Um material atualmente empregado na endodontia é o agregado de trióxido mineral (MTA). A respeito desse material, julgue os itens que se subseguem.
O MTA possui boa atividade seladora, biocompatibilidade e estimula a osteogênese e a cementogênese.
Um material atualmente empregado na endodontia é o agregado de trióxido mineral (MTA). A respeito desse material, julgue os itens que se subseguem.
O MTA possui boa atividade seladora, biocompatibilidade e estimula a osteogênese e a cementogênese.
Um material atualmente empregado na endodontia é o agregado de trióxido mineral (MTA). A respeito desse material, julgue os itens que se subseguem.
O MTA pode ser indicado como material selador em perfurações radiculares e de assoalho da câmara pulpar, no tratamento das reabsorções externas e internas, como retrobturador nas cirurgias parendodônticas e nos tratamentos conservadores da polpa.
Um material atualmente empregado na endodontia é o agregado de trióxido mineral (MTA). A respeito desse material, julgue os itens que se subseguem.
Sempre que possível e considerando-se as indicações adequadas, o MTA deve ser extravasado para a região periodontal (lateral ou apical).
Um material atualmente empregado na endodontia é o agregado de trióxido mineral (MTA). A respeito desse material, julgue os itens que se subseguem.
Existem, no mercado, duas marcas comerciais de MTA: Pro- Root (Dentsply-USA) e Ângelus (Ângelus-Brasil). O MTA de ambas as marcas possui cimento Portland como constituinte básico e óxido de bismuto, para dar radiopacidade. A diferença entre os dois está na presença de sulfato de cálcio no produto importado.
Um material atualmente empregado na endodontia é o agregado de trióxido mineral (MTA). A respeito desse material, julgue os itens que se subseguem.
Nos casos de tecidos infectados e, por conseqüência, inflamados, os melhores resultados são obtidos com o uso do hidróxido de cálcio por alguns dias antes da colocação do MTA como material selador definitivo.
Um paciente chegou ao consultório para exames de rotina. Ao exame radiológico, observou-se rarefaciência óssea localizada sobre o ápice radicular do dente 21, bem delimitada e pouco circunscrita, com 7 mm de diâmetro médio. A obturação do canal apresenta-se satisfatória, com comprimento de 1,0 mm aquém do ápice radicular radiográfico. O paciente relatou que o tratamento endodôntico foi feito por três vezes, tendo sido feito o último há 3 anos. O dente estava adequadamente restaurado, com pino intra-radicular de fibra de vidro, sem problemas oclusais, e o paciente, assintomático. Houve história de abscesso periapical agudo, o que indicou o primeiro tratamento.
A partir do caso exposto acima, julgue os itens a seguir.
...Um paciente chegou ao consultório para exames de rotina. Ao exame radiológico, observou-se rarefaciência óssea localizada sobre o ápice radicular do dente 21, bem delimitada e pouco circunscrita, com 7 mm de diâmetro médio. A obturação do canal apresenta-se satisfatória, com comprimento de 1,0 mm aquém do ápice radicular radiográfico. O paciente relatou que o tratamento endodôntico foi feito por três vezes, tendo sido feito o último há 3 anos. O dente estava adequadamente restaurado, com pino intra-radicular de fibra de vidro, sem problemas oclusais, e o paciente, assintomático. Houve história de abscesso periapical agudo, o que indicou o primeiro tratamento.
A partir do caso exposto acima, julgue os itens a seguir.
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