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Q915324
Mundialmente, a malária é uma prioridade sanitária, ocorrendo em mais de 100 países. No Brasil, é uma doença de notificação compulsória na região não amazônica, devendo ser notificada diante da suspeita clínica, por meio da ficha própria de investigação de malária do O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (BRASIL, 2010a). Sobre a malária é correto afirmar:
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Q915319
A raiva é uma zoonose viral que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letalidade de aproximadamente 100%, considerando casos raros de cura. O vírus da raiva (RABV) apresenta sete caracterizações antigênicas (AgV)1 distintas no Brasil, sendo duas encontradas, principalmente, em cães, três em morcegos (AgV3, AgV4 e AgV6) e outras duas em reservatórios silvestres, no Cerdocyon thous (AgV2*)2 e no Callithrix jacchus (AgVCN). As variantes AgV1 e AgV2 são as comumente envolvidas em epizootias caninas (possuem maior potencial de disseminação entre cães, principalmente aqueles livres ou soltos nas ruas) por ocasionar a raiva. As variantes de morcego estão relacionadas, normalmente, à raiva paralítica e, assim, apresentam menor potencial de disseminação. Ações de vigilância e pre...
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Q915318
As Doenças veiculadas por alimentos podem ser causadas por:
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Q915317
A LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990 visa a regulamentação em todo território brasileiro:
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Q915316
A ocorrência de casos novos de uma doença ou agravo, passíveis de prevenção e controle pelos serviços de saúde, indica que a população está sob risco e pode representar ameaças à saúde pública, tornando necessária a adoção de ações oportunas e efetivas para determinar que tipos de respostas e medidas de controle e prevenção serão requeridos (Ministério da Saúde, 2016). Na investigação de casos, temos como caso contraído pelo enfermo na zona de sua residência, classificado como:
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Q915315
Prever o surgimento ou a volta de epidemias é extremamente difícil, contudo, o ponto-chave na prevenção de zoonoses emergentes é:
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Q915314
A ocorrência de surtos pode ser identificada de várias maneiras. Entre elas destaca-se:
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Q915307
A arquitetura de organização federativa da política de saúde no Brasil combina um conjunto de competências comuns ou concorrentes com a alocação de competências específicas para cada esfera de Estado. Assinalar a alternativa que apresenta uma competência específica dos Municípios:
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Q915306
A Estratégia Saúde da Família visa à reorganização da atenção básica no País, de acordo com os preceitos do Sistema Único de Saúde. Um ponto importante é o estabelecimento de uma equipe multiprofissional - Equipe de Saúde da Família - que pode ser composta, entre outros, por:
I. Médico generalista, ou especialista em Saúde da Família, ou médico de Família e Comunidade. II. Enfermeiro generalista ou especialista em Saúde da Família. III. Agentes censitários.
Estão CORRETOS:
I. Médico generalista, ou especialista em Saúde da Família, ou médico de Família e Comunidade. II. Enfermeiro generalista ou especialista em Saúde da Família. III. Agentes censitários.
Estão CORRETOS:
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Q915305
A respeito de vacinas, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) Deve-se administrar três doses da vacina poliomielite inativada (VIP), aos dois, quatro e seis meses, com intervalo entre as doses de 90 dias.
(_) A vacina pentavalente corresponde à união das vacinas adsorvida difteria, tétano, pertussis, hepatite B (recombinante) e haemophilus influenzae B conjugada.
(_) A vacina pneumocócica 10 (conjugada) deve ser administrada em duas doses, aos quatro e seis meses de idade, com intervalo de 60 dias entre as doses, em menores de um ano de idade.
(_) Deve-se administrar três doses da vacina poliomielite inativada (VIP), aos dois, quatro e seis meses, com intervalo entre as doses de 90 dias.
(_) A vacina pentavalente corresponde à união das vacinas adsorvida difteria, tétano, pertussis, hepatite B (recombinante) e haemophilus influenzae B conjugada.
(_) A vacina pneumocócica 10 (conjugada) deve ser administrada em duas doses, aos quatro e seis meses de idade, com intervalo de 60 dias entre as doses, em menores de um ano de idade.