Questões da Banca FGR

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FGR - Prefeitura Lagoa da Prata - MG - Auxiliar de Enfermagem - 2012
Português / Acentuação Gráfica

Especialistas concordam que é papel do ensino fundamental e médio — e não apenas da universidade — cooperar de alguma forma com o processo de formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos para lidar com a realidade e, por exemplo, com a competição que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas escolas de fato cumprem essa tarefa?
Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília, aponta falhas nessa missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema escolar e o mercado de trabalho. “Nosso modelo educacional é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores compreendidos durante a vida profissional”, defende.
O despreparo dos jovens, portanto, é patente. “Desde cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a novas realidades”, diz Ramos. “Elas contam, inclusive, com uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão sempre abertas a novas tecnologias”. Infelizmente, conclui o especialista, não é isso o que acontece nas escolas.
O mais curioso é que, a despeito de qualquer discussão sobre o dever das escolas, ajudar no desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro. Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos cinco aos 17 anos.
Para Cláudio de Moura Castro, especialista em educação, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização infantil. O problema, segundo o especialista, aparece no ensino médio. “Nesse nível, as escolas são desmotivadoras, oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam preparados para o vestibular”, afirma. “Mas, na verdade, não preparam o estudante para nada”. http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/bom-profissional-se-faz-escola



A acentuação da palavra abaixo, ocorre pela mesma regra de acentuação da palavra que se encontra na alternativa: "são mais flexíveis"

a) É um fundamento no país;
b) O ensino básico, dos cinco aos 17 anos;
c) Nesse nível, as escolas são desmotivadoras;
d) Oferecendo conteúdos específicos;
e) Especialistas concordam que é papel do ensino fundamental e médio.

FGR - Prefeitura Lagoa da Prata - MG - Auxiliar de Enfermagem - 2012
Português / Acentuação Gráfica

O fragmento abaixo foi retirado do livro Usina de José Lins do Rego.
Observe-o:
"E era assim que se defendia da sêde, nos meses de sêca. A água cortava sabão, mas sempre servia para se. E quanto mais a usina crescia, quanto mais crescesse, teria imundice para despejar.

Então o povo cercava as cacimbas, cobrindo-as de fôlhas de catolé para que os urubus não metessem. Agora porém o açude estava cercado e ninguém podia meter a mão, porque era êle que matava a sêde da usina."


Sabe-se que no contexto linguístico moderno, as palavras em destaque NÃO possuem acentuação gráfica. Isto ocorre por que:
I. A língua em seu aspecto linguístico está em constante transformação o que ocasiona mudanças nos signos fonológicos.
II. A língua está em constante transformação, neste caso em específico, ocorre uma mudança histórica das palavras em seu aspecto gráfico e fonológico.
III. A língua, conforme mostra o texto, se modifica mediante aos aspectos sociais.

Está CORRETA a alternativa:

a) I e II;
b) II e III;
c) I e III;
d) I, II e III;
e) N.D.A.

FGR - Prefeitura Lagoa da Prata - MG - Auxiliar de Enfermagem - 2012
Atualidades / Geral

O Governo do Estado da PB, por meio da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (CINEP), definiu, recentemente, as datas para a execução do processo de pré-seleção de mais de um mil paraibanos, que serão capacitados profissionalmente, visando vaga na construção de uma fábrica da Fiat. O processo será voltado para alguns municípios paraibanos inicialmente. (disponível em http://www.paraiba.pb.gov.br fevereiro/ 2012- texto com modificações).



De acordo com a informação acima, uma fábrica da FIAT será construída no município de:

a) Itambé - PE;
b) Alhandra - PB;
c) Santa Rita - PB;
d) Goiana - PE;
e) Igarassu - PE.

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Português / Geral

“No ano seguinte [1860], com o objetivo de consolidar sua formação musical, [Carlos Gomes] mudou-se para o Rio de Janeiro, contra a vontade do pai, para iniciar os estudos no conservatório da cidade. “Uma idéia fixa me acompanha como o meu destino! Tenho culpa, porventura, por tal cousa, se foi vossemecê que me deu o gosto pela arte a que me dediquei e se seus esforços e sacrifícios fizeram-me ganhar ambição de glórias futuras?”, escreveu ao pai, aflito e cheio de remorso por tê-lo contrariado. “Não me culpe pelo passo que dei hoje. [...] “Nada mais lhe posso dizer nesta ocasião, mas afirmo que as minhas intenções são puras e espero desassossegado a sua bênção e o seu perdão”, completou.

http://musicaclassica.folha.com.br



Acerca dos termos destacados nos fragmentos abaixo, pode-se concluir CORRETAMENTE que:

"No ano seguinte [1860], com o objetivo de consolidar sua formação musical, [Carlos Gomes] mudou-se para o Rio de Janeiro."

"Não me culpe pelo passo que dei hoje."

a) O primeiro termo pode ficar antes do verbo que a estrutura oracional perante a norma culta não seria alterada, o mesmo aconteceria com o segundo pronome, caso fosse transposto para depois do verbo;
b) Os dois termos devem por obrigação permanecerem nos respectivos lugares, haja vista que, qualquer mudança implica infração às normas gramaticais;
c) A obrigatoriedade do pronome antes do verbo ocorre apenas no segundo caso, sendo o primeiro facultativo, podendo estar antes ou após o verbo;
d) No primeiro caso observa-se o uso de uma linguagem informal, pois o pronome deve ficar antes do verbo o que justifica o emprego dos padrões cultos gramaticais o que se observa no segundo termo em destaque;
e) Transpondo o, ME, para depois do verbo observa-se uma linguagem com características eruditas, elevando o nível de comunicação existente no fragmento.

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Português / Geral

“No ano seguinte [1860], com o objetivo de consolidar sua formação musical, [Carlos Gomes] mudou-se para o Rio de Janeiro, contra a vontade do pai, para iniciar os estudos no conservatório da cidade. “Uma idéia fixa me acompanha como o meu destino! Tenho culpa, porventura, por tal cousa, se foi vossemecê que me deu o gosto pela arte a que me dediquei e se seus esforços e sacrifícios fizeram-me ganhar ambição de glórias futuras?”, escreveu ao pai, aflito e cheio de remorso por tê-lo contrariado. “Não me culpe pelo passo que dei hoje. [...] “Nada mais lhe posso dizer nesta ocasião, mas afirmo que as minhas intenções são puras e espero desassossegado a sua bênção e o seu perdão”, completou.

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A leitura do fragmento abaixo, deixa-se acrescentar que:

"escreveu ao pai, aflito e cheio de remorso por tê-lo contrariado."

a) Observa-se no fragmento acima uma carga semântica com valor restritivo inerente à vinculação com estruturas de ligação da contextualização anterior;
b) A estrutura oracional presente no fragmento acima, reitera características causais que norteiam aspectos prévios do texto;
c) A consequência é algo marcante e determinante no período acima, pois as marcas da oralidade e escrita sintetizam este limiar;
d) Está cheio de remorso, denota a conclusão do período em detrimento aos aspectos previamente abordados;
e) A concretização do fragmento acima, conota a restrição denotativa, presente em todo o fragmento.

FGR - Prefeitura Lagoa da Prata - MG - Auxiliar de Enfermagem - 2012
Português / Geral

“No ano seguinte [1860], com o objetivo de consolidar sua formação musical, [Carlos Gomes] mudou-se para o Rio de Janeiro, contra a vontade do pai, para iniciar os estudos no conservatório da cidade. “Uma idéia fixa me acompanha como o meu destino! Tenho culpa, porventura, por tal cousa, se foi vossemecê que me deu o gosto pela arte a que me dediquei e se seus esforços e sacrifícios fizeram-me ganhar ambição de glórias futuras?”, escreveu ao pai, aflito e cheio de remorso por tê-lo contrariado. “Não me culpe pelo passo que dei hoje. [...] “Nada mais lhe posso dizer nesta ocasião, mas afirmo que as minhas intenções são puras e espero desassossegado a sua bênção e o seu perdão”, completou.

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Observando corretamente as características gramaticais do fragmento abaixo, aponte a única alternativa CORRETA:

"Nada mais lhe posso dizer nesta ocasião, mas afirmo que as minhas intenções são puras e espero desassossegado a sua bênção e o seu perdão."

a) A inserção do acento grave após a palavra desassossegado ratificaria a idéia expressa sem alteração na vigência normativa;
b) Por reiterar as características verbais, a palavra desassossegado propicia a omissão do acento grave;
c) A conjunção, e, nos dois casos possuem valores distintos, sendo o primeiro conclusivo e o segundo aditivo;
d) A substituição da vírgula por um ponto e vírgula, antes da conjunção adversativa permeia as diretrizes gramaticais;
e) Observa-se na primeira oração uma indeterminação do sujeito, em razão da conjugação verbal.

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Atualidades / Geral

Leia o texto abaixo, julgue as afirmativas e marque a alternativa CORRETA:


Considerada uma legenda da cultura paraibana, morou por mais de trinta anos debaixo de uma loca na zona rural de Monteiro, onde criou seus filhos. Desde os sete anos de idade tocava um instrumento que era fabricado por ela mesmo, que se utiliza de caniço retirado do mato. Hoje aos 87 anos, mora em uma casa doada pelo INCRA e já recebeu importantes prêmios como Revelação da Música Popular Brasileira e Ordem do Mérito Cultural. Essa ilustríssima é considerada por muitos como a "Rainha do Pífano" e chama-se:

a) Maria da Penha do Nascimento - Dona Maroca da loca;
b) Maria de Fátima dos Santos - Fafá da loca;
c) Isabel Marques - Zabé da loca;
d) Josefa da Silva - Zefa da loca;
e) Severina da Silva - Dona Biu da loca.

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Português / Geral

Especialistas concordam que é papel do ensino fundamental e médio — e não apenas da universidade — cooperar de alguma forma com o processo de formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos para lidar com a realidade e, por exemplo, com a competição que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas escolas de fato cumprem essa tarefa?
Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília, aponta falhas nessa missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema escolar e o mercado de trabalho. “Nosso modelo educacional é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores compreendidos durante a vida profissional”, defende.
O despreparo dos jovens, portanto, é patente. “Desde cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a novas realidades”, diz Ramos. “Elas contam, inclusive, com uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão sempre abertas a novas tecnologias”. Infelizmente, conclui o especialista, não é isso o que acontece nas escolas.
O mais curioso é que, a despeito de qualquer discussão sobre o dever das escolas, ajudar no desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro. Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos cinco aos 17 anos.
Para Cláudio de Moura Castro, especialista em educação, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização infantil. O problema, segundo o especialista, aparece no ensino médio. “Nesse nível, as escolas são desmotivadoras, oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam preparados para o vestibular”, afirma. “Mas, na verdade, não preparam o estudante para nada”. http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/bom-profissional-se-faz-escola



Acerca dos aspectos linguísticos do primeiro parágrafo do texto é CORRETO afirmar que:

a) Ao fazer uso da preposição, em, após o verbo implicar no primeiro parágrafo, far-se-á emprego da norma culta, haja vista que, este verbo admite esta relação de uso da preposição sem alteração de sentido do verbo;
b) A substituição da palavra, que, em (a competição que um dia virá) por, qual, reitera a denotação de conjunção integrante;
c) Os dois pontos expressam um sentido denotativo de um período composto subordinativo apositivo;
d) A fim de manter o nexo gramatical, os travessões podem ser substituídos por: aspas, parênteses e virgulas, pois mesmo assim não haverá infração às normas cultas;
e) A caracterização estrutural inicial do texto se dá de forma enfática, norteando a dissertação argumentativa de um modo especial pela pergunta no fim do parágrafo.

