5631 Q724772
Arquivologia
Ano: 2018
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
A fim de apoiar as demandas internas da instituição em que trabalha e auxiliar o pesquisador que a ela recorre em busca de subsídios, o arquivista deve conhecer profundamente o potencial informativo da documentação sob seus cuidados. Para tanto, precisa realizar pesquisas na área de
5632 Q724771
Arquivologia
Ano: 2018
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Ao processo de identificação de fundos, o arquivista australiano Peter Scott acrescentou uma característica que não havia sido elencada anteriormente por Michel Duchein. Segundo Scott, o órgão produtor deve ter
5633 Q724770
Arquivologia
Ano: 2018
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Os historiadores reescrevem a história produzida pelos seus contemporâneos e, ocasionalmente, ainda revisam suas próprias conclusões. De modo similar, os arquivistas deveriam estar sempre vendo sua política de avaliação à luz das exigências cambiantes e expansivas da pesquisa. A opinião de Meyer H. Fishbein, partilhada por outros autores, tem como desdobramentos:

I. a presença de historiadores nas comissões de avaliação.

II. a possibilidade de reavaliar periodicamente os critérios utilizados no processo de avaliação.

III. políticas cautelosas de eliminação de documentos, garantindo a preservação de material cujo uso futuro é insuspeitado.

Do ponto de vista lógico, há coerência entre o postulado do autor e o que está enunciado em

5634 Q724769
Arquivologia
Ano: 2018
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
As partes IV e V correspondem, respectivamente,
5635 Q724768
Arquivologia
Ano: 2018
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
As partes II e III correspondem, respectivamente,
5636 Q724767
Arquivologia
Ano: 2018
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
O texto de número I corresponde
5637 Q724766
Arquivologia
Ano: 2018
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Ao contrário do que ocorre com os documentos de museus e bibliotecas, os de arquivo
5638 Q724765
Arquivologia
Ano: 2018
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Em artigo publicado em 2006 sobre “A teoria dos arquivos e a gestão de documentos”, Ana Márcia Lutterbach Rodrigues afirma que o próprio resultado da missão [da instituição] muitas vezes torna-se documento do arquivo quando lhe é dado, pelo produtor, o caráter de amostra ou modelo para futuras ações. Como exemplo, pode-se citar os livros de uma editora ou os produtos de uma indústria de bens de consumo não perecíveis. A literatura arquivística não discute esses documentos, mas os arquivistas, de maneira geral, entendem que, a partir do momento em que o produtor do arquivo atribui valor de referência a itens que se originaram na realização da sua missão, esses itens tornam-se documentos do seu arquivo. A autora refere-se a
5639 Q724764
Arquivologia
Ano: 2018
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Apesar da diversidade de ambientes jurídicos, políticos e administrativos em que se situam os arquivos, e também da diversidade de procedimentos a que vêm sendo submetidos ao longo do tempo, é possível reconhecer neles, do ponto de vista epistemológico, um substrato comum:
5640 Q724763
Arquivologia
Ano: 2018
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Considere os três exemplos de documentos a seguir.

I. Controle de acesso de portaria;

II. Relatório do serviço de manutenção de elevador;

III. Inventário de material permanente.

Eles deverão ser, respectivamente: