser realizada em conjunto entre o médico e o cirurgião dentista.