Questões de Português de Adjetivos

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QUADRIX - CRF - SP - Analista de Sistemas - 2013
Português / Adjetivos

Leia o poema abaixo para responder a questão.
Sonho Oriental



Sonho-me ás vezes rei, n’alguma ilha,
Muito longe, nos mares do Oriente,
Onde a noite é balsmica e fulgente
E a lua cheia sobre as águas brilha...
O aroma da magnólia e da baunilha
Paira no ar diáfano e dormente..
Lambe a orla dos bosques, vagamente,
O mar com finas ondas de escum ilha...
E enquanto eu na varanda de marfim
Me encosto, absorto num cismar sem fim,
Tu, meu amor, divagas ao luar,
Do profundo jardim pelas clareiras,
Ou descansas debaixo das palmeiras,
Tendo aos pés um Ieo familiar.

Antero de Quental


A respeito do adjetivo "diáfano", que se encontra no segundo verso da segunda estrofe, é possível afirmar que significa:

a) Pesado.
b) Escuro.
c) Turvo.
d) Calado.
e) Transparente.

CESPE - TJ - PB - Juiz Leigo - 2013
Português / Adjetivos

A vida social exige regras que disciplinem a conduta
de seus partícipes, com vistas à manutenção da ordem e da
harmonia sociais, como reconhecimento dos direitos e das
obrigações dos integrantes de determinada sociedade. À ideia
de que a vida em grupo só é possível com a restrição da
liberdade de cada um em benefício do todo corresponde outra
ideia, que consiste na possibilidade de violação do direito
alheio. A sanção jurídica é uma resposta à violação do direito,
usada como instrumento de punição ao transgressor e de
intimidação a terceiros que cogitem a possibilidade de
desrespeitá-lo. A sanção, entre cujas espécies se inclui a pena
criminal, é tão antiga quanto o próprio homem.
Na Antiguidade, os delitos eram punidos com penas
corporais e infamantes, suplícios e torturas. A pena capital era
largamente utilizada. Ainda não se concebia a prisão como
pena, mas ela era bastante utilizada como instrumento de
custódia do delinquente enquanto ele aguardava o julgamento
ou a punição. Geralmente o criminoso era encarcerado sob
condições subumanas. Na tradição greco-romana, a prisão civil
por dívida era utilizada não como pena, mas como instrumento
para compelir o devedor a saldar sua dívida.
Na Idade Média, eram largamente utilizadas as penas
corporais e infamantes, as capitais e de suplício e as torturas.
Também eram bastante comuns as ordálias, ou juízos de Deus,
processos pelos quais a divindade, invocada pelo julgador,
emitia o juízo ou a sentença por meio de uma prova, que
absolvia ou condenava o acusado. O caráter desumano das
penas era marcado pela desproporcionalidade na punição do
delito, uma vez que a mínima transgressão era punida com as
penas mais bárbaras.

Internet: (com adaptações).


As ideias originais do texto seriam mantidas se

a) o artigo o fosse inserido antes do nome "reconhecimento" [l..
b) fosse introduzida, na linha 10, uma vírgula imediatamente após "terceiros", e a expressão "que cogitem" fosse substituída por os quais cogitam.
c) o adjetivo "infamantes" [l. fosse substituído por desonrantes.
d) a expressão "enquanto ele aguardava" [l. fosse substituída por para ele aguardar.
e) a forma verbal "disciplinem" [l. fosse substituída por disciplinam.

FCC - ALE - PB - Assessor Técnico Legislativo - 2013
Português / Adjetivos

Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.



José Lins do Rego é brasileiríssimo. Outro dia, um
amigo conversou comigo sobre as pretendidas influências estrangeiras
na obra do paraibano. Falamos em Thomas Hardy,
em D. H. Lawrence. Não estava certo. José Lins do Rego é ele
mesmo. É paraibano. É brasileiro, brasileiríssimo. É brasileiro
com amor à terra, às mulheres, à conversa, aos gracejos, com a
memória do avô que era governador da província, do tio que
vendeu o engenho, com a memória vivíssima de todas as tristezas
da sua gente brasileira. Risos e lágrimas: eis o seu
mundo.

O grande valor literário da obra de José Lins do Rego
reside no fato de que o seu assunto e o seu estilo correspondem-
se plenamente. Assim, conta-se a decadência do
patriarcalismo, com as suas inúmeras tragédias e uns raros
raios de graça e humor. Desse modo, José Lins do Rego consegue
acertadamente o que quer; e isso me parece o maior
elogio que se pode fazer a um escritor. Concebendo a cultura
no sentido de Gilberto Freire, como expressão global da vida
política e do espírito, social e individual, vital e humana, José
Lins do Rego é a expressão literária da cultura da sua terra.

[Adaptado de Otto Maria Carpeaux. O brasileiríssimo José

Lins do Rego. (prefácio) Fogo Morto. Rio de Janeiro: José

Olympio. 50. ed. 1998. p. XV-XVI]


O elemento flexionado de modo a indicar uma qualidade em um grau muito elevado está destacado em:

a) ... o seu assunto e o seu estilo correspondem-se plenamente.
b) ... com a memória vivíssima de todas as tristezas de sua gente…
c) ... com as suas inúmeras tragédias...
d) ... e uns raros raios de graça e humor.
e) ... conta-se a decadência do patriarcalismo...

FGV - Assembléia Legislativa-MA - Assistente Legislativo - Agente Legislativo - 2013
Português / Adjetivos

A empregada foi embora



Chegou ao Brasil um problema que, na Europa, velho de meio
século, em nosso país só as empregadas domésticas
enfrentavam: como viver sem empregada, esse personagem que,
dentro de casa, serve de amortecedor às tensões entre homens e
mulheres confrontados às exigências do cotidiano de uma
família.

Quem faz o quê na infinidade de pequenos gestos do dia a
dia? Nem um nem outro. A resposta é simples: a empregada, a
babá, a cuidadora. Por vezes as três tarefas em uma mesma
pessoa. Baixos salários, jornadas infindáveis, condições de
alojamento deploráveis, essa sequela da escravidão exigia uma
abolição. A lei é bem vinda. Abre uma dinâmica de transformação
da sociedade que ainda não está visível em toda a sua
profundidade e cujos desdobramentos vão muito além dos muros
da casa. Vai interpelar, para além do orçamento das famílias, as
contas públicas e a organização do tempo nas empresas.

(Oliveira, Rosiska Darcy de. O Globo, abril de 2013.)


"Chegou ao Brasil um problema que, na Europa, velho de meio século, em nosso país só as empregadas domésticas enfrentavam: como viver sem empregada, esse personagem que, dentro de casa, serve de amortecedor às tensões entre homens e mulheres confrontados às exigências do cotidiano de uma família".
Sobre os constituintes desse primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa que apresenta o comentário inadequado.

a) O adjetivo "velho" está mal empregado, já que, referindo-se à Europa, deveria estar no gênero feminino - "velha".
b) Os dois pontos após "enfrentavam" introduz uma explicitação do substantivo "problema".
c) O advérbio "como" tem valor de interrogativo de modo.
d) As vírgulas empregadas antes e depois de "esse personagem que" marcam um aposto.
e) A expressão "serve de amortecedor às tensões" indica um papel positivo das empregadas domésticas.

FGV - Assembléia Legislativa-MA - Assistente Legislativo - Agente Legislativo - 2013
Português / Adjetivos

A empregada foi embora



Chegou ao Brasil um problema que, na Europa, velho de meio
século, em nosso país só as empregadas domésticas
enfrentavam: como viver sem empregada, esse personagem que,
dentro de casa, serve de amortecedor às tensões entre homens e
mulheres confrontados às exigências do cotidiano de uma
família.

Quem faz o quê na infinidade de pequenos gestos do dia a
dia? Nem um nem outro. A resposta é simples: a empregada, a
babá, a cuidadora. Por vezes as três tarefas em uma mesma
pessoa. Baixos salários, jornadas infindáveis, condições de
alojamento deploráveis, essa sequela da escravidão exigia uma
abolição. A lei é bem vinda. Abre uma dinâmica de transformação
da sociedade que ainda não está visível em toda a sua
profundidade e cujos desdobramentos vão muito além dos muros
da casa. Vai interpelar, para além do orçamento das famílias, as
contas públicas e a organização do tempo nas empresas.

(Oliveira, Rosiska Darcy de. O Globo, abril de 2013.)


