D. C. C., 75 anos de idade, sexo masculino, assintomático, comparece à consulta em razão do achado ocasional de aneurisma de aorta abdominal (AAA), de 59 mm, em USG abdominal. Como antecedente pessoal patológico, relata ser tabagista, ter hipertensão e diabetes mellitus, e fazer uso de marca-passo. A filha do paciente demonstra ansiedade, pois relata que o avô paterno sofrera morte súbita por AAA roto. Trouxe ainda ecodoppler colorido com diagnóstico de estenose carotídea bilateral leve. Ao exame físico, nota-se palpação clínica de massa abdominal pulsátil em mesogastro, sopro carotídeo bilateral, palpação reduzida de pulsos femorais e poplíteos, pressão arterial sistólica da artéria tibial posterior direita de 72 mmHg e esquerda de 90 mmHg, pressão sistólica da artéria bra...
D. C. C., 75 anos de idade, sexo masculino, assintomático, comparece à consulta em razão do achado ocasional de aneurisma de aorta abdominal (AAA), de 59 mm, em USG abdominal. Como antecedente pessoal patológico, relata ser tabagista, ter hipertensão e diabetes mellitus, e fazer uso de marca-passo. A filha do paciente demonstra ansiedade, pois relata que o avô paterno sofrera morte súbita por AAA roto. Trouxe ainda ecodoppler colorido com diagnóstico de estenose carotídea bilateral leve. Ao exame físico, nota-se palpação clínica de massa abdominal pulsátil em mesogastro, sopro carotídeo bilateral, palpação reduzida de pulsos femorais e poplíteos, pressão arterial sistólica da artéria tibial posterior direita de 72 mmHg e esquerda de 90 mmHg, pressão sistólica da artéria bra...
D. C. C., 75 anos de idade, sexo masculino, assintomático, comparece à consulta em razão do achado ocasional de aneurisma de aorta abdominal (AAA), de 59 mm, em USG abdominal. Como antecedente pessoal patológico, relata ser tabagista, ter hipertensão e diabetes mellitus, e fazer uso de marca-passo. A filha do paciente demonstra ansiedade, pois relata que o avô paterno sofrera morte súbita por AAA roto. Trouxe ainda ecodoppler colorido com diagnóstico de estenose carotídea bilateral leve. Ao exame físico, nota-se palpação clínica de massa abdominal pulsátil em mesogastro, sopro carotídeo bilateral, palpação reduzida de pulsos femorais e poplíteos, pressão arterial sistólica da artéria tibial posterior direita de 72 mmHg e esquerda de 90 mmHg, pressão sistólica da artéria bra...
D. C. C., 75 anos de idade, sexo masculino, assintomático, comparece à consulta em razão do achado ocasional de aneurisma de aorta abdominal (AAA), de 59 mm, em USG abdominal. Como antecedente pessoal patológico, relata ser tabagista, ter hipertensão e diabetes mellitus, e fazer uso de marca-passo. A filha do paciente demonstra ansiedade, pois relata que o avô paterno sofrera morte súbita por AAA roto. Trouxe ainda ecodoppler colorido com diagnóstico de estenose carotídea bilateral leve. Ao exame físico, nota-se palpação clínica de massa abdominal pulsátil em mesogastro, sopro carotídeo bilateral, palpação reduzida de pulsos femorais e poplíteos, pressão arterial sistólica da artéria tibial posterior direita de 72 mmHg e esquerda de 90 mmHg, pressão sistólica da artéria bra...
D. C. C., 75 anos de idade, sexo masculino, assintomático, comparece à consulta em razão do achado ocasional de aneurisma de aorta abdominal (AAA), de 59 mm, em USG abdominal. Como antecedente pessoal patológico, relata ser tabagista, ter hipertensão e diabetes mellitus, e fazer uso de marca-passo. A filha do paciente demonstra ansiedade, pois relata que o avô paterno sofrera morte súbita por AAA roto. Trouxe ainda ecodoppler colorido com diagnóstico de estenose carotídea bilateral leve. Ao exame físico, nota-se palpação clínica de massa abdominal pulsátil em mesogastro, sopro carotídeo bilateral, palpação reduzida de pulsos femorais e poplíteos, pressão arterial sistólica da artéria tibial posterior direita de 72 mmHg e esquerda de 90 mmHg, pressão sistólica da artéria bra...
D. C. C., 75 anos de idade, sexo masculino, assintomático, comparece à consulta em razão do achado ocasional de aneurisma de aorta abdominal (AAA), de 59 mm, em USG abdominal. Como antecedente pessoal patológico, relata ser tabagista, ter hipertensão e diabetes mellitus, e fazer uso de marca-passo. A filha do paciente demonstra ansiedade, pois relata que o avô paterno sofrera morte súbita por AAA roto. Trouxe ainda ecodoppler colorido com diagnóstico de estenose carotídea bilateral leve. Ao exame físico, nota-se palpação clínica de massa abdominal pulsátil em mesogastro, sopro carotídeo bilateral, palpação reduzida de pulsos femorais e poplíteos, pressão arterial sistólica da artéria tibial posterior direita de 72 mmHg e esquerda de 90 mmHg, pressão sistólica da artéria bra...
D. C. C., 75 anos de idade, sexo masculino, assintomático, comparece à consulta em razão do achado ocasional de aneurisma de aorta abdominal (AAA), de 59 mm, em USG abdominal. Como antecedente pessoal patológico, relata ser tabagista, ter hipertensão e diabetes mellitus, e fazer uso de marca-passo. A filha do paciente demonstra ansiedade, pois relata que o avô paterno sofrera morte súbita por AAA roto. Trouxe ainda ecodoppler colorido com diagnóstico de estenose carotídea bilateral leve. Ao exame físico, nota-se palpação clínica de massa abdominal pulsátil em mesogastro, sopro carotídeo bilateral, palpação reduzida de pulsos femorais e poplíteos, pressão arterial sistólica da artéria tibial posterior direita de 72 mmHg e esquerda de 90 mmHg, pressão sistólica da artéria bra...
Paciente de 24 anos de idade, sexo feminino, iniciou há um dia quadro de dor em região epigástrica, de moderada intensidade, a qual migrou em 24 horas para região de fossa ilíaca esquerda. Nega uso de bebida alcoólica, tendo relato apenas de uso de omeprazol no início do quadro. Ao exame físico: regular estado geral, hipocorada (+/+4), abdome doloroso em região de fossa ilíaca bilateralmente.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O fato de a dor em fossa ilíaca, ao exame físico, ser bilateral elimina a sensibilidade do sinal de Blumberg, uma vez que esse se situa em fossa ilíaca direita.Paciente de 24 anos de idade, sexo feminino, iniciou há um dia quadro de dor em região epigástrica, de moderada intensidade, a qual migrou em 24 horas para região de fossa ilíaca esquerda. Nega uso de bebida alcoólica, tendo relato apenas de uso de omeprazol no início do quadro. Ao exame físico: regular estado geral, hipocorada (+/+4), abdome doloroso em região de fossa ilíaca bilateralmente.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Considerando a topografia do apêndice em região cecal, pode-se justificar pela lei de Laplace que o ceco é uma região anatômica que se obstrui com menor frequência, e, para isso, é necessária uma obstrução em alça fechada.Paciente de 24 anos de idade, sexo feminino, iniciou há um dia quadro de dor em região epigástrica, de moderada intensidade, a qual migrou em 24 horas para região de fossa ilíaca esquerda. Nega uso de bebida alcoólica, tendo relato apenas de uso de omeprazol no início do quadro. Ao exame físico: regular estado geral, hipocorada (+/+4), abdome doloroso em região de fossa ilíaca bilateralmente.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Caso seja solicitado hemograma dessa paciente e nele sejam detectados leucócitos normais e neutrófilos aumentados (71%), pode-se afastar o diagnóstico de apendicite aguda.