Mulher, 40 anos, nulípara, utilizando medicação hormonal, apresenta, no esfregaço citopatológico cérvico-vaginal, células epiteliais glandulares dispostas em fitas, rosetas, ocasionais agrupamentos tipo lençol, em que o padrão "favo de mel" desaparece. Evidencia-se pequeno grau de sobreposição nuclear, com núcleos aumentados de volume (3 a 5x do núcleo da célula endocervical normal), citoplasma cianófilo abundante. Em alguns focos microscópicos, vê-se arranjo nuclear com núcleos protundentes da periferia do grupo celular (disposição em cocar). Observa-se, também, pleomorfismo nuclear, hipercromasia, cromatina granular, nucléolos pequenos ou inconspícuos e anisocitose. Assinalar o diagnóstico provável.
Mulher, 43 anos, branca, doméstica, realizou o teste de Papanicolaou, cujo esfregaço cérvico-vaginal apresentou alterações morfológicas em células epiteliais escamosas, superficiais e intermediárias, tais como: aumento nuclear (3x a área de um núcleo de célula intermediária normal), bi e multinucleação, hipercromasia, moderada anisocariose e pleomorfismo. No citoplasma, vêem-se vacúolos coilocitóticos. Assinalar o diagnóstico mais provável.
Em relação à morfologia celular da membrana plasmática, é incorreto afirmar.
Uma paciente de 65 anos queixa-se de disfagia progressiva. É feito o diagnóstico de megaesôfago chagásico. O esofagograma mostra dilatação acentuada do esôfago, mas não se trata de dolicomegaesôfago. O próximo passo mais apropriado na avaliação/tratamento desta paciente é
Droga eficaz para ajudar no controle da hemorragia por varizes de esôfago:
Um paciente de 70 anos, em choque associado a melena abundante, foi reanimado com cristalóides e sangue. Feita a colonoscopia, foi achada retite actínica moderada (tinha antecedentes de tratamento para neoplasia de próstata). Melhor conduta:
Um homem de 33 anos é atendido no pronto-socorro após colisão de autos, ocorrida há cerca de 45 minutos. Glasgow: 13. Freqüência cardíaca: 90 batimentos por minuto. Pressão arterial: 110 x 60 mmHg. Freqüência respiratória: 22 ventilações por minuto. Após receber dois litros de cristalóides, os sinais vitais mantêm-se inalterados. A tomografia de crânio é normal e a de abdome mostra lesão de baço grau III, sem extravasamento de contraste, mas com líquido livre periesplênico. Melhor conduta:
Uma mulher de 23 anos queixa-se de dor de início em mesogástrio, há 24 horas, que migrou, após 6 horas, para fossa ilíaca direita e hipogástrio. Ao exame físico, tem sinais de peritonismo em fossa ilíaca direita e hipogástrio. Nega outros sintomas. Hemograma: 13.000 leucócitos. Urina tipo I: 20.000 leucócitos, 16.000 hemácias e raras bactérias. Diagnóstico mais provável:
Um paciente de 54 anos, previamente hígido, apresenta abdome agudo obstrutivo, com obstrução em alça fechada, por tumor de sigmóide. Clinicamente bem, foi submetido a laparotomia, onde foram achadas várias lacerações na serosa do ceco, com herniação de mucosa, de aspecto acinzentado. Melhor conduta:
Um paciente de 30 anos refere sangramento vivo nas fezes, em pequena quantidade, há cinco dias, e muita dor para evacuar. É um pouco obstipado. Diagnóstico mais provável: