Prova: IBADE - 2022 - Prefeitura de Costa Marques - RO - Fonoaudiólogo
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Prefeitura de Costa Marques - RO
A perda auditiva condutiva leva a uma impossibilidade do so
A perda auditiva condutiva leva a uma impossibilidade do som auditivo chegar até o sistema neurossensorial da cóclea. É causada por um problema localizado no ouvido externo ou interno. A perda auditiva condutiva é caracterizada por:
A
Redução dos limiares de condução óssea; gap aéreo- - ósseo pequeno, que não excede a 10dB.; limiares alterados na condução aérea; índice de reconhecimento de fala não previsível; timpanogramas normais ou alterados; reflexos acústicos presentes ou ausentes; o grau da perda pode variar de leve a moderadamente severo; nos casos bilaterais, a pessoa tende a falar em voz alta, pois perde a capacidade de realizar o monitoramento da própria voz.
B
Bons limiares de condução aérea; pequeno gap aéreoósseo que não excede os 5dB; índice de reconhecimento de fala bom ou excelente; timpanogramas alterados; o grau de perda pode variar de leve a moderadamente severo; nos casos bilaterais, a pessoa tende a falar em voz alta, pois perde a capacidade de realizar o monitoramento da própria voz.
C
Bons limiares de condução óssea; gap aéreo-ósseo significativo; limiares alterados na condução aérea; índice de reconhecimento de fala bom ou excelente; timpanogramas alterados; o grau de perda pode variar de leve a moderadamente severo; nos casos bilaterais, a pessoa tende a falar em voz baixa, pois ela se ouve de forma muito clara pela via óssea, devido ao efeito de oclusão que o problema condutivo produz.
D
Bons limiares de condução aérea; gap aéreo-ósseo significativo; limiares alterados na condução óssea; índice de reconhecimento de fala bom ou excelente; timpanogramas normais; o grau de perda pode variar de leve a moderadamente severo; nos casos bilaterais, a pessoa tende a falar em voz baixa, pois ela se ouve de forma muito deficiente pela via aérea, devido ao efeito de oclusão que o problema condutivo produz.
E
Redução dos limiares de condução óssea; gap aéreo- - ósseo pequeno, que não excede a 10dB.; bons limiares na condução aérea; índice de reconhecimento de fala não previsível; timpanogramas normais ou alterados; reflexos acústicos presentes ou ausentes; o grau da perda pode variar de leve a moderadamente severo; nos casos bilaterais, a pessoa tende a falar em voz baixa, pois perde a capacidade de realizar o monitoramento da própria voz.
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