Questões da Escola de Administração Fazendária (ESAF)

De acordo com a Portaria MAPA nº 210/98, configura-se uma evisceração retardada o caso em que o animal não é eviscerado em até 30 minutos após a sangria.

Assim, assinale a opção correta quanto aos procedimentos e critérios de julgamento descritos no anexo IX da Portaria MAPA nº 210/98, para aves com evisceração retardada com período de atraso na evisceração entre 30 e 45 minutos.

  • A. Aproveitamento condicional das carcaças e condenação das vísceras.
  • B. Agilizar a evisceração na linha, mesmo improvisada. Observar atentamente os órgãos internos e caracteres organolépticos da carcaça. Caso haja comprometimento da carcaça e vísceras, sob o aspecto organoléptico, deve-se proceder à condenação. Caso contrário, libera-se o conjunto.
  • C. Condenação total das aves sem proceder a evisceração para que não ocorra contaminação cruzada.
  • D. Eviscerar as aves imediatamente e proceder lavagem das carcaças e vísceras antes dos procedimentos da entrada na zona limpa do abate.
  • E. Efetuar procedimento normal de evisceração, proceder a condenação das vísceras e efetuar aspersão de ácido acético nas superfícies internas e externas das carcaças seguido da liberação das carcaças.
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Considerando o descrito na Portaria MAPA nº 210/98, assinale a opção correta quanto ao procedimento imediato que os pés e pescoço com ou sem cabeça deverão sofrer quando retirados na linha de evisceração para fins comestíveis.
  • A. Deverão ser imediatamente embalados.
  • B. Deverão ser imediatamente congelados até atingirem a temperatura de -12ºC.
  • C. Deverão ser imediatamente resfriados a 4ºC em câmara estática de refrigeração.
  • D. Deverão ser imediatamente pré-resfriados em resfriadores contínuos por imersão.
  • E. Deverão ser imediatamente submetidos ao cozimento.
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De acordo com a Portaria MAPA nº 711/95, são obrigatoriamente incisados nas “Linhas de Inspeção” os seguintes nodos linfáticos:
  • A. Apical, Brônquicos, Cervicais, Gástricos, Axilares da 1º costela, Mandibulares, Mesentéricos, Parotidianos e Hepáticos.
  • B. Apical, Brônquicos, Hepáticos, Gástricos, Inguinais Retromamários, Pré-crural, Mesentéricos, Parotidianos e Retrofaríngeos.
  • C. Apical, Brônquicos, Cervicais, Gástricos, Inguinais Retromamários, Mandibulares, Mesentéricos, Parotidianos e Retrofaríngeos.
  • D. Apical, Brônquicos, Cervicais, Gástricos, Inguinais Retromamários, Mandibulares, Mesentéricos, Parotidianos e Retrofaríngeos.
  • E. Apical, Brônquicos, Cervicais, Gástricos, Ilíacos, Mandibulares, Mesentéricos, Lombares e Retrofaríngeos.
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São objetivos da inspeção ante-mortem listados no Capítulo VII da Portaria MAPA nº711/95, exceto:
  • A. examinar o estado sanitário dos suínos e auxiliar com dados informativos a tarefa da inspeção post-mortem.
  • B. conferir o número de animais apresentados na relação discriminativa ou global de matança para o dia seguinte, fornecida pela empresa à Inspeção Federal, como determina a legislação.
  • C. avaliar individualmente 100% dos animais com auxílio de termometria para maior acurácia clinica, além de executar a identificação individual desses animais.
  • D. certificar-se das condições higiênicas e de conservação das pocilgas, assim como do provimento de água dos bebedouros, tomando-se, se necessárias, as medidas indispensáveis para a sua regularização.
  • E. exigir os certificados sanitários de sanidade, de acordo com as instruções do Serviço de Defesa Sanitária Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, quando for o caso.
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No processo de abate de suínos, a escaldagem é extremamente importante tecnologicamente, pois amolece as cerdas facilitando a sua retirada na depiladeira. Quando feita por imersão, a escaldagem inevitavelmente resultará em excesso de matéria orgânica na água do tanque, que favorecerá uma proliferação excessiva de Salmonella ssp e, por conseguinte, contaminação cruzada aos animais que ali entrarem na sequência. O CODEX Alimentarius publicou em 2016 a CAC/GL 87, que trata dos procedimentos de controle de Salmonella ssp em carne bovina e suína durante os procedimentos de abate. Na etapa de escaldagem de suínos, assinale, entre as opções abaixo, a que indica corretamente quais as medidas baseadas no perigo que constam do documento CAC/ GL 87-2016 para controle e até redução de Salmonella ssp em carcaças suínas.
  • A. Renovação de toda a água do tanque de escaldagem antes da entrada de cada suíno, durante os procedimentos de abate.
  • B. Manter a água de escaldagem em temperatura mínima de 54ºC, em escaldagem de 5 minutos de duração ou outro binômio de tempo e temperatura equivalentes.
  • C. Manter a temperatura da água de escaldagem a 62ºC independente do tempo de escaldagem e renovar esta água a cada 5 suínos escaldados.
