A historiografia da Educação Física produzida nos anos...

Educação Física - Geral - Fundação Carlos Chagas (FCC) - 2016 - SEDU/ES - Professor de Educação Física

A historiografia da Educação Física produzida nos anos 1980 atribui ao movimento higienista, ocorrido no Brasil nas primeiras décadas do século XX, uma preocupação em conservar a cultura dominante. No entanto, nos últimos anos novas pesquisas historiográficas têm produzido outros olhares ao mesmo movimento, enfatizando a existência de correntes higienistas do início do século XX que
  • A. incentivavam a mistura de raças por meio da imigração de populações europeias em massa para, gradualmente, tornaremse o equivalente da raça superior, resultando no desaparecimento do elemento negro no país.
  • B. defendiam que os problemas do povo brasileiro decorriam do absenteísmo do Estado e pressionavam o governo para que interviesse na saúde e na educação pública a partir dos interesses da população em detrimento dos interesses das elites.
  • C. apoiavam o Estado descentralizado, pois em função do aspecto continental do país, apenas as administrações regionais poderiam combater os problemas sociais decorrentes da desnutrição e falta de hábitos higiênicos das populações locais.
  • D. entendiam que o Brasil era um país jovem como os EUA e as diferenças no desenvolvimento eram decorrentes da composição da população brasileira, predominada por seres inferiores e com baixa capacidade para o trabalho.
  • E. consolidaram a aplicação dos métodos ginásticos para a formação do cidadão dócil politicamente, útil para o trabalho e forte para a defesa da nação.
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Questões extras

Suponha que a curva de oferta de mercado de determinado bem seja dada por

onde q é a quantidade ofertada e p é o preço do bem.

A esse respeito, pode-se afirmar que o(a)

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No que se refere à radiodifusão e à TV por assinatura, julgue os itens abaixo.

Os debates e enfrentamentos acerca de radiodifusão apenas reproduzem a eterna polarização em torno do tema: de um lado, os que são favoráveis ao que consideram a modernização do setor, entendida como capitalização dos veículos, capacidade competitiva e aprimoramento tecnológico, e, de outro lado, os que são contra a abertura do capital, porque a consideram perda da autonomia cultural e oportunidade para manipulação da opinião pública e para omissão de informação em prol de interesses internacionais.

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