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Q608910
Com relação aos tumores hepáticos primários, pode-se afirmar que:
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Q608909
O sistema branquial gera doenças congênitas da região cervical. A origem mais comum da fístula branquial é:
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Q608908
São características clínicas da fenda cervical mediana:
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Q608907
Coristoma do esôfago trata-se de uma anomalia congênita que se caracteriza pela presença de restos traqueobrônquicos ectópicos. Aproximadamente 25% dos casos apresentam malformações associadas, que são:
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Q608906
Paciente com 6 meses de vida, do sexo feminino, com quadro de dor intermitente no quadrante superior direito do abdômen, icterícia intermitente leve, febre, fezes hipocólicas e massa palpável. O diagnóstico provável é:
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Q608905
A apresentação clínica, mais comum, na perfuração espontânea de colédoco é:
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Q608904
O distúrbio da diferenciação sexual é um trauma emocional para a família e, mais tarde, para as crianças portadoras de tal afecção. Por isso uma equipe multidisciplinar, principalmente, com endocrinologista e cirurgião pediátrico experientes, deve ser acionada para definição diagnóstica o mais breve possível. As medidas que devem ser tomadas, inicialmente, ao nascimento são:
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Q608903
Recém-nascido, com síndrome da constrição anelar congênita, conhecida como banda amniótica, apresenta constrição fibrosa envolvendo a perna esquerda, formando sulco circunferencial profundo e associado a linfedema progressivo. A melhor abordagem cirúrgica é:
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Q577170
As malformações císticas pulmonares resultam de anormalidades na interação indutiva entre o epitélio bronquial e o mesênquima. Entre as malformações císticas, uma delas se caracteriza por ter seu suprimento sanguíneo originado de uma artéria sistêmica anômala e não se comunicar com a árvore brônquica via um brônquio anatomicamente normal.
Esses informações se referem à (ao)
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Q577167
A técnica de Lichtenstein (1970) defende a anestesia local e a cirurgia ambulatorial (cujo início, no Brasil, ocorreu em 1992) para os portadores de hérnia inguinal. Trabalhos analisaram, nos pacientes, idade, sexo, índice de massa corporal, número de recidivas, intercorrências, tempo de internação, avaliação clínica e exames pré-operatórios preconizados pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões. A esse respeito, assinale a alternativa correta quanto ao diagnóstico que utiliza esse tipo de bloqueio anestésico associado à sedação para a cura cirúrgica.