Um paciente de 37 anos de idade apresenta dor em fossa ilíaca esquerda de início há uma semana e piora progressiva. Refere, ainda, diarreia e episódios de febrícula. Relata história familiar de mãe e irmãos com cirurgias por causa de diverticulite complicada. No momento do exame físico, apresenta sinais vitais estáveis e dor difusa à palpação abdominal, pior em fossa ilíaca esquerda, e sem sinais de irritação peritoneal. O paciente é previamente hígido, nunca realizou cirurgias prévias, não tem alergias medicamentosas e não faz uso de medicações contínuas. Informa episódio de diverticulite aguda no passado, com tratamento conservador. A tomografia de abdome indica espessamento da parede do cólon sigmoide, sem coleções intra-abdominais, sem sinais de perfur...
Um paciente de 37 anos de idade apresenta dor em fossa ilíaca esquerda de início há uma semana e piora progressiva. Refere, ainda, diarreia e episódios de febrícula. Relata história familiar de mãe e irmãos com cirurgias por causa de diverticulite complicada. No momento do exame físico, apresenta sinais vitais estáveis e dor difusa à palpação abdominal, pior em fossa ilíaca esquerda, e sem sinais de irritação peritoneal. O paciente é previamente hígido, nunca realizou cirurgias prévias, não tem alergias medicamentosas e não faz uso de medicações contínuas. Informa episódio de diverticulite aguda no passado, com tratamento conservador. A tomografia de abdome indica espessamento da parede do cólon sigmoide, sem coleções intra-abdominais, sem sinais de perfur...
Um paciente de 37 anos de idade apresenta dor em fossa ilíaca esquerda de início há uma semana e piora progressiva. Refere, ainda, diarreia e episódios de febrícula. Relata história familiar de mãe e irmãos com cirurgias por causa de diverticulite complicada. No momento do exame físico, apresenta sinais vitais estáveis e dor difusa à palpação abdominal, pior em fossa ilíaca esquerda, e sem sinais de irritação peritoneal. O paciente é previamente hígido, nunca realizou cirurgias prévias, não tem alergias medicamentosas e não faz uso de medicações contínuas. Informa episódio de diverticulite aguda no passado, com tratamento conservador. A tomografia de abdome indica espessamento da parede do cólon sigmoide, sem coleções intra-abdominais, sem sinais de perfur...
Um paciente de 39 anos de idade é vítima de acidente automobilístico (atropelamento por um caminhão). Imediatamente após ser socorrido pelo serviço de resgate, chega ao hospital com relato de cinemática grave do mecanismo do trauma. Durante exame físico, verifica-se a via aérea pérvia, e o paciente está conversando. Constatam-se assimetria torácica com identificação de tórax instável à direita, murmúrio abolido na ausculta pulmonar deste lado, FR = 34 irpm, SatO2 = 88% com oxigênio, máscara com reservatório a 10 L/min, com esforço ventilatório. Há os seguintes sinais de choque: extremidades frias e mal perfundidas, pulsos finos periféricos, pressão arterial média não invasiva = 40 mmHg e FC = 135 bpm. Identificam-se abdome com dor à palpação difusa, com si...
Uma mulher de 57 anos de idade apresenta quadro de dor abdominal em faixa no abdome superior, de forte intensidade, com piora há dois dias, associada a quadro de acolia. Refere que a dor piora ao se alimentar e informa alguns episódios de vômitos. Nega outras queixas. É obesa (IMC = 31 kg/m2 ), hipertensa, diabética, dislipidêmica e vasculopata. Durante exame físico, observam-se sinais vitais estáveis, dor intensa à palpação difusa do abdome, sem sinais de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais apresentaram amilase e lipase acima de três vezes o valor de normal, hemograma com discreta leucocitose e 2% bastões, sem anemia, função renal normal e hiperglicemia. A hipótese é de que se trate de uma pancreatite aguda.
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Uma mulher de 57 anos de idade apresenta quadro de dor abdominal em faixa no abdome superior, de forte intensidade, com piora há dois dias, associada a quadro de acolia. Refere que a dor piora ao se alimentar e informa alguns episódios de vômitos. Nega outras queixas. É obesa (IMC = 31 kg/m2 ), hipertensa, diabética, dislipidêmica e vasculopata. Durante exame físico, observam-se sinais vitais estáveis, dor intensa à palpação difusa do abdome, sem sinais de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais apresentaram amilase e lipase acima de três vezes o valor de normal, hemograma com discreta leucocitose e 2% bastões, sem anemia, função renal normal e hiperglicemia. A hipótese é de que se trate de uma pancreatite aguda.
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Uma mulher de 57 anos de idade apresenta quadro de dor abdominal em faixa no abdome superior, de forte intensidade, com piora há dois dias, associada a quadro de acolia. Refere que a dor piora ao se alimentar e informa alguns episódios de vômitos. Nega outras queixas. É obesa (IMC = 31 kg/m2 ), hipertensa, diabética, dislipidêmica e vasculopata. Durante exame físico, observam-se sinais vitais estáveis, dor intensa à palpação difusa do abdome, sem sinais de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais apresentaram amilase e lipase acima de três vezes o valor de normal, hemograma com discreta leucocitose e 2% bastões, sem anemia, função renal normal e hiperglicemia. A hipótese é de que se trate de uma pancreatite aguda.
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Uma mulher de 57 anos de idade apresenta quadro de dor abdominal em faixa no abdome superior, de forte intensidade, com piora há dois dias, associada a quadro de acolia. Refere que a dor piora ao se alimentar e informa alguns episódios de vômitos. Nega outras queixas. É obesa (IMC = 31 kg/m2 ), hipertensa, diabética, dislipidêmica e vasculopata. Durante exame físico, observam-se sinais vitais estáveis, dor intensa à palpação difusa do abdome, sem sinais de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais apresentaram amilase e lipase acima de três vezes o valor de normal, hemograma com discreta leucocitose e 2% bastões, sem anemia, função renal normal e hiperglicemia. A hipótese é de que se trate de uma pancreatite aguda.
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Um paciente de 39 anos de idade é vítima de acidente automobilístico (atropelamento por um caminhão). Imediatamente após ser socorrido pelo serviço de resgate, chega ao hospital com relato de cinemática grave do mecanismo do trauma. Durante exame físico, verifica-se a via aérea pérvia, e o paciente está conversando. Constatam-se assimetria torácica com identificação de tórax instável à direita, murmúrio abolido na ausculta pulmonar deste lado, FR = 34 irpm, SatO2 = 88% com oxigênio, máscara com reservatório a 10 L/min, com esforço ventilatório. Há os seguintes sinais de choque: extremidades frias e mal perfundidas, pulsos finos periféricos, pressão arterial média não invasiva = 40 mmHg e FC = 135 bpm. Identificam-se abdome com dor à palpação difusa, com si...
Um paciente de 39 anos de idade é vítima de acidente automobilístico (atropelamento por um caminhão). Imediatamente após ser socorrido pelo serviço de resgate, chega ao hospital com relato de cinemática grave do mecanismo do trauma. Durante exame físico, verifica-se a via aérea pérvia, e o paciente está conversando. Constatam-se assimetria torácica com identificação de tórax instável à direita, murmúrio abolido na ausculta pulmonar deste lado, FR = 34 irpm, SatO2 = 88% com oxigênio, máscara com reservatório a 10 L/min, com esforço ventilatório. Há os seguintes sinais de choque: extremidades frias e mal perfundidas, pulsos finos periféricos, pressão arterial média não invasiva = 40 mmHg e FC = 135 bpm. Identificam-se abdome com dor à palpação difusa, com si...