Qual deve ser o próximo passo da investigação?
Qual deve ser o próximo passo da investigação?
Há necessidade de um foco individual na avaliação da qualidade de vida em idosos, chamando atenção para o “paradoxo da incapacidade”, ou seja, pacientes com claras disfunções ou problemas de saúde que não necessariamente apresentem baixos escores nos questionários de avaliação da qualidade de vida.
Em relação à meta de melhorar a qualidade de vida dos idosos, assinale a alternativa incorreta.
O índice de vulnerabilidade clínico-funcional IVCF-20 foi reconhecido como um dos quatro melhores instrumentos do mundo capazes de reconhecer o idoso frágil, aplicável em várias situações para classificação do idoso.
Sobre essa ferramenta, assinale a alternativa incorreta.
Teste oral de tolerância à glicose: glicemia em jejum = 128 mgdL e após 75 g de dextrosol: 233 mgdL Colesterol total = 260 mgdL (HDL = 37 mgdL; Triglicerídeos = 220 mgdL)
Estão indicados como terapia para esse paciente:
I. Integralidade: Paciente do sexo feminino, 18 anos de idade, vem à consulta para trazer resultado de hemograma para controle de cura de anemia, e, durante a anamnese, relata vida sexual ativa, mas nega uso de métodos anticoncepcionais. São realizadas orientações e prescrições relativas à anemia e também ao planejamento familiar. II. Acesso / primeiro contato: Numa pequena cidade do litoral do Espírito Santo, em reunião local de saúde, um representante da comunidade solicita a alteração do horário de funcionamento do centro de saúde em alguns dias da semana para facilitar as consultas dos pescadores. III. Coordenação: Paciente portador de diabetes mellitus tipo 2 há 10 anos comparece à consulta com queixa de piora da visão e é encaminhado para avaliaçã...
I. Aumento vertical do terço inferior da face II. Arco maxilar estreito III. Má oclusão dentária (mordida aberta, incisivos superiores protruídos) IV. Lábio inferior evertido
São alterações decorrentes da respiração bucal prolongada
Uma paciente de 20 anos, negra, procura o AMEI com queixa de febre até 40,5°C, associada a calafrios e seguida de sudorese profusa, principalmente no período vespertino e início da noite, há 3 dias, não retornando à linha de base com o uso de antitérmicos (37,5-38,2°C).
Há 2 dias, iniciou com tosse produtiva e escarro purulento, dor ventilatório-dependente na base do hemitórax direito, mialgias difusas e astenia.
Ao exame físico, chama a atenção a febre aferida de 38,5°C, FR de 28 irpm, FC de 120 bpm, PA de 100/50 mmHg, crepitações finas na base do hemitórax direito.
Qual o diagnóstico sindrômico?