Nas alternativas a seguir há sempre um adjetivo que se refere a um substantivo. Assinale a alternativa em que o adjetivo não representa uma opinião da autora do texto.

a) Baixos salários.
b) Jornadas infindáveis.
c) Condições deploráveis.
d) Contas públicas.
e) Pequenos gestos.

CONSULPLAN - TSE - Técnico Judiciário - Administrativa - 2012
Português / Adjetivos

Presente perfeito



Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade
do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo
perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes
de presentear seus familiares e amigos com dinheiro
vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o
risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e
no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de
diversas origens e comprar um item mais caro, que
ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você
regalar sua mulher com um caríssimo jantar na
expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo
romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o
mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom
vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.
Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$
200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”
para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de
economistas comportamentais, que desenvolveram
modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em
dois mundos distintos, o das relações sociais e o da
economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por
valores como amor e lealdade, o segundo tem como
marca indexadores monetários e contratos. Sempre que
misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe
que, no mundo das relações sociais, o presente serve
para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que
ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar
naquele restaurante chique ou um perfume um pouco
mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma
licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o
sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais
são que dinheiro com prazo de validade e restrições de
onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)


Assinale a palavra que, no texto, exerça papel adjetivo.

a) dois (L. 28)
b) mais (L. 34)
c) bem (L. 16)
d) regido (L. 25)

FGV - TRE - PA - Téc- Judiciário - Administrativa - 2011
Português / Adjetivos

Financiamento de partidos políticos


O Fundo Partidário será, em 2011, de R$ 301 milhões. Isso porque foi aprovado a nove dias do fim do ano o reforço de R$ 100 milhões. Desse valor, R$ 265 milhões são oriundos do Orçamento da União e R$ 36 milhões referentes à arrecadação de multas previstas na legislação eleitoral. Mas, afinal, qual a razão para se aumentar de forma tão extraordinária a dotação dos partidos? Muito simples: a necessidade de eles pagarem as dívidas de campanha.
Evidentemente, R$ 300 milhões é um custo irrisório para a consolidação da democracia. No entanto, a questão é mais complexa. O fundo partidário é utilizado de forma pouco transparente e, algumas vezes, desviado dos propósitos originais de fortalecimento do partido. Enfim, as máquinas partidárias muitas vezes se tornam aparelhos ou feudos controlados por poucos e financiados por todos nós.
Seria uma verba bem utilizada se fosse integralmente destinada ao fortalecimento da instituição e não ao pagamento de dívidas de campanhas, que devem ser bancadas de forma específica. Aliás, o melhor para a democracia seria separar os fundos partidários dos destinados às campanhas eleitorais. Tais verbas deveriam estar claramente separadas e não poderiam se comunicar.
Minha proposta é a de que o fundo partidário seja composto por uma quantia mínima para o partido manter uma estrutura básica. O resto deve ser obtido na militância, com base em atividades voltadas para a arrecadação de fundos. Partidos devem ir às ruas explicar para os cidadãos por que existem e quais são suas propostas.
Não é o caso hoje. Os partidos políticos transferem sua existência para o Congresso e só acordam às portas das eleições. Ficam hibernando à espera do momento eleitoral quando deveriam estar em praça pública em busca de militantes e se expondo ao debate.
No caso das campanhas eleitorais, a solução deve ser mais radical ainda. Nenhum dinheiro público nem de empresas poderia ser utilizado. A campanha deveria ser articulada com contribuições de cidadãos a partir de um limite universal. Todos podem contribuir até um determinado valor e declarar a doação na Justiça Eleitoral.
Ambas as propostas visam trazer partidos e candidatos para as ruas, oferecendo suas propostas e buscando recursos para a sua existência e para as campanhas eleitorais. É um modo de os partidos e candidatos se encontrarem com a cidadania em bases regulares.
Partidos são fundamentais para a consolidação da democracia e o permanente desenvolvimento da cidadania e devem existir – de verdade – em bases cotidianas. Devem promover eventos, debater propostas, acompanhar a gestão dos governos, discutir o exercício do poder. E não ser meros instrumentos de tomada do poder. No caso dos partidos políticos brasileiros, existe um agravante. Por conta de nossa herança patrimonialista, as organizações partidárias surgiram, em sua grande maioria, de dentro das estruturas do Estado.
Assim, a tarefa de mobilizar os cidadãos e cobrar coerência ideológica dos eleitores e lideranças políticas é ainda mais complexa. Além de parcelas expressivas da sociedade estarem excluídas do debate político pelas mais variadas razões, o custo de fazer política é alto se comparado com os benefícios que ela pode trazer para o seu dia a dia.
Obviamente, minhas propostas são românticas e inviáveis no atual momento da política nacional. No entanto, a questão do Ficha Limpa começou de forma inviável e romântica e, aos poucos, ganhou corpo e prosperou. O certo é que a questão do financiamento de partidos e de campanhas é essencial para o futuro da nossa democracia e deve ser objeto de séria reflexão.


(Murillo de Aragão. Página 20, 21/1/2011)

Assinale a palavra que, no texto, NÃO tenha valor adjetivo.

a) melhor (L.24)
b) muitas (L.17)
c) extraordinária (L.8)
d) minhas (L.76)
e) nove (L.2)

FGV - ISAE - Delegado de Polícia - 2010
Português / Adjetivos

Assinale a alternativa em que o termo destacado tenha função adjetiva.

a) Característica da nação.
b) Ameaça de colapso.c) Deterioração de valores.
d) Instituição da escravidão.e) Uso de violência.

TJ - SC - TJ - SC - Assistente Social - 2010
Português / Adjetivos

Escolha o adjetivo composto que completa corretamente a sentença: "O Estado deverá arcar com as despesas _____________ do paciente."

a) médica-hospitalares
b) médico-hospitalar
c) médicas-hospitalar
d) médico-hospitalares
e) médicas-hospitalares

FCC - ALE - SP - Agente Téc- Legislativo - Arquitetura - 2010
Português / Adjetivos

Representatividade ética


Costuma-se repetir à exaustão, e com as consequências características do abuso de frases feitas e lugares-comuns, que as esferas do poder público são o reflexo direto das melhores qualidades e dos piores defeitos do povo do país. Na esteira dessa convicção geral, afirma-se que as casas legislativas brasileiras espelham fielmente os temperamentos e os interesses dos eleitores brasileiros. É o caso de se perguntar: mesmo que seja assim, deve ser assim? Pois uma vez aceita essa correspondência mecânica, ela acaba se tornando um oportuno álibi para quem deseja inocentar de plano a classe política, atribuindo seus deslizes a vocações disseminadas pela nação inteira... Perguntariam os cínicos se não seria o caso, então, de não mais delegar o poder apenas a uns poucos, mas buscar repartilo entre todos, numa grande e festiva anarquia, eliminando-se os intermediários. O velho e divertido Barão de Itararé já reivindicava, com a acidez típica de seu humor: “Restaure-se a moralidade, ou então nos locupletemos todos!”.

As casas legislativas, cujos membros são todos eleitos pelo voto direto, não podem ser vistas como uma síntese cristalizada da índole de toda uma sociedade, incluindo-se aí as perversões, os interesses escusos, as distorções de valor. A chancela da representatividade, que legitima os legisladores, não os autoriza em hipótese alguma a duplicar os vícios sociais; de fato, tal representação deve ser considerada, entre outras coisas, como um compromisso firmado para a eliminação dessas mazelas. O poder conferido aos legisladores deriva, obviamente, das postulações positivas e construtivas de uma determinada ordem social, que se pretende cada vez mais justa e equilibrada.
Combater a circulação dessas frases feitas e lugarescomuns que pretendem abonar situações injuriosas é uma forma de combater a estagnação crítica - essa oportunista aliada dos que maliciosamente se agarram ao fatalismo das “fraquezas humanas” para tentar justificar os desvios de conduta do homem público. Entre as tarefas do legislador, está a de fazer acreditar que nenhuma sociedade está condenada a ser uma comprovação de teses derrotistas.

(Demétrio Saraiva, inédito)
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Pareceu necessário, ao autor, empregar o adjetivo ética, no título do texto, porque o conceito de representatividade costuma ser

a) utilizado como um valor, em princípio, absoluto, não se prestando a justificar interesses escusos.
b) lembrado em seu valor relativo, pois a tarefa legislativa é mais alta do que a de representar os anseios públicos.
c) maliciosamente utilizado por quem dele se vale como abono social para a prática de atos inescrupulosos.
d) referido como um desses valores que, historicamente, vão mudando de sentido de acordo com a época.
e) ingenuamente tomado como consensual, já que há muitas dúvidas quanto às tarefas que cabem ao legislador.



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