Questões de Psicologia de Psicologia jurídica

 /   /   /  Psicologia jurídica

Pesquise mais Questões de Psicologia de Psicologia jurídica abaixo,

FCC - TJ - PE - Analista Judiciário - Psicólogo - 2012
Psicologia / Psicologia jurídica

O psicólogo pode receber determinação judicial para averiguar periculosidade, condições de discernimento ou sanidade mental das partes envolvidas em litígio ou julgamento. Este trabalho denomina-se

a) perícia.
b) diagnóstico estrutural.
c) justiça restaurativa.
d) investigação transformativa.
e) mediação.

FCC - TJ - PE - Analista Judiciário - Psicólogo - 2012
Psicologia / Psicologia jurídica

Nos casos em que há algum tipo de psicopatologia envolvida no ato criminoso, a legislação penal determina que o indivíduo seja internado em Hospital específico para tratamento. Transcorrido um tempo do tratamento, essa desinternação só é possível por

a) realização de um novo julgamento.
b) pedido dos familiares.
c) realização de júri popular.
d) liberação da vítima ou de seus familiares.
e) determinação judicial.

FCC - TJ - PE - Analista Judiciário - Psicólogo - 2012
Psicologia / Psicologia jurídica

A Justiça Restaurativa é uma corrente surgida há cerca de quarenta anos nas áreas de criminologia e vitimologia. Assume-se como um novo paradigma de justiça, caracterizado essencialmente pela

a) dificuldade encontrada pela vítima em se reequilibrar psicossocialmente após o sofrimento de qualquer tipo de crime.
b) promoção da efetiva participação dos interessados ? vítimas e infratores ? na solução de cada caso concreto.
c) obrigatoriedade da submissão do criminoso a técni cas psicoterapêuticas em conjunto com a vítima.
d) necessidade que a sociedade tem de ver punido criminalmente o criminoso violento.
e) retirada da relação "vítima-criminoso" do protagonismo do processo.

FCC - TJ - PE - Analista Judiciário - Psicólogo - 2012
Psicologia / Psicologia jurídica

O papel dos psicólogos no âmbito judiciário como promotores da cidadania, da reinserção social e autonomia, abrange

a) que sua profissão não lhe permite interpretar legislações, o que portanto o coloca como assujeitado do sistema, no tocante às proposições de inserção do saber psicológico.
b) as questões de disciplinamento e vigilância sobre a intimidade do sujeito, aspecto difícil de ser atingido pelo Estado.
c) que a colaboração no planejamento de construção de políticas sociais não é tarefa do psicólogo, cabendo ao profissional do Serviço Social esse tipo de engajamento.
d) um posicionamento crítico na mediação entre sujeito e Estado, produzindo experiências consistentes de reestruturação das relações de mediação dos apenados com o tecido social.
e) que o trabalho do psicólogo deve se restringir a realizar perícias, não podendo orientar, acompanhar ou dar orientações no âmbito do sistema judiciário da esfera penal.

FCC - TJ - PE - Analista Judiciário - Psicólogo - 2012
Psicologia / Psicologia jurídica

Nos litígios envolvendo a guarda de crianças, deve ser obedecido o princípio do "melhor interesse da criança", sendo INCORRETO afirmar que a manifestação volitiva da criança

a) tem um papel preponderante mas não dispensa o estudo psicológico de toda a estrutura e dinâmica familiar, já que a opinião da criança em meio ao litígio conjugal pode estar fortemente influenciada por sentimentos e vivências diversas daquele rompimento.
b) é insuficiente às vezes, devendo ser analisadas também a estabilidade, a continuidade e a permanência da relação familiar.
c) deve incluir o esclarecimento e a demonstração dos interesses dos pais em relação à situação da disputa.
d) deve ser estudada em conjunto com a estabilidade do ambiente familiar e a condição emocional que um ou outro genitor possui (nos casos das guardas unilaterais) para se responsabilizar pela criança.
e) é suficiente sempre, devendo os Tribunais dispensarem o estudo psicossocial quando a criança faz sua escolha por um ou outro genitor de forma clara.

FCC - TJ - PE - Analista Judiciário - Psicólogo - 2012
Psicologia / Psicologia jurídica

Caracteriza-se Guarda Compartilhada quando

a) a criança não tem residência fixa, ora permanecendo com a mãe, ora permanecendo com o pai.
b) não há ruptura na habitualidade, pois um dos genitores permanece residindo com a criança e o outro tem total flexibilidade para participar da sua vida.
c) há a quebra da parentalidade, pois a criança não vivencia a continuidade dos relacionamentos com os genitores.
d) a criança fica fixa em uma determinada residência e seus genitores se revezam para estar com ela periodicamente.
e) há definição de horários fixos distribuídos entre um e outro genitor por sentença judicial renovável a cada dois anos.

FCC - TJ - PE - Analista Judiciário - Psicólogo - 2012
Psicologia / Psicologia jurídica

A retirada ou manutenção do poder familiar, a definição da guarda e outras medidas judiciais que envolvam crianças e adolescentes, podem ser apoiadas em uma avaliação pericial, conforme prevê o Código de Processo Civil. Dentre os elementos que devem ser observados em um trabalho pericial é fundamental

a) avaliar as competências parentais no tocante à relação com a criança.
b) avaliar as características individuais dos genitores e não do grupo familiar como um todo.
c) excluir a família estendida durante a avaliação.
d) pesquisar outros recursos de avaliação uma vez que não é recomendável o uso de qualquer tipo de teste psicológico em menor de 10 anos.
e) não emitir qualquer documento ou parecer por escrito para o juiz, envolvendo criança menor de 7 anos, a não ser que a família autorize por escrito.

FCC - TJ - PE - Analista Judiciário - Psicólogo - 2012
Psicologia / Psicologia jurídica

Quando o juiz determina perícia psicológica em uma ação de interdição, ele necessita conhecer

a) a capacidade do indivíduo em reger sua própria pessoa e administrar seus bens.
b) a condição do indivíduo no tocante ao exercício de sua parentalidade.
c) somente a capacidade do indivíduo em se manter sóbrio diante da oferta e disponibilidade do álcool e de outras drogas na nossa sociedade.
d) se há condições emocionais familiares para colaborar na manutenção de seu parente na internação em estabelecimento de Medida de Segurança.
e) a condição de cessação de periculosidade do indivíduo, visando possível progressão no regime de cumprimento da pena.

FUNIVERSA - MPE - GO - Técnico em Psicologia - 2010
Psicologia / Psicologia jurídica

A ruptura conjugal cria a família monoparental, e a
autoridade parental, até então exercida pelo pai e pela mãe,
acompanha a crise e concentra-se em um só dos genitores,
ficando o outro reduzido a um papel verdadeiramente
secundário (visita, alimentos, fiscalização). Quer isso dizer
que um dos genitores exerce a guarda no âmbito da atuação
prática, no cuidado diário, e o outro conserva as faculdades
potenciais de atuação.

Assim, com o crescente número de rupturas,
surgem, também, os conflitos em relação à guarda de filhos
de pais que não mais convivem, fossem casados ou não.
Cumpre à doutrina e à jurisprudência estabelecer as
soluções que privilegiem a manutenção dos laços que
vinculam os pais a seus filhos, eliminando a dissimetria dos
papéis parentais que o texto constitucional definitivamente
expurgou, como se vê pelo artigo 226, § 5.º.

A ruptura afeta diretamente a vida dos menores,
porque modifica a estrutura da família e atinge a organização
de um de seus subsistemas, o parental. Diante de tal
situação, aparece uma corrente que questiona a necessidade
de se manterem todos os personagens da família envolvidos,
mesmo após a ruptura da vida em comum, a partir de noções
de outras disciplinas, como a psicologia, a sociologia, a
psiquiatria, a pediatria e a assistência social, tentando, assim,
atenuar as consequências injustas que essa ruptura provoca.



In: Revista Âmbito Jurídico ( com adaptações ).


Como destaca o texto III, correntes teóricas questionam a necessidade da manutenção da presença de todos os personagens da família, mesmo depois da ruptura da vida em comum. Tal questionamento fez surgir um novo tipo de guarda de filhos, visando manter uma adequada comunicação entre os pais. Esse tipo de guarda é denominada

a) compartilhada.
b) alternada.
c) definitiva.
d) exclusiva.
e) inclusiva.

FUNIVERSA - MPE - GO - Técnico em Psicologia - 2010
Psicologia / Psicologia jurídica

A ruptura conjugal cria a família monoparental, e a
autoridade parental, até então exercida pelo pai e pela mãe,
acompanha a crise e concentra-se em um só dos genitores,
ficando o outro reduzido a um papel verdadeiramente
secundário (visita, alimentos, fiscalização). Quer isso dizer
que um dos genitores exerce a guarda no âmbito da atuação
prática, no cuidado diário, e o outro conserva as faculdades
potenciais de atuação.

Assim, com o crescente número de rupturas,
surgem, também, os conflitos em relação à guarda de filhos
de pais que não mais convivem, fossem casados ou não.
Cumpre à doutrina e à jurisprudência estabelecer as
soluções que privilegiem a manutenção dos laços que
vinculam os pais a seus filhos, eliminando a dissimetria dos
papéis parentais que o texto constitucional definitivamente
expurgou, como se vê pelo artigo 226, § 5.º.

A ruptura afeta diretamente a vida dos menores,
porque modifica a estrutura da família e atinge a organização
de um de seus subsistemas, o parental. Diante de tal
situação, aparece uma corrente que questiona a necessidade
de se manterem todos os personagens da família envolvidos,
mesmo após a ruptura da vida em comum, a partir de noções
de outras disciplinas, como a psicologia, a sociologia, a
psiquiatria, a pediatria e a assistência social, tentando, assim,
atenuar as consequências injustas que essa ruptura provoca.



In: Revista Âmbito Jurídico ( com adaptações ).


Segundo o texto III, "Cumpre à doutrina e à jurisprudência estabelecer as soluções que privilegiem a manutenção dos laços que vinculam os pais a seus filhos, eliminando a dissimetria dos papéis parentais que o texto constitucional definitivamente expurgou, como se vê pelo artigo 226, § 5.º. Já o fundamento psicológico para o tipo de guarda em questão, no qual a presença dos personagens familiares é mantida, mesmo depois da separação, reside no fato de que a separação e o divórcio acarretam uma série de perdas para a criança." A partir do exposto, conclui-se que o tipo de guarda em que a presença dos personagens familiares é mantida tem como objetivo

a) mascarar os sentimentos depressivos das crianças, o que lhes traz benefícios para sua vida futura.
b) descartar a guarda exclusiva, visto que esta mostra-se ineficiente e prejudicial aos filhos.
c) complementar a guarda exclusiva, sobretudo nos casos em que a criança apresenta problemas de fundo emocional.
d) amenizar o sentimento de perda, pois os filhos se beneficiam ao reconhecerem que têm dois pais envolvidos em sua criação e educação.
e) manter o bem-estar da criança a ser adotada, devido ao aumento dos casos de adoção.



Seja aprovado em 1 ano Conheça o método para ser aprovado em Concurso Público

Estude Grátis é uma simples e poderosa ferramenta que lhe ajudará a passar nos melhores Concursos Públicos. São milhares de Questões de Concurso para você filtrar e estudar somente aqueles temas que estão especificados em seu Edital.