3231 Q517719
História
Ano: 2016
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Eric Hobsbawm, historiador britânico, identificou períodos subsequentes do século XIX, como a Era das Revoluções (1789–1848), a Era do Capital (1848–1875) e a Era dos Impérios (1875–1914), que levaram ao triunfo global do capitalismo. Em relação ao que chamou de breve século XX (1914–1991), formado pelo impacto da Revolução Russa, o autor propôs a Era dos Extremos, permeada pela Era da Catástrofe (1914–1945) e pela Era do Ouro (1947–1973). O autor ressalta que talvez a característica mais significativa do fim do século XX seja a tensão entre a acelerada globalização e a incapacidade conjunta das instituições públicas e do comportamento coletivo dos seres humanos de se acomodarem a ela.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens seguintes, acerca dos regimes po...

3232 Q517718
História
Ano: 2016
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Eric Hobsbawm, historiador britânico, identificou períodos subsequentes do século XIX, como a Era das Revoluções (1789–1848), a Era do Capital (1848–1875) e a Era dos Impérios (1875–1914), que levaram ao triunfo global do capitalismo. Em relação ao que chamou de breve século XX (1914–1991), formado pelo impacto da Revolução Russa, o autor propôs a Era dos Extremos, permeada pela Era da Catástrofe (1914–1945) e pela Era do Ouro (1947–1973). O autor ressalta que talvez a característica mais significativa do fim do século XX seja a tensão entre a acelerada globalização e a incapacidade conjunta das instituições públicas e do comportamento coletivo dos seres humanos de se acomodarem a ela.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens seguintes, acerca dos regimes po...

3233 Q517716
História
Ano: 2016
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Eric Hobsbawm, historiador britânico, identificou períodos subsequentes do século XIX, como a Era das Revoluções (1789–1848), a Era do Capital (1848–1875) e a Era dos Impérios (1875–1914), que levaram ao triunfo global do capitalismo. Em relação ao que chamou de breve século XX (1914–1991), formado pelo impacto da Revolução Russa, o autor propôs a Era dos Extremos, permeada pela Era da Catástrofe (1914–1945) e pela Era do Ouro (1947–1973). O autor ressalta que talvez a característica mais significativa do fim do século XX seja a tensão entre a acelerada globalização e a incapacidade conjunta das instituições públicas e do comportamento coletivo dos seres humanos de se acomodarem a ela.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens seguintes, acerca dos regimes po...

3234 Q517372
História
Ano: 2016
Banca: Banca não informada
“É que Narciso acha feio o que não é espelho”... Em se tratando da cultura política predominante no Brasil e no estado do Rio Grande do Norte, esse trecho da música do sábio compositor Caetano Veloso pode ser relacionado, EXCETO:
3235 Q517370
História
Ano: 2016
Banca: Banca não informada
A pedagogia griô é uma experiência de ensino de história herdada da cultura africana e indígena que pode contribuir para a expansão do sentimento de historicidade no ambiente escolar, de modo que as novas gerações adquiram o gosto pelo passado por meio da presença de narradores na sala de aula, uma vez que os griôs são os guardiões de memória, possibilitando que os alunos se libertem desse sintoma terrível de desenraizamento por desconhecimento histórico. Essa possibilidade pedagógica se anunciou devido
3236 Q517368
História
Ano: 2016
Banca: Banca não informada
“Hoje o tempo voa amor, escorre pelas mãos, mesmo sem se sentir que não há tempo que volte amor”...assim como Lulu Santos está apresentando nessa canção uma concepção de tempo, nós historiadores também exercitamos essa leitura da categoria tempo, a partir de diversos olhares, de conformidade com o paradigma da história , ao qual nos filiamos. Podemos relacionar os diversos olhares sobre o tempo relacionando, EXCETO:
3237 Q517366
História
Ano: 2016
Banca: Banca não informada
Na trajetória histórica de construção de uma memória oficial celebrativa, por meio da qual passamos a crer que os sujeitos históricos sempre foram e sempre serão homens brancos, letrados e pertencentes às elites dominantes, falar de CIDADANIA implica em reconhecer que, EXCETO:
3238 Q517364
História
Ano: 2016
Banca: Banca não informada

No nosso imaginário nacional fomos condicionados a buscar incessantemente o salvador de nossa pátria, isso é consequência do ensino de história positivista apologético que fabricou os chamados e proclamados heróis nacionais, com as respectivas datas comemorativas e o registro oficial de seus grandes feitos. Neste sentido, podemos considerar o ex presidente Getúlio Vargas:

I) Um estadista tão audacioso e empreendedor que ousou mudar a capital do Brasil do Rio de Janeiro para Brasília.

II) O único presidente da República que foi na contramão da história das elites no poder e que aderiu a um modelo de gestão inspirado pelo socialismo e pelo paradigma marxista.

III) Um grande investidor da construção da identidade nacional, uma vez que em seu governo tomou iniciat...

3239 Q517362
História
Ano: 2016
Banca: Banca não informada

O desconhecimento da história da Paraíba, por parte de seus moradores contribui para o processo de reprodução da memória oficial celebrativa. Em se tratando de falar das revoluções paraibanas, é consensual no discurso local, a referência à Revolução de 30, porque está associada à reprodução do mito João Pessoa, que inclusive gerou a mudança do nome da cidade Parahyba para João Pessoa. A Revolução de 1817 é uma experiência de movimentos sociais que faz parte da memória silenciada pela historiografia tradicional celebrativa. Alguns pesquisadores locais têm dado visibilidade aos outros sujeitos históricos e às outras revoluções paraibanas, nesta virada epistemológica da narrativa histórica crítica os estudos mostraram que a Revolução de 1817 representou:

I) Um movimento protagoniz...

3240 Q517360
História
Ano: 2016
Banca: Banca não informada
Em se tratando de refletir sobre as concepções de ensino de História que têm circulado na realidade educacional brasileira, podemos fazer as seguintes considerações acerca dos livros didáticos: