Questões de Português de Vocabulário

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VUNESP - Polícia Civil - SP - Escrivão de Polícia - 2013
Português / Vocabulário

“Educação de Futuros Milionários”
descarta necessidade de curso superior



Dustin Moskovitz, cofundador do Facebook, Sean Parker,
presidente fundador do Facebook, e Matt Mullenweg, criador do
WordPress, são algumas das pessoas que não concluíram o ensino
superior e se tornaram profissionais bem-sucedidos.
Buscando compreender o que considerou ser uma tendência

para o século 21, Michael Ellsberg realizou seu estudo, que
resultou no livro Educação de Futuros Milionários, agora publicado

no Brasil.
Descartar a necessidade de cursar uma faculdade não quer
dizer que o estudo se tornou obsoleto ou algo que pode ser negligenciado.
Para Ellsberg, ser autodidata e continuar estudando
são as chaves para o sucesso profissional.


(http://www1.folha.uol.com.br, 08.11.2012. Adaptado)


De acordo com a leitura do texto, para quem deseja alcançar o sucesso profissional, permanecer estudando é

a) improfícuo.
b) supérfluo.
c) excessivo.
d) imprescindível.
e) antiquado.

VUNESP - SEDU - SP - Analista Sociocultural - Biblioteconomia - 2013
Português / Vocabulário

Leia o texto para responder a questão.


Sem serviço na Copa

Brasileiros e estrangeiros aficionados por futebol que se cuidem.
Não se exclui que a Copa de 2014 seja prejudicada por uma
crise digital, diante da dificuldade do país de se preparar para o
pico na demanda por telecomunicações.

O tráfego de dados pela internet explodiu em anos recentes.
Estima-se que a cada mês de 2012 tenha circulado pela rede
mundial conteúdo equivalente a mais de 8 bilhões de DVDs. Menos
de 4% disso foi enviado por aparelhos móveis, como celulares
e tablets, mas o volume de bits transferido por eles deverá
mais que decuplicar nos próximos cinco anos.

No Brasil, como em muitos países engolfados tardiamente
por essa avalanche digital, a disseminação da banda larga se
dá principalmente por meio da telefonia móvel. Conjugada com
o fator Copa do Mundo, essa tendência engendra um quadro
preocupante.

O país está atrasado na matéria. Afoba-se para pôr no ar a
quarta geração (4G), mas não faz funcionar direito nem a anterior
(3G) – um serviço caro e péssimo, hoje.

A continuar o ritmo atual de expansão da base de usuários
em descompasso com a infraestrutura de transmissão (como seu
número insuficiente de antenas), as deficiências se agravarão. E
ficarão mais evidentes ainda na Copa de 2014, quando o tráfego
de dados crescerá de forma exponencial.

(Folha de S.Paulo, 07.03.2013. Adaptado)


O termo "aficionados", na primeira frase do texto, significa

a) colaboradores.
b) adversários.
c) entusiastas.
d) céticos.
e) promovedores.

FCC - SEFAZ - SP - Agente Fiscal de Rendas - P1 - 2013
Português / Vocabulário

Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.



No final de 1865, d. Pedro II solicitou a José Antônio Pimenta Bueno, futuro visconde, depois marquês de São Vicente, que
realizasse estudos preliminares e elaborasse propostas de ação legislativa visando à emancipação dos escravos. O trabalho de
Pimenta Bueno seria depois discutido em sessões do Conselho de Estado pleno. O objetivo do esforço era dotar o governo de projeto
de lei sobre emancipação a ser submetido à discussão e aprovação do Legislativo. Pimenta Bueno concluiu a tarefa em janeiro de
1866. Todavia, as dificuldades da guerra com o Paraguai e a resistência do chefe de gabinete na ocasião, o marquês de
Olinda -escravocrata raivoso e empedernido -, fizeram com que o assunto fosse engavetado por alguns meses. Em meados de
1866, o interesse do imperador em promover o debate sobre o problema da escravidão recebeu novo alento com a correspondência
enviada por uma prestigiosa sociedade abolicionista francesa, a Comité pour l"Abolition de l"Esclavage, solicitando-lhe que usasse o
seu poder e influência para abolir a escravidão no Brasil. A resposta, assinada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, indicava que
o novo gabinete liberal, liderado por Zacarias de Góes e Vasconcellos, estava pronto para promover a causa. A emancipação no
Brasil parecia coisa decidida, sendo apenas questão de forma e oportunidade.

A resposta enviada aos abolicionistas franceses surpreendeu políticos e grandes proprietários. Foi, na verdade, a moldura
para os debates sobre o trabalho de Pimenta Bueno, então visconde de São Vicente, no Conselho de Estado, em abril de 1867. Os
conselheiros estavam numa situação delicada. Confrontados com a determinação do imperador em fazer caminhar o problema da
emancipação, ficavam talvez inibidos em opor resistência decidida à iniciativa, por mais que esta fosse de encontro às suas
convicções mais íntimas. O resultado dessa tensão entre conveniência política e convicções escravocratas foi a formulação, por parte
da maioria dos conselheiros, de argumentos sibilinos destinados a concordar com o imperador em que a emancipação era questão
decidida, ao mesmo tempo que sustentavam a opinião de que nada devia ser feito sobre o assunto.

(Sidney Chalhoub. Escravidão e cidadania: a experiência histórica de 1871. Machado de Assis, historiador. São Paulo: Companhia

das Letras, 2003, p.139 e 140)


Preservado o contexto, está correta a seguinte compreensão de segmento do texto:

a) moldura para os debates / arremate das altercações.
b) argumentos sibilinos / provas irrefutáveis.
c) recebeu novo alento / foi agraciado com mais um importante reconhecimento.
d) fosse de encontro às suas convicções mais íntimas / corroborasse suas crenças basilares.
e) raivoso e empedernido / colérico e renitente.

VUNESP - SEDU - SP - Analista Administrativo - 2013
Português / Vocabulário

Leia o texto para responder a questão.



O Rio de Janeiro voltou a ser a cidade que inspira o Brasil.
Aos poucos, recupera a influência que tinha nos anos 1950
e 1960, época em que Burle Marx rasgava jardins e Oscar
Niemeyer projetava os edifícios que faziam do Rio uma cidade
ainda mais maravilhosa – digna de ser cantada nos versos de Tom
Jobim e Vinícius de Moraes. No passado, a pujança cultural do
Rio se escorava num time de criadores geniais como eles. Hoje,
ela se deve principalmente à recuperação econômica, que fez
com que florescessem na cidade novos polos de moda, cinema,
música e esporte. Em cada um desses campos, novos criadores
cariocas começam a deixar sua marca. A soma entre o dinheiro e
a perspectiva de exposição internacional com dois grandes eventos
esportivos – Copa do Mundo e Olimpíada – também atraiu o
interesse de arquitetos de renome, além de movimentar o turismo.
Com tudo isso, o carioca, aos poucos, começa a recuperar a
autoestima.

Nas últimas décadas, os elogios ao Rio vinham sempre
acompanhados de conjunções adversativas.

(Época, 04.03.2013)


Na frase - No passado, a pujança cultural do Rio se escorava num time de criadores geniais como eles. -, os termos em destaque significam, respectivamente,

a) ostentação e mantinha.
b) realidade e manifestava.
c) limitação e enfrentava.
d) oferta e vangloriava.
e) riqueza e apoiava.

CETRO - CREF - SP - Procurador - 2013
Português / Vocabulário

Assinale a alternativa em que o vocábulo dos parênteses apresenta o antônimo da palavra destacada.

a) A testemunha delatou o rapaz. (acusou)
b) Aquela região é pobre. (carente)
c) O réu pediu dispensa da testemunha. (isenção)
d) A fama é efêmera. (duradoura)
e) Aquela senhora é muito elegante. (alinhada)

FGV - INEA - Advogado - 2013
Português / Vocabulário

Texto I


Só falta a política de redução de riscos



Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram
afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos
Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram
de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo
ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os
mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em
dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado
exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por
outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade,
constituídas através dos processos sociais relacionados à
dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e
ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre
devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à
Defesa Civil.

A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne
da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um
conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações
de desastres, o que avançamos bem, mas também e
principalmente para o antes e o depois dos mesmos.

Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em
2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou]se o
Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres
Naturais, a Força]Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força
Nacional do SUS e reestruturou]se o Centro Nacional de
Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda
estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos
desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.

Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios
possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos
municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não
ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De
modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil
habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%.
É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios
de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.

Há necessidade urgente de se investir em políticas
integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor
porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução
após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da
vida “cotidiana”, não prolongando os efeitos dos desastres, como
temos visto.

(Carlos Machado – O Globo, 01/04/2013)


No período "A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres", a palavra sublinhada significa

a) o ponto problemático.
b) a parte desprezível.
c) o item essencial.
d) o segmento dispensável.
e) a seção dispendiosa.

FGV - INEA - Advogado - 2013
Português / Vocabulário

Texto I


Só falta a política de redução de riscos



Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram
afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos
Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram
de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo
ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os
mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em
dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado
exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por
outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade,
constituídas através dos processos sociais relacionados à
dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e
ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre
devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à
Defesa Civil.

A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne
da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um
conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações
de desastres, o que avançamos bem, mas também e
principalmente para o antes e o depois dos mesmos.

Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em
2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou]se o
Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres
Naturais, a Força]Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força
Nacional do SUS e reestruturou]se o Centro Nacional de
Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda
estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos
desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.

Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios
possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos
municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não
ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De
modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil
habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%.
É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios
de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.

Há necessidade urgente de se investir em políticas
integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor
porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução
após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da
vida “cotidiana”, não prolongando os efeitos dos desastres, como
temos visto.

(Carlos Machado – O Globo, 01/04/2013)


"Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramente, alerta e respostas aos desastres".

O vocábulo ainda é o que se chama um modalizador, ou seja, acrescenta uma opinião do enunciador ao texto: a de que as iniciativas citadas não deveriam estar concentradas no monitoramento.
Assinale a alternativa em que o vocábulo sublinhado também pode ser classificado como modalizador.

a) "Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011".
b) "Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%".
c) "De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era 3,3%".
d) "É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte".
e) "Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas".

FCC - TRT 1ª - Analista Judiciário - Área Administrativa - 2013
Português / Vocabulário

Atenção: A questão refere-se ao texto que segue.



Cada um fala como quer, ou como pode, ou como acha
que pode. Ainda ontem me divertiu este trechinho de crônica do
escritor mineiro Humberto Werneck, de seu livro Esse inferno
vai acabar:

“- Meu cabelo está pendoando – anuncia a prima,
apalpando as melenas.

Tenho anos, décadas de Solange, mas confesso que
ela, com o seu solangês, às vezes me pega desprevenido.

- Seu cabelo está o quê?

- Pendoando – insiste ela, e, com a paciência de
quem explica algo elementar a um total ignorante, traduz:

- Bifurcando nas extremidades.

É assim a Solange, criatura para a qual ninguém
morre, mas falece, e, quando sobrevém esse infausto
acontecimento, tem seu corpo acondicionado num ataúde,
num esquife, num féretro, para ser inumado em alguma
necrópole, ou, mais recentemente, incinerado em crematório.
Cabelo de gente assim não se torna vulgarmente
quebradiço: pendoa.”

Isso me fez lembrar uma visita que recebemos em casa,
eu ainda menino. Amigas da família, mãe e filha adolescente
vieram tomar um lanche conosco. D. Glorinha, a mãe, achava
meu pai um homem intelectualizado e caprichava no
vocabulário. A certa altura pediu ela a mim, que estava sentado
numa extremidade da mesa:

Querido, pode alcançar-me uma côdea desse pão?

Por falta de preparo linguístico não sabia como atender
a seu pedido. Socorreu-me a filha adolescente:

Ela quer uma casquinha do pão. Ela fala sempre assim
na casa dos outros.

A mãe ficou vermelha, isto é, ruborizou, enrubesceu,
rubificou, e olhou a filha com reprovação, isto é, dardejou-a com
olhos censórios.

Veja-se, para concluir, mais um trechinho do Werneck:

“Você pode achar que estou sendo implicante,
metido a policiar a linguagem alheia. Brasileiro é assim
mesmo, adora embonitar a conversa para impressionar os
outros. Sei disso. Eu próprio já andei escrevendo sobre o
que chamei de ruibarbosismo: o uso de palavreado rebarbativo
como forma de, numa discussão, reduzir ao silêncio
o interlocutor ignaro. Uma espécie de gás paralisante
verbal.”

(Cândido Barbosa Filho, inédito)



No contexto, as frases Meu cabelo está pendoando e pode alcançar-me uma côdea desse pão constituem casos de

a) usos opostos de linguagem, já que a completa informalidade da primeira contrasta com a formalidade da segunda.
b) usos similares de linguagem, pois em ambas o intento é valorizar o emprego de vocabulário pouco usual.
c) intenção didática, já que ambas são utilizadas para exemplificar o que seja uma má construção gramatical.
d) usos similares de linguagem, pois predomina em ambas o interesse pela exatidão e objetividade da comunicação.
e) usos opostos de linguagem, pois a perfeita correção gramatical de uma contrasta com os deslizes da outra.

FUNCAB - PC - ES - Perito em Telecomunicações - 2013
Português / Vocabulário

O crime eletrônico



O combate à violência é uma necessidade
geral, não apenas no Brasil, mas no resto do mundo.
Os meios de que a sociedade dispõe, nessa luta
crescente e sem fim, são esquálidos e se revelam
impotentes para deter ou diminuir a onda de crimes
que devasta a sociedade e ameaça cadaumde nós.

Em linhas gerais, pode-se dizer que os meios
de defesa crescem em progressão aritmética e os
recursos da violência crescem em progressão
geométrica. Um desses meios, que não inclui
sequestros, estupros, saques, arrastões e balas
perdidas, é fornecido por meio da mais sofisticada e
útil conquista da tecnologia: a internet.

Não é mole o que corre de violento e de boçal
no correio eletrônico. Sem poupar a verdade, a honra
alheia, a decência mínima que todo cidadão deve
cultivar, a internet está servindo como cloaca de
ressentimentos, inveja, calúnias, impotência
existencial, fracassos profissionais, constituindo-se
numa mídia clandestina e irresponsável, onde vale
tudo.

Bem sei que o assunto preocupa os
responsáveis pela decência do novo e mais
instantâneo meio de comunicação do mundo
moderno. Mas se torna cada vez mais difícil localizar
e punir os criminosos eletrônicos. Houve o caso
daquele rapaz, acho que das Filipinas, que deu um
rombo no banco inglês onde a própria Rainha tinha
conta. Foi identificado.

Recentemente, um hacker que caluniou o
presidente da República parece que foi também
localizado. São exceções, ainda.

Prevalece a impunidade, que estimula o crime
emquantidade e malefício.

Os benefícios da internet são óbvios,
numerosos e cada vez mais indispensáveis à vida
moderna.

Mas há que se encontrar um meio de impedir
que a poderosa arma seja usada contra a sociedade
civilizada que desejamos ser.


(CONY, Carlos Heitor. O crime eletrônico. Folha online. Disponível em:
Acesso em:
06/02/2013. Fragmento adaptado)


A palavra ESQUÁLIDOS, no primeiro parágrafo, significa:

a) pequenos.
b) artificiais.
c) eficazes.
d) inúmeros.
e) efêmeros.

FCC - ALE - PB - Consultor Legislativo - 2013
Português / Vocabulário

Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.



Já estamos habituados ao romance anual de José Lins
do Rego; uma escapada ao Nordeste em sua companhia faz parte
do nosso ritmo de vida. Durante cinco anos, em livros ora mais
plenamente realizados, como Menino de engenhoe Banguê,
ora mais fracos, como Doidinho, mas sempre vivos e verdadeiros,
o romancista nos trazia mais um caso da família de José
Paulino, mais uma vicissitude do Santa Rosa, mais um aspecto
da existência nas lavouras de cana do Nordeste, e da indústria do
açúcar. Com Usinaesgotou o assunto. Sem se repetir, não poderia
continuar a estudar o mesmo tema.

Que daria José Lins do Rego sem o açúcar, sem as recordações
de infância? Essa pergunta era formulada por todos
quantos admiramos o seu talento e seguimos com interesse a
expansão da sua força criadora. Purezafoi a resposta do romancista
e a pedra de toque nos permitiu aquilatar com segurança
da sua capacidade de criar livremente, sem o ponto de
partida das evocações de gente e coisas familiares.

José Lins do Rego mostrou [...] poder prescindir da terra
para formar o ambiente, dos canaviais que assobiam ao
vento, das pastagens sonoras de mugidos, dos rios de cheias
aterradoras, das matas floridas, de tudo aquilo que constitui, sobretudo
em Menino de engenho, um fundo de beleza e poesia.
E sobretudo provou que, embora as raízes de sua vocação de
romancista se alimentem do seu provincianismo, não está escravizado
à literatura regionalista, não é apenas o cronista do
Nordeste.

(Trecho da nota de Lúcia Miguel Pereira ao romance Pureza, de

José Lins do Rego. 5 ed. Rio de Janeiro. José Olympio, 1956,

com atualização ortográfica em respeito ao Acordo vigente)


E sobretudo provou que, embora as raízes de sua vocação de romancista se alimentem do seu provincianismo ...

Depreende-se do emprego da expressão grifada que seu correto entendimento está em:

a) uma maneira de ser e de mostrar aspectos e costumes próprios de uma província ou região.
b) exprimir habitualmente um mau gosto acentuado, consolidado em uma província ou região isolada.
c) tentar corrigir o atraso no modo de vida e nos costumes típicos de determinada região ou província.
d) criar personagens sem expressão, por estarem inseridas em um meio provinciano bastante atrasado.
e) dedicar-se à criação de romances cujo interesse extrapola as características de determinada região.



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