Com relação ao transtorno obsessivo compulsivo (TOC), julgue os itens a seguir.
As neuroimagens de pacientes com diagnóstico de TOC mostram alterações de função no circuito entre o córtex orbitofrontal, o caudado e o tálamo.
Com relação ao transtorno obsessivo compulsivo (TOC), julgue os itens a seguir.
As neuroimagens de pacientes com diagnóstico de TOC mostram alterações de função no circuito entre o córtex orbitofrontal, o caudado e o tálamo.
Com relação ao transtorno obsessivo compulsivo (TOC), julgue os itens a seguir.
A maioria dos pacientes portadores de TOC tem traços obsessivos pré-mórbidos, que são suficientes para o diagnóstico desse transtorno.
Com relação ao transtorno obsessivo compulsivo (TOC), julgue os itens a seguir.
O benefício terapêutico dos inibidores de recaptação de serotonina no tratamento do TOC ocorre, em geral, entre 8 e 16 semanas. O resultado é melhor ainda quando combinado com terapia comportamental.
Segundo o DSM IV – TR, o diagnóstico de transtorno delirante é feito quando um indivíduo exibe delírios não bizarros por, pelo menos, um mês e não atribuídos a outro transtorno psiquiátrico. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.
Os pacientes com transtorno delirante não têm alucinações proeminentes, e as alucinações táteis ou olfativas podem estar presentes se forem consistentes com o delírio.
Segundo o DSM IV – TR, o diagnóstico de transtorno delirante é feito quando um indivíduo exibe delírios não bizarros por, pelo menos, um mês e não atribuídos a outro transtorno psiquiátrico. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.
Delírios no início do curso de um processo demencial pode sugerir um transtorno delirante, sendo fundamental a avaliação cognitiva para o diagnóstico diferencial.
Segundo o DSM IV – TR, o diagnóstico de transtorno delirante é feito quando um indivíduo exibe delírios não bizarros por, pelo menos, um mês e não atribuídos a outro transtorno psiquiátrico. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.
Pacientes com delírios de natureza persecutória, somáticos e eróticos costumam ter pior prognóstico do que aqueles com delírios de grandeza ou ciúme. Até 30% dos pacientes portadores de transtorno delirante não exibem mudança, apesar do tratamento.
Quanto aos transtornos do humor, julgue os itens subsequentes.
O estresse psicossocial pode ter papel relevante na causa inicial do transtorno do humor, porém, mesmo resolvido o episódio inicial, uma modificação duradoura na biologia do cérebro coloca o paciente em risco elevado para episódios subsequentes. Nesse caso, o transtorno depressivo maior tende a ser crônico e o paciente costuma ter recaídas.
Quanto aos transtornos do humor, julgue os itens subsequentes.
Pacientes com transtorno do humor tipo I têm prognóstico melhor que aqueles com transtorno depressivo maior, por apresentarem melhor resposta aos antidepressivos.
Quanto aos transtornos do humor, julgue os itens subsequentes.
Em determinados pacientes, o transtorno distímico muitas vezes coexiste com outros transtornos, especialmente o transtorno depressivo maior. Nesses pacientes, há maior probabilidade de remissão completa entre os episódios, tendo, portanto, melhor prognóstico.
Acerca da anorexia nervosa, doença caracterizada pela busca incessante da magreza e por uma profunda perturbação da imagem corporal, julgue os itens que se seguem.
Em um quadro de anorexia nervosa, mesmo estando drasticamente magro, o paciente tem um medo intenso de engordar.