  • D. Manter a temperatura da água de escaldagem a 62ºC independente do tempo de escaldagem e renovar esta água a cada 5 suínos escaldados.
  • E. A água de escaldagem deveria ser mantida no mínimo a 61ºC, em escaldagem de 8 minutos de duração ou a 70ºC, em escaldagem de 2 a 3 minutos de duração ou ainda outro binômio de tempo e temperatura que sejam equivalentes.
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Conforme a CAC/GL 86-2015, o teste laboratorial e ações de acompanhamento são algumas medidas de controle para Trichinella ssp em carne suína, equina e de caça, contudo outras ações de controle pós-abate podem ser realizadas mesmo após o diagnóstico da presença do parasita. Assim sendo, assinale, entre as opções abaixo, a que contempla as medidas de controle pós-abate previstas na CAC/GL 86-2015 para Trichinella ssp.
  • A. Conforme a CAC/GL 86-2015, o teste laboratorial e ações de acompanhamento são algumas medidas de controle para Trichinella ssp em carne suína, equina e de caça, contudo outras ações de controle pós-abate podem ser realizadas mesmo após o diagnóstico da presença do parasita. Assim sendo, assinale, entre as opções abaixo, a que contempla as medidas de controle pós-abate previstas na CAC/GL 86-2015 para Trichinella ssp.
  • B. Realizar o tratamento pelo frio atendendo aos seguintes binômios de tempo e temperatura: I - por trinta dias, a -12ºC (doze graus Celsius negativos); II - por vinte dias, a - 20ºC (vinte graus Celsius negativos); ou III - por doze dias, a -25ºC (vinte e cinco graus Celsius negativos).
  • C. Realizar a retirada e condenação da área acometida no exame post-mortem da linha de abate.
  • D. Realizar o congelamento em regime de refrigeração que garanta a letalidade para todas as Trichinella ssp presentes; tratamento térmico validado para inativação de Trichinella ssp ou tratamento por irradiação, validado para inativação de Trichinella ssp.
  • E. Realizar a retirada e condenação da área acometida e destinar a carcaça ao aproveitamento condicional pelo uso do tratamento por irradiação validado para inativação de Trichinella ssp.
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De acordo com a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), algumas doenças detectadas nos animais em exames ante-mortem e post-mortem têm sua notificação de caráter obrigatório, portanto devem ser notificadas em âmbito internacional. Em 2017, a OIE atualizou a lista de doenças de notificação obrigatória. Com base nessa atualização, indique a opção abaixo onde todas as doenças listadas são de notificação obrigatória.
  • A. Anaplasmose bovina, Piroplasmose equina, Gastroenterite transmissível em suínos e Tuberculose bovina.
  • B. Triquinelose, Brucelose, Infecção por Seneca Valley Virus em suínos e Scrapie.
  • C. Infecção por vírus da doença de Newcastle, Peste Suína Africana, Babesiose Bovina e Infecção por Faciola hepática.
  • D. Sarna sarcóptica, Leucose bovina enzootica, Campilobacteriose genital bovina e Aerossaculite em aves.
  • E. Infecção por vírus da gripe aviária, Encefalopatia Espongiforme Bovina, Doença de Aujeszky e Leptospirose em equinos.
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Entre as opções abaixo, assinale aquela que contempla instituições que elaboram as normas internacionais que são explicitamente reconhecidas como referência pelo Acordo sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS), no Âmbito da Organização Mundial do Comércio.
  • A. Comissão do Codex Alimentarius e Organização Internacional para Padronização (ISO).
  • B. Autoridade Europeia para Segurança Alimentar (EFSA) e Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
  • C. Administração para Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) e Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
  • D. Convenção Internacional para Proteção dos Vegetais (IPPC) e Organização Internacional para Padronização (ISO).
  • E. Comissão do Codex Alimentarius e Convenção Internacional para Proteção dos Vegetais (IPPC).
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Assinale a opção que contempla Estados brasileiros reconhecidos atualmente pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como zonas livres de febre aftosa com vacinação.
  • A. Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
  • B. Rio de Janeiro e Goiás.
  • C. Paraná e Roraima.
  • D. São Paulo e Piauí.
  • E. Amazonas e Minas Gerais.
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Assinale a opção que relaciona corretamente uma doença de notificação obrigatória com a espécie animal alvo, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
  • A. Gastroenterite transmissível / bovinos.
  • B. Scrapie / ovinos.
  • C. Colibacilose / suínos.
  • D. Aerossaculite / aves.
  • E. Encefalomielite por vírus Nipah / caprinos.
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