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BIORIO - TRENSURB - RS - Publicitário - 2010
Português / Geral

Jornalismo: profissão específica ou atividade geral?



O que diferencia uma profissão de uma atividade geral?
Esta não tem contornos nítidos ou precisos. Pode
constituir-se de tarefas as mais diversas, todas
relativamente simples. Para realizá-las, quase nunca é
necessário um conhecimento mais aprofundado. Seu perfil
impreciso permite que praticamente qualquer pessoa possa
exercer uma atividade geral. Basta-lhe algum atributo
físico ou mental, um pouco de prática, "um certo jeito para
a coisa". Nessa constatação, não há menoscabo de sua
relevância e nem diminuição da dignidade do trabalho
exercido.

Uma profissão é diferente. Geralmente tem raízes em
antigas atividades gerais que foram se especializando, com
inúmeras tarefas, algumas mais simples, outras mais
complicadas. Uma profissão caracteriza-se,
fundamentalmente, por constituir um sistema articulado de
funções específicas, complexas e complementares entre si.
Por isso, sempre exige algum tipo de formação básica,
preliminar ao seu exercício. Treinamento e prática são
essenciais para complementar a formação; mas esta é
indispensável. Atributos pessoais podem contribuir para
formar um profissional melhor; mas essas qualidades não
prescindem da formação. Há exceções, mas estamos
tratando da regra geral.

As sociedades modernas desenvolveram sistemas formais
de formação geral e específica em diversos graus e níveis,
incumbidos de dar o preparo básico para o exercício de
inúmeras profissões. Ao dar esse preparo, o sistema
também dá um sinal, uma prova pública de que o preparo
foi dado. Esse sinal é chamado de certificado ou diploma,
e indica o grau e o nível da formação regular conferida.

Entre as antigas atividades gerais que foram se
transformando em profissões específicas está a de
jornalismo. Na sua essência, o jornalismo trata da
informação. É uma profissão constituída de funções que se
destinam a planejar e obter informações do mundo real -
físico ou social -, organizar, estruturar e hierarquizar essas
informações, explicá-las, analisá-las e interpretá-las, e
apresentá-las e difundi-las através de diversos processos,
utilizando-se de meios impressos, auditivos, visuais,
geralmente combinados entre si.

Não é uma atividade geral, que qualquer um possa fazer. É
um processo específico e complexo e que, por isso, exige
formação especializada. A tendência histórica provável é
que essa especialização aumente: cresce a complexidade
tanto do mundo social e físico, que constitui o conteúdo
das informações, quanto dos métodos de obtenção, registro
e difusão das informações. Por isso modernamente o
jornalismo necessita de formação especializada de nível
superior; por isso é que surgiram, no interior dos sistemas
escolares universitários, os cursos de jornalismo e seus
diplomas. Não se trata de um "direito" dos formandos.

Trata-se do direito de a sociedade exigir do profissional a
prova da sua formação regular, escolar e superior
específica.

Supor que outra formação não específica seja igual à de
jornalismo significa negar o jornalismo como profissão
específica e entendê-lo como atividade geral.

É claro que isso não tem nada a ver com o direito de ter e
emitir opiniões. A essência do jornalismo é a informação.
O direito de ter e difundir opiniões não é característica
nem específica e nem exclusiva do jornalismo. Abarca um
campo muito mais vasto, que é o da própria sociedade e do
grau de democracia que ela comporta. Um jornal, uma
revista, uma programação de rádio ou televisão, contém,
além de jornalismo, muitas outras coisas, inclusive
opiniões.

Qualquer pessoa deveria ser inteiramente livre para ter e
difundir opiniões. Para isso, não precisa de diploma,
certificado, sinal ou prova pública, requisito escolar,
documento formal ou coisa alguma. Opinião por opinião, a
de um bóia-fria analfabeto é tão legítima quanto a de um
doutor em Filosofia ou Ciência Política. No Brasil, os
meios de comunicação - jornais, revistas, rádios e TVs -,
na sua imensa maioria, são propriedade ou do Estado ou de
empresários privados. São esses proprietários que podem
ou não, nesse sistema, autorizar a divulgação de opiniões
em seus veículos. Isso nada tem a ver com jornalismo ou
diploma de jornalismo. Nem o diploma de jornalismo, nem
a regulamentação da profissão de jornalista impedem ou
sequer dificultam o direito de qualquer um emitir e
difundir opiniões. É o regime de propriedade dos meios de
comunicação que tem a ver com a liberdade e o direito de
divulgar opiniões.

Palhaços, idiotas e picaretas, isso os há em qualquer
profissão, ou atividade, com ou sem diploma, entre
empregados e entre patrões, dentro e fora da academia. E
de muitos deles é o reino dos céus, tanto no céu quanto na
terra.

(Adaptado de ABRAMO, Perseu. www2.fpa.org/portal/module/news/article )



O termo destacado tem função adjetiva em:

a) Divulgação de notícia;
b) Complexidade do mundo;
c) Direito de propriedade;
d) Formação do profissional;
e) Diploma de jornalismo.

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Marketing / Geral

A Teoria Matemática da Comunicação elaborada pelos engenheiros Claude Shannon e Warren Weaver:

a) quantifica em bits a informação transmitida por redes de computadores através de sistemas de intranet e Internet 2.0;
b) concebe a comunicação como um processo de transmissão de uma mensagem codificada por uma fonte de informação, através de uma canal, a um destinatário;
c) postula a reificação e a alienação como as principais conseqüências do processo de comunicação de massa;
d) denuncia os meios de comunicação como principais agentes da globalização ideológica e apagamento das características das culturas locais;
e) enfatiza o papel do gatekeeper como agente de controle da informação no processo de comunicação conhecido como newsmaking.

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Marketing / Geral

M. Horkheimer, T. Adorno, H. Marcuse entre outros usaram o termo indústria cultural para designar uma prática social por meio da qual a produção cultural e intelectual passa a ser orientada em função de sua possibilidade de consumo no mercado, o que caracterizará a transformação da cultura em mercadoria.
Esses autores fazem parte de uma corrente de pensamento conhecida como:

a) Bauhaