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IADES - Secretaria de Estado da Saúde - DF (SES/DF) - Médico - 2014
Questões de Medicina / Endocrinologia

As medidas preventivas da nefropatia diabética são, comprovadamente,

  • A. controlar a glicemia adequadamente e evitar ingestão de bebidas alcoólicas.
  • B. não fumar e evitar dieta hiperproteica.
  • C. usar pentoxifilina e acetilcisteína.
  • D. tratar a obesidade e a hiperuricemia.
  • E. utilizar a aminoguanidina e controlar a HAS.

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A queda da mortalidade, associada à redução da fecundidade e ao aumento da expectativa de vida, resulta no envelhecimento da população e no aumento das taxas de doenças crônico-degenerativas, entre elas a osteoporose. Nesse cenário, o denosumabe surgiu como uma nova opção terapêutica, com o objetivo de reduzir a morbimortalidade nos pacientes portadores de osteoporose. Quanto aos efeitos e ao emprego dessa droga, assinale a alternativa correta.

  • A. Catarata e dor nas extremidades são reações adversas comuns, ocorrendo em até 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento.
  • B. O denosumabe é um anticorpo monoclonal humano que age como agonista do RANK, aumentando sua ativação na superfície dos osteoblastos.
  • C. O uso do denosumabe é contraindicado em pacientes com clearance de creatinina menor que 30 mL/min.
  • D. Essa droga reduz em até 40% o risco de refratura de quadril em pacientes com idade maior que 75 anos.
  • E. Medicamentos metabolizados pelo CYP3A4, como o midazolam, devem ter sua dose ajustada, quando usados concomitantemente ao denosumabe.

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No que se refere às doenças tireoidianas, assinale a alternativa correta.

  • A. A tireoidite pós-parto tem etiologia autoimune, diferenciando-se da tireoidite linfocítica crônica por ocorrer dentro de um ano após o parto ou outro evento obstétrico; todavia, nem todas as mulheres evoluem permanentemente para o hipotireoidismo.
  • B. O hipotireoidismo subclínico deve ser tratado em todas as mulheres com idade entre 45 e 70 anos que apresentarem TSH > 7,0 mU/L e doença autoimune da tireoide.
  • C. O carcinoma folicular da tireoide representa aproximadamente 15% de todos os carcinomas tireoidianos, sendo mais prevalente em áreas normossuficientes em iodo e na quarta década de vida.
  • D. Mulheres com idade acima de 40 anos que apresentam hipoecogenicidade tireoidiana à ecografia e com elevação predominante de T3 têm maiores chances de remissão definitiva do hipertireoidismo causado por bócio difuso tóxico após tratamento com tionamidas.
  • E. A tireotoxicose induzida pela amiodarona tipo II apresenta-se usualmente em pacientes sem história prévia de bócio e (ou) doença tireoidiana autoimune, estando associada ao discreto aumento dos níveis de interleucina-6.

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A hipovitaminose D tem sido considerada um problema de saúde pública, estando associada a retardo no crescimento e raquitismo nas crianças e a osteomalácia e osteoporose nos adultos. Estima-se que a insuficiência de vitamina D acometa cerca de um bilhão de pessoas no mundo. No Brasil, ao menos 70% da população apresenta algum grau de deficiência, uma vez que se sabe ser impossível manter níveis adequados de vitamina D sem algum grau de exposição solar, salvo com o uso de suplementos vitamínicos. Acerca desse assunto, assinale a alternativa correta.

  • A. O padrão-ouro para o diagnóstico de hipovitaminose D é a dosagem da 25-hidroxivitamina D no soro, e valores maiores que 30 nmol/L inibem sistematicamente o aumento secundário da concentração sérica de paratormônio.
  • B. Os osteoclastos são inibidos de forma indireta através da ação da 1,25(OH) 2D nos osteoblastos e osteócitos, responsáveis pela produção de várias citocinas, como o fator estimulador osteoclástico (RANK-L).
  • C. A dosagem da vitamina D deve ser realizada em todos os pacientes portadores de osteoporose não senil.
  • D. Aproximadamente 75% da vitamina D circulante é convertida a 25(OH)D em sua primeira passagem pelo fígado.
  • E. A vitamina D suprime a formação da osteocalcina, osteopantina e fosfatase alcalina.

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Maria tem 32 anos de idade e está na 28o semana de gestação. Os exames dela apresentam TSH: 0,01 mU/L; T4L: 1,60 ng/dL e T4 total: 12,4 mg/dL. Além disso, a ultrassonografia da tireoide identificou nódulo hipoecoico em lobo direito, medindo 3,1 x 1,8 cm, bem delimitado, com halo fino hiperecoico e completo, sem microcalcificações. Não apresenta alterações significativas ao exame físico e encontra-se assintomática. Nesse caso hipotético, a conduta inicial a ser tomada é

  • A. solicitar cintilografia da tireoide com iodo 123
  • B. solicitar autoanticorpos tireoidianos, incluindo antirreceptor do TSH.
  • C. solicitar punção aspirativa com agulha fina (PAAF) do nódulo.
  • D. repetir a prova de função tireoidiana em dois meses.
  • E. iniciar propiltiouracil 300 mg/dia.

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João, 29 anos de idade, portador de diabetes mellitus tipo 1 desde os 19 anos, comparece à consulta de rotina relatando elevações dos níveis de glicemia após a realização de atividade física. Afirma que, geralmente, tem se dedicado somente à corrida, em dias intercalados, por volta das 18 horas, e que costuma manter a glicemia pré-exercício entre 200 e 250 mg/dL, mas que ela tem se elevado para níveis acima de 300 mg/dL após o exercício. Na última corrida, seu nível glicêmico, antes da corrida, foi de 247 mg/dL, tendo se elevado para 346 mg/dL logo após. Na noite anterior, quando não se exercitou, sua glicemia era de 215 mg/dL. O exame apresenta HbA1c de 9,2%. Menciona que tem abolido o café da manhã e o lanche da tarde nos dias em que se exercita e que não tem aplicado insulina basal no dia da corrida. O esquema utilizado por ele inclui insulina detemir 16 UI/manhã e insulina lispro 4 a 6 UI antes de cada refeição, de acordo com a contagem de carboidratos e glicemia pré-prandial. O paciente apresentou episódio de cetoacidose diabética há sete anos. Nessa situação hipotética, a causa mais provável de hiperglicemia pós-exercício é

  • A. gastroparesia.
  • B. excesso de ingestão noturna de carboidratos.
  • C. reposição inadequada de insulina.
  • D. hipoglicemia noturna.
  • E. hiperglucagonemia.

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Pacientes portadores de obesidade usualmente apresentam aumento dos níveis circulantes de

  • A. grelina e leptina.
  • B. adiponectina e somatostatina.
  • C. GLP-1 e NPY.
  • D. melatonina e irisina.
  • E. insulina e AGRP.

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Quanto ao diabetes mellitus, assinale a alternativa correta.

  • A. O MODY tipo 1 quase sempre é acompanhado de sintomas clássicos, estando geralmente associado à presença de anticorpos anti-GAD65 e anti-ilhotas, e ao sistema HLA.
  • B. O MODY tipo 2 é mais frequente na infância e adolescência e geralmente necessita de insulina para o controle.
  • C. O LADA (diabetes autoimune latente do adulto) representa cerca de 20% dos casos de diabetes tipo 1, sendo comum apresentar-se com cetoacidose diabética ao diagnóstico.
  • D. Hemoglobina glicosilada maior que 6,5%, por meio do método da cromatografia líquida de alta pressão, é um critério diagnóstico adotado recentemente pela Sociedade Brasileira de Diabetes.
  • E. O tabagismo não é um fator de risco para o diabetes mellitus tipo 2.

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Considerando-se a investigação de hipertensão endócrina em uma mulher de 35 anos de idade que apresenta histórico de hipocalemia, sem uso de diuréticos e exame segmentar sem alterações, espera-se encontrar o acometimento da camada suprarrenal

  • A. escamosa.
  • B. reticulada.
  • C. fasciculada.
  • D. glomerulosa.
  • E. medular.

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Homem de 26 anos de idade comparece ao consultório para avaliação de ginecomastia. Menciona início do quadro há três meses, com surgimento insidioso de nodulação em região mamária, bilateralmente, associada a hipersensibilidade local, sem galatorreia. Ao exame físico, percebiam-se nódulos mamários bilaterais, com aproximadamente 1 cm de diâmetro, pouco dolorosos à palpação, com expressão mamária negativa. Genitália atípica, com volume testicular normal, porém discretamente maior à esquerda e indolor à palpação. Os exames laboratoriais do paciente mostraram níveis de testosterona total aumentados em duas vezes o limite superior da normalidade, LH e FSH suprimidos, estradiol aumentado em três vezes o limite superior da normalidade, hCG e alfafetoproteína aumentados, SDHEA e prolactina normais.

Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que indica a hipótese diagnóstica mais provável.

  • A. Resistência androgênica parcial.
  • B. Abuso de esteroides anabolizantes.
  • C. Tumor testicular.
  • D. Hiperplasia adrenal congênita de início tardio.
  • E. Tumor adrenal.

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