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Especialistas concordam que é papel do ensino fundamental e médio — e não apenas da universidade — cooperar de alguma forma com o processo de formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos para lidar com a realidade e, por exemplo, com a competição que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas escolas de fato cumprem essa tarefa?
Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília, aponta falhas nessa missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema escolar e o mercado de trabalho. “Nosso modelo educacional é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores compreendidos durante a vida profissional”, defende.
O despreparo dos jovens, portanto, é patente. “Desde cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a novas realidades”, diz Ramos. “Elas contam, inclusive, com uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão sempre abertas a novas tecnologias”. Infelizmente, conclui o especialista, não é isso o que acontece nas escolas.
O mais curioso é que, a despeito de qualquer discussão sobre o dever das escolas, ajudar no desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro. Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos cinco aos 17 anos.
Para Cláudio de Moura Castro, especialista em educação, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização infantil. O problema, segundo o especialista, aparece no ensino médio. “Nesse nível, as escolas são desmotivadoras, oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam preparados para o vestibular”, afirma. “Mas, na verdade, não preparam o estudante para nada”. http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/bom-profissional-se-faz-escola



A alternativa INCORRETA referente ao texto é:

a) Ao trocar a palavra segmentado por dividido ou segmentário não se infringe os aspectos semânticos e sinonímicos do texto;
b) Transpondo para o discurso indireto a fala do segundo parágrafo, obtém-se: Ele identifica um abismo na transição entre o sistema escolar e o mercado de trabalho, afirmando que o nosso modelo educacional;
c) A substituição da preposição, dos, em "O despreparo dos jovens" pela preposição " a " altera a classificação sintática da expressão;
d) A substituição da conjunção, portanto, em "O despreparo dos jovens, portanto, é patente." Por "O despreparo dos jovens; é, pois, patente. Denota uma alteração da conclusão para explicação;
e) A palavra, inclusive, presente no terceiro parágrafo transmite uma noção de adição em relação aos componentes textuais do período.

FGR - Prefeitura Lagoa da Prata - MG - Auxiliar de Enfermagem - 2012
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Especialistas concordam que é papel do ensino fundamental e médio — e não apenas da universidade — cooperar de alguma forma com o processo de formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos para lidar com a realidade e, por exemplo, com a competição que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas escolas de fato cumprem essa tarefa?
Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília, aponta falhas nessa missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema escolar e o mercado de trabalho. “Nosso modelo educacional é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores compreendidos durante a vida profissional”, defende.
O despreparo dos jovens, portanto, é patente. “Desde cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a novas realidades”, diz Ramos. “Elas contam, inclusive, com uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão sempre abertas a novas tecnologias”. Infelizmente, conclui o especialista, não é isso o que acontece nas escolas.
O mais curioso é que, a despeito de qualquer discussão sobre o dever das escolas, ajudar no desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro. Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos cinco aos 17 anos.
Para Cláudio de Moura Castro, especialista em educação, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização infantil. O problema, segundo o especialista, aparece no ensino médio. “Nesse nível, as escolas são desmotivadoras, oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam preparados para o vestibular”, afirma. “Mas, na verdade, não preparam o estudante para nada”. http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/bom-profissional-se-faz-escola



A respeito do emprego do sinal indicativo de crase no fragmento abaixo, conclui-se que o mesmo motivo do emprego encontra-se na alternativa:
"O mais curioso é que, a despeito de qualquer discussão sobre o dever das escolas, ajudar no desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no mercado de trabalho".

a) Fui à Roma do Papa;
b) Assiste-se às aulas de português;
c) Sejam bem-vindos à nossa escola;
d) Fizemos referência à Maria e não ao João;
e) Todo o trabalho foi aberto à lápis.

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