Uma paciente de vinte e cinco anos de idade procurou atendimento cardiológico com quadro de dispneia aos esforços habituais e ortopneia, amigdalites de repetição na infância, G0P0A0. A paciente negou tabagismo, etilismo e uso de anticoncepcionais orais. O exame clínico mostrou frequência cardíaca de 90 bpm, pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos hemitórax. Outros dados importantes foram: pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, ritmo cardíaco regular em dois tempos. No foco mitral foram auscultados: hiperfonese da 1.ª bulha, estalido de abertura da mitral, ruflar diastólico com reforço pré-sistólico e identificado hiperfonese da 2.ª...
Uma paciente de 24 anos de idade procurou atendimento médico com queixa de falta de ar ao subir escadas. Informou ter apresentado amigdalites de repetição na infância e ter tido “reumatismo”, porém não teve seguimento médico. Não faz uso de qualquer medicação. Ao exame físico, constataram-se ritmo cardíaco regular duplo, impulso apical normoimpulsivo e localizado no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda; no foco mitral, auscultaram-se hiperfonese da primeira bulha, estalido de abertura da mitral, sopro mesodiastólico e reforço pré-sistólico. Sem outras alterações. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo sinusal, frequência ventricular média de 97 sístoles por minuto, eixo elétrico do complexo QRS (SÂQRS) = +120° (valores de referência de -30° a +...
Um paciente de sessenta e dois anos de idade, com histórico de diabetes melito tipo 2 e hipertensão arterial, procurou assistência médica por apresentar quadro clínico, com cerca de um mês de evolução, caracterizado por dispneia e edema dos membros inferiores de agravamento vespertino. O paciente faz uso de metformina 1.000 mg, enalapril 20 mg, furosemida 40 mg e aspirina 100 mg. Negou tabagismo, etilismo, uso de drogas ilícitas e transfusão de hemoderivados. O exame físico mostrou índice de massa corporal de 23 kg/m2, palidez cutaneomucosa e edema maleolar bilateral. O resultado do exame do abdome não evidenciou alterações. Foram realizados exames complementares que mostraram pancitopenia com microcitose e hipocromia, prolongamento do tempo de protrombina e tromboplastina ...
Um paciente de sessenta e dois anos de idade, com histórico de diabetes melito tipo 2 e hipertensão arterial, procurou assistência médica por apresentar quadro clínico, com cerca de um mês de evolução, caracterizado por dispneia e edema dos membros inferiores de agravamento vespertino. O paciente faz uso de metformina 1.000 mg, enalapril 20 mg, furosemida 40 mg e aspirina 100 mg. Negou tabagismo, etilismo, uso de drogas ilícitas e transfusão de hemoderivados. O exame físico mostrou índice de massa corporal de 23 kg/m2, palidez cutaneomucosa e edema maleolar bilateral. O resultado do exame do abdome não evidenciou alterações. Foram realizados exames complementares que mostraram pancitopenia com microcitose e hipocromia, prolongamento do tempo de protrombina e tromboplastina ...
Uma mulher de cinquenta e nove anos de idade, diagnosticada com leucemia mieloide crônica (LMC), utilizou imatinibe 400 mg por dia durante 18 meses. Na avaliação de 12 meses, a paciente apresentou resposta molecular maior e resposta citogenética completa. Na avaliação de 18 meses, o transcrito de BCR-ABL aumentou para 5%, e a citogenética mostrou a presença de t (9; 22), e três das 20 metáfises abrigam o pH +. Ela está em conformidade com o imatinibe 400 mg ao dia e não tomou nenhum outro medicamento. A análise mutacional do domínio quinase BCR-ABL revelou o F317L.
Com relação à LMC, julgue os itens a seguir.
O imatinibe foi o primeiro TKI a demonstrar atividade significativa em todas as fases da LMC.Mulher de 52 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, chegou ao pronto-socorro sem hematúria e hemodinamicamente estável. A avaliação tomográfica do abdome, com contraste, mostrou, na fase nefrográfica, laceração renal envolvendo o parênquima em uma profundidade de 1,3 cm. Ao estudo tomográfico, não foi identificada lesão vascular ou no sistema coletor. Apresentava ainda trauma facial. O exame de tomografia computadorizada do crânio e da face revelou, no nível da órbita, fraturas através do osso nasal, paredes mediais e laterais da órbita.
Considerando o caso clínico precedente, julgue os itens seguintes.
Na avaliação do trauma renal, o contraste venoso é indicado somente para pacientes com hematúria, sendo opcional nos de...Mulher de 52 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, chegou ao pronto-socorro sem hematúria e hemodinamicamente estável. A avaliação tomográfica do abdome, com contraste, mostrou, na fase nefrográfica, laceração renal envolvendo o parênquima em uma profundidade de 1,3 cm. Ao estudo tomográfico, não foi identificada lesão vascular ou no sistema coletor. Apresentava ainda trauma facial. O exame de tomografia computadorizada do crânio e da face revelou, no nível da órbita, fraturas através do osso nasal, paredes mediais e laterais da órbita.
Considerando o caso clínico precedente, julgue os itens seguintes.
As lesões faciais apresentadas pela paciente classificam-se como Le Fort tipo I.