A revelação foi feita pela própria pessoa na foto, Hessy Taft, hoje com 80 anos. A mulher doou uma cópia da revista ao Museu do Holocausto, em Jerusalém, como parte da campanha Recolhendo Fragmentos, lançada em 2011 para estimular pessoas a doarem materiais ligados ao holocausto para que sejam protegidos pela posteridade. Hessy Taft, cujo sobrenome de solteira é Levinson, nasceu em Berlim em 1934, filha de pais judeus originários da Letônia [...]. Em 1935, a mãe de Hessy e sua tia a levaram para ser fotografada por Hans Ballin, um renomado fotógrafo em Berlim. Sete meses mais tarde, para surpresa da família, a empregada dos Levinson disse ter visto a foto da pequena Hessy ...
411
Q923764
O bebê “ariano ideal” que aparece na capa de uma revista da propaganda nazista, em 1935, era, na verdade, judeu
A revelação foi feita pela própria pessoa na foto, Hessy Taft, hoje com 80 anos. A mulher doou uma cópia da revista ao Museu do Holocausto, em Jerusalém, como parte da campanha Recolhendo Fragmentos, lançada em 2011 para estimular pessoas a doarem materiais ligados ao holocausto para que sejam protegidos pela posteridade. Hessy Taft, cujo sobrenome de solteira é Levinson, nasceu em Berlim em 1934, filha de pais judeus originários da Letônia [...]. Em 1935, a mãe de Hessy e sua tia a levaram para ser fotografada por Hans Ballin, um renomado fotógrafo em Berlim. Sete meses mais tarde, para surpresa da família, a empregada dos Levinson disse ter visto a foto da pequena Hessy ...
A revelação foi feita pela própria pessoa na foto, Hessy Taft, hoje com 80 anos. A mulher doou uma cópia da revista ao Museu do Holocausto, em Jerusalém, como parte da campanha Recolhendo Fragmentos, lançada em 2011 para estimular pessoas a doarem materiais ligados ao holocausto para que sejam protegidos pela posteridade. Hessy Taft, cujo sobrenome de solteira é Levinson, nasceu em Berlim em 1934, filha de pais judeus originários da Letônia [...]. Em 1935, a mãe de Hessy e sua tia a levaram para ser fotografada por Hans Ballin, um renomado fotógrafo em Berlim. Sete meses mais tarde, para surpresa da família, a empregada dos Levinson disse ter visto a foto da pequena Hessy ...
412
Q923573
Sobre os cultos praticados no Egito Antigo, é incorreto afirmar:
413
Q923481
“Aqui falo como prático da história. Especialista ou sintetizador? Ambos ao mesmo tempo, porque é preciso ser as duas coisas. Generalizar no concreto, sem se preocupar com abstrações feitas em série, este é o máximo pico a ser atingido pelo historiador, o mais alto e o mais difícil.”
(CARDOSO, Ciro Flamarion S.; BRIGNOLI, Héctor Pérez. Os métodos da história. São Paulo: Graal, 1981.)
A citação expressa o projeto de se construir uma história-problema, que não caísse no refúgio positivista da monografia exclusiva e nem na pretensão absurda da filosofia da história. Pensase agora em uma história total, centrada na atividade humana, na vida dos grupos e das sociedades. Tais reflexões são próprias da seguinte escola historiográfica:
(CARDOSO, Ciro Flamarion S.; BRIGNOLI, Héctor Pérez. Os métodos da história. São Paulo: Graal, 1981.)
A citação expressa o projeto de se construir uma história-problema, que não caísse no refúgio positivista da monografia exclusiva e nem na pretensão absurda da filosofia da história. Pensase agora em uma história total, centrada na atividade humana, na vida dos grupos e das sociedades. Tais reflexões são próprias da seguinte escola historiográfica:
414
Q923480
“Estamos persuadidos de que a história oral não está mais em suas primícias. Chegou já à primavera e é cada vez mais reconhecida e compreendida nos círculos acadêmicos mais tradicionais. Os que contestam a fonte oral travam combates ultrapassados. Em contrapartida, como em todo fenômeno que atinge a maturidade, o risco de perda de vitalidade, de banalização é real. Seu segundo desafio é o de permanecer fiel à sua inspiração inicial”.
(JOUTARD, P. DESAFIOS À HISTÓRIA ORAL DO SÉCULO XXI In Marieta de Moraes (org.). História oral: desafios para o século XXI. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz/Casa de Oswaldo Cruz / CPDOC - Fundação Getúlio Vargas, 2000, p, 33).
É correto definir História Oral como
(JOUTARD, P. DESAFIOS À HISTÓRIA ORAL DO SÉCULO XXI In Marieta de Moraes (org.). História oral: desafios para o século XXI. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz/Casa de Oswaldo Cruz / CPDOC - Fundação Getúlio Vargas, 2000, p, 33).
É correto definir História Oral como
415
Q923479
Um dos objetivos da micro-história é:
416
Q923478
“aplicar o método comparativo no quadro das ciências humanas consiste (...) em buscar, para explicá-las, as semelhanças e as diferenças que apresentam duas séries de natureza análoga, tomadas de meios sociais distintos” (BLOCH, Marc. APUD CARDOSO. Ciro Flamarion. BRIGNOLI, Hector Perez. Os Métodos da história. Rio de Janeiro: Edições Graal, p. 409).
Acerca da História Comparada é correto afirmar que:
Acerca da História Comparada é correto afirmar que:
417
Q923477
“Nestes tempos que alguns batizaram de pós-modernos, predomina em certos ambientes acadêmicos uma visão sobre a história (...) de mera construção ou representação, sob o signo de diversos poderes (...) evacuadores de saberes alternativos. Tais disciplinas são entendidas como algo a abordar só hermeneuticamente. Em outras palavras, não haveria História e, sim, histórias “de” e “para” determinados grupos definidos por dadas posições - constituindo, estas, lugares de onde se fala -, o que significa que, ao escrever, um historiador se dirigiria, na realidade, a um destes grupos, àquele que partilhe com ele as premissas que constroem o seu discurso. Existiría, então, uma história das - mulheres, uma história dos negros, uma história dos homossexuais; uma história construída em torno de interes...
418
Q923476
A historiografia brasileira é uma disciplina que tem como objetivo estudar a produção e evolução da historiografia no Brasil, desde os primeiros registros até a atualidade. Nesta questão, vamos avaliar seu conhecimento sobre alguns dos principais períodos e escolas históricas do Brasil. A escola histórica que teve influência na história colonial brasileira e que valorizava a figura dos bandeirantes chama-se:
419
Q923475
As políticas públicas de memória são fundamentais para garantir o respeito à história e à identidade cultural de um país. Elas têm como objetivo preservar e valorizar a memória coletiva e individual, além de promover a reflexão crítica sobre o passado. Das seguintes ações, aquela que NÃO é uma política pública de memória, está apresentada na opção
420
Q923474
A organização de arquivos históricos é uma atividade que ganhou centralidade durante a formação dos Estados Nacionais Modernos, de forma acelerada no século XIX. Ao longo desse processo foi visto que é preciso estabelecer critérios claros e eficazes para armazenar, classificar e recuperar documentos históricos de forma apropriada. O principal objetivo da organização de arquivos históricos é: