Questões de Psicologia de Mediação de conflito

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FCC - TJ - PE - Analista Judiciário - Psicólogo - 2012
Psicologia / Mediação de conflito

A mediação de conflitos

a) busca fazer com que as pessoas cumpram as normas impostas, já que as relações se baseiam na desigualdade entre os gêneros, entre pais e filhos e outras.
b) é uma técnica extrajudicial para resolver conflitos, excluindo, no entanto, as situações que envolvam família e filhos.
c) apoia-se nos paradigmas das ciências contemporâneas e, ao invés de trabalhar com verdades absolutas, tem o objetivo de aceitar a complexidade dos fenômenos interpessoais.
d) valoriza aquele que é mais forte e com condições de melhor se impor na lógica adversarial, tendo como objetivo sempre eliminar a presença do Judiciário, já que a homologação dos acordos mediados é dispensável.
e) não pode ser usada pelo Poder Judiciário pois não garante o sigilo entre os mediados e nem o manuseio dos conflitos de forma a contribuir para a superação das diferenças.

FCC - TRT 1ª - Analista Judiciário - Psicologia - 2011
Psicologia / Mediação de conflito

Na mediação de conflitos, a consciência de Si e do Outro (o reconhecimento do Outro como diferente de Mim) é condição básica para a proposição de um diálogo e para se garantir, dentro das diferenças, o princípio da

a) estrutura básica.
b) moralidade.
c) equidade.
d) desigualdade.
e) normalidade.

FCC - TRT 1ª - Analista Judiciário - Psicologia - 2011
Psicologia / Mediação de conflito

O mediador pode assumir vários papéis para ajudar as partes na resolução de disputas, entre eles o de agente de realidade, ou seja, ele

a) pode assumir certa responsabilidade ou culpa por uma decisão impopular que as partes, apesar de tudo, estejam dispostas a aceitar.
b) ajuda a elaboração de um acordo razoável e viável e questiona e desafia as partes que têm objetivos radicais e não-realistas.
c) toma a iniciativa de prosseguir as negociações por meio de sugestões processuais ou fundamentais.
d) proporciona assistência às partes e as vincula a especialistas e a recursos externos (ex: advogados, especialistas técnicos) que podem capacitá-los a aumentar as opções aceitáveis de acordo.
e) instrui os negociadores iniciantes, inexperientes ou despreparados no processo de barganha.

FCC - TRT 1ª - Analista Judiciário - Psicologia - 2011
Psicologia / Mediação de conflito

Na abordagem de John M. Haynes (descrita no livro Fundamentos da Mediação Familiar), quando um ou ambos os cônjuges abusam de álcool e/ou drogas, o mediador deve estabelecer regras específicas para lidar com esta condição. Informam aos clientes que eles devem vir a cada sessão livres de substâncias. Se algum membro do casal vem à sessão sob o efeito de alguma substância química, a sessão será

a) cancelada em favor de sua própria proteção e esta pessoa pagará pelo horário, já que alcoolizados ou drogados não podem representar adequadamente seu legítimo interesse individual.
b) adaptada, sendo que o mediador conversa com o membro do casal não alcoolizado, para lhe oferecer suporte diante do cônjuge em mal estado.
c) mantida, uma vez que o cônjuge não alcoolizado ou drogado demanda ajuda e não pode controlar a atitude do outro, que tão logo recuperar-se-á deste estado.
d) postergada em uma hora para que o casal possa dialogar em situação de sanidade mental, propiciando assim a viabilidade dos acordos.
e) reorganizada de modo a oferecer chances iguais e controlar o perigo de uma lide interminável, já que se deva tentar, via mediação, a aproximação e pacificação das partes.

CESPE - DPU - Psicólogo - 2010
Psicologia / Mediação de conflito

Em relação aos conflitos característicos das relações interpessoais e grupais, assinale a opção correta.

a) A existência do ciclo de atividades-interações-sentimentos depende da competência técnica dos envolvidos na relação, e não pode influenciá-la a ponto de afetar a quantidade e a qualidade do trabalho.
b) A ausência de qualquer tipo de conflito indica bom ambiente, boas relações e, no caso das organizações, competência.
c) A administração de conflitos consiste exatamente na escolha e na implantação das estratégias mais adequadas para se evitar conflitos no contexto das relações humanas.
d) A mediação e a arbitragem são formas de resolução de conflitos que dependem da atuação de uma terceira pessoa não envolvida diretamente no conflito.
e) Experimentos com grupos sociais mostram que reduzir a interdependência de funções e desvincular atuação de metas comuns, eliminando-se os objetivos de ordem superior, são ações que promovem a cooperação nas relações intergrupais.

FCC - TRT 9ª - Analista Judiciário - Psicologia - 2010
Psicologia / Mediação de conflito

Entre os paradigmas de resolução de conflitos encontramse diferentes perspectivas ( epistêmica, de desempenho, narrativa, transformadora, argumental ).

A perspectiva narrativa

a) examina as maneiras como a comunicação possibilita e fortalece formas viáveis de ação, completando a construção de uma realidade prefigurada, sem que se sobrevalorize a ações simbólicas.
b) alude a como, mediante atos comunicativos, os sujeitos sociais reconhecem a si mesmos e reconhecem a outros como produtores de conhecimento e de ações, adonando-se (empowerment) de seu próprio poder como dimensão criadora e vendo a comunicação como ações concretas.
c) entende a comunicação como um conjunto de ações simbólicas que adquirem consequência e significado para quem vive nela, a cria ou interpreta.
d) concebe a comunicação e a resolução de conflitos como maneiras de conhecer e de fazer no mundo concreto, considerando símbolos coletivos.
e) encara um argumento não como objeto, mas como ponto de vista, um conjunto de lentes conceituais - construídas nos diálogos e nas interações sociais - que as pessoas utilizam para examinar eventos comunicativos, por meio das representações coletivas.

FCC - METRÔ - Analista Trainee - Psicologia - 2010
Psicologia / Mediação de conflito

A etapa Escolha das opções, no processo de mediação de conflitos, visa, de imediato, à construção

a) do método.
b) das hipóteses.
c) das soluções.
d) da investigação.
e) do domínio.

FCC - TRT - 4ª Região - Analista Judiciário - Psicologia - 2009
Psicologia / Mediação de conflito

A mediação é geralmente definida como a interferência em uma negociação ou em um conflito de uma terceira parte aceitável, tendo um poder de decisão

a) ilimitado e voluntário em que as pessoas em conflito solicitam a ajuda de uma terceira parte imparcial e neutra para tomar uma decisão por elas, com relação a questões contestadas.
b) limitado ou não autoritário, e que ajuda as partes envolvidas a chegarem voluntariamente a um acordo, mutuamente aceitável, com relação às questões em disputa.
c) arbitral, no qual as partes podem quase sempre escolher seu próprio árbitro ou conselho de árbitros, o que lhes dá mais controle sobre a decisão do que se a terceira parte fosse indicada por uma autoridade ou agência externas.
d) ilimitado, em função da abordagem legislativa da resolução de disputas como meio público de resolução de um conflito por intermédio de recurso à lei.
e) circunstancial, em abordagem extralegal, incluindo procedimentos privados que as partes usam isoladamente ou com a ajuda de uma terceira parte para negociar um acordo não voluntário ou com a decisão de uma terceira parte, sancionada de modo privado ou público.

FCC - TJ - PA - Analista Judiciário - Psicologia - 2009
Psicologia / Mediação de conflito

A mediação é um dos métodos alternativos para a resolução de conflito e juntamente com a arbitragem e a conciliação constituem-se exemplos conhecidos destes métodos no Brasil. A mediação e a conciliação frequentemente são confundidas e, muitas vezes, até considerados sinônimos. A mediação

a) é um método de resolução de conflitos em que um terceiro dependente e parcial coordena reuniões conjuntas ou separadas com as partes envolvidas em conflito.
b) é muito rápida, pois não requer o conhecimento da inter-relação das partes em conflito.
c) restringe-se a uma reunião entre as partes e o conciliador, na maioria dos casos.
d) demanda que o terceiro tenha conhecimento mais profundo sobre a inter-relação entre as partes.
e) visa pura e simplesmente ao acordo e atingir a insatisfação dos interesses e das necessidades dos envolvidos no conflito.

FCC - TJ - PA - Analista Judiciário - Psicologia - 2009
Psicologia / Mediação de conflito

As metodologias para a resolução alternativa de conflitos são práticas que aparecem em um contexto em que mudou a maneira de conceber a construção do conhecimento. Há inúmeras perspectivas emergentes. A perspectiva narrativa

a) concebe a comunicação e a resolução de conflitos como maneiras de conhecer e de fazer.
b) constrói futuros possíveis: nela, mediante ações comunicativas pessoais e grupais, cabe perceber e construir futuros possíveis, prefigurar situações, desenvolvimentos e passos que poderiam conduzir a eles e - neste processo - atualizar sua realização.
c) entende a comunicação como um conjunto de ações simbólicas que adquirem consequência e significado para quem vive nela, a cria ou interpreta.
d) alude a como, mediante atos comunicativos, os sujeitos sociais reconhecem a si mesmos e reconhecem a outros como produtores de conhecimento e de ações, adonando (empowerment) de seu próprio poder como dimensão transformadora.
e) encara um argumento não como objeto, mas como ponto de vista, um conjunto de lentes - que as pessoas utilizam para examinar eventos comunicativos.

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