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Framework é um padrão de arquitetura, em que um conjunto de classes cooperantes constroem um projeto reutilizável para uma classe de software específica. Quanto à adaptação, os Frameworks são classificados nos três tipos descritos a seguir. I - baseiam-se no conceito de herança e ligação dinâmica que permite uma subclasse reutilizar a interface e a implementação de sua superclasse. II - baseiam-se no conceito de composição de objetos onde estes não revelam detalhes internos de sua implementação, tendo-se somente acesso à interface do mesmo. III - baseiam-se no fato de permitirem adaptação tanto por herança e ligação dinâmica, quanto por composição de componentes. Os tipos descritos de frameworks são denominados respectivamente:
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Um conceito utilizado na abordagem orientada por objetos, trata da possibilidade que uma mesma operação possui de atuar de modos diferentes em classes diferentes. Isto é possível quando uma operação é declarada com o mesmo nome em classes diferentes, porém executando processamentos diferentes para atender aos requisitos semânticos de sua classe. Por exemplo, uma operação de “mover” para classe “Janela” executa um processo diferente do que a operação “mover” para classe “Peça-de-Xadrez”. Enquanto uma operação modifica a posição de uma janela a outra movimenta uma peça de xadrez. Esse conceito é denominado:
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Um modelo completo de um sistema é composto por submodelos que expressam visões diferentes da mesma realidade. Há três tipos de visões, das quais duas são descritas a seguir. I - descreve os aspectos do sistema que se modificam com o passar do tempo, especificando o controle do sistema. Os diagramas de estado são usados como ferramenta de descrição. II - descreve as transformações dos valores dos dados de um sistema. Os diagramas de fluxo de dados são usados como ferramenta de trabalho Essas visões são denominadas respectivamente:
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Na árvore de diretórios Linux, um contém tudo o que é necessário para carregar o sistema, exceto os arquivos de configuração e o gerenciador de boot, utilizado antes de o kernel executar /sbin/init. Isto inclui setores máster de inicialização e arquivos de mapa de setor. Esse diretório é conhecido por:
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No Linux, o sistema de arquivos Ext3 faz parte da geração extended file system, em que o seu maior benefício é o suporte a journaling. O Ext3 suporta os três modos diferentes de journaling descritos a seguir. I - padrão no Ext3, grava somente mudanças em arquivos metadata, que armazenam informações sobre os outros, mas guardam as atualizações no arquivo de dados antes de fazer as mudanças associadas ao sistema de arquivos. II - grava todas as mudanças em sistema de arquivos, é o mais lento dos três, mas é o que possui maior capacidade de evitar perda de dados. III - só grava mudanças para o sistema de arquivos em metadados, mas utiliza o processo de escrita do sistema de arquivos em uso para gravação, é o mais rápido, mas menos confiável. Os modos I, II e III são conhecidos, respectiva...
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No Linux, um comando é utilizado para alterar o proprietário e/ou grupo de arquivos. A sintaxe para esse comando é:
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