741
Q333490
Em relação à farmacologia dos antipsicóticos considere: I. A clorpromazina é de segunda geração, com efeitos colaterais de sedação, hipotensão e colinérgicos. II. A tioridazina é de primeira geração, com efeitos colaterais de aumento do intervalo QTc. III. A risperidona é de terceira geração, com efeitos colaterais de alteração da crase sanguínea e síndrome metabólica. IV. A olanzapina é de segunda geração, com efeitos colaterais de síndrome metabólica. Está correto o que consta APENAS em
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Q333488
NÃO faz parte dos quadros codificados em F65 − Transtorno de preferência sexual:
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Q333486
Em relação aos documentos Atestado, Laudo e Parecer:
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Q333484
Apresenta a correlação INCORRETA entre condição clínica e psicofármacos que seriam potencialmente inapropriado em idosos.
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Q333482
A síndrome Serotonérgica é caracterizada por
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Q333480
Paciente de 45 anos, com quadro de Transtorno Afetivo Bipolar em tratamento com carbonato de lítio 1.200 mg, e há duas semanas em uso de risperidona na dose de 4 mg/dia procurou o serviço de emergência com queixa de febre 39 °C, associado à sudorese excessiva, rigidez muscular e tremores. Ao exame físico foi observada taquipneia e taquicardia. Ao exame laboratorial verificou-se leucocitose e aumento da CPK, litemia sérica de 1,1 mEq/l. A hipótese diagnóstica e a conduta a ser tomada são, respectivamente,
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Q333478
Em relação às potenciais interações medicamentosas está INCORRETO o que consta em
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Q333476
Segundo a DSM-IV, NÃO faz parte dos critérios diagnósticos de abstinência de anfetamina a história de cessação (ou redução) de um uso pesado e prolongado de anfetamina:
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Q333474
Quadro delirante no qual a temática central do delírio diz respeito a ser amado por outra pessoa. O delírio frequentemente envolve um amor romântico e união espiritual idealizada, ao invés de atração sexual. A pessoa sobre a qual esta convicção é mantida geralmente detém uma posição social superior (por exemplo, uma pessoa famosa, ou um superior no trabalho), mas pode eventualmente tratar-se de um estranho. Os esforços para contatar o objeto do delírio (telefonemas, cartas, presentes, visitas ou até vigilância) são comuns, embora eventualmente a pessoa mantenha seu delírio em segredo. Essa descrição, segundo o DSM-IV, trata-se de delírio do tipo
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Q333397
No tratamento da insuficiência cardíaca com disfunção sistólica de ventrículo esquerdo, devem ser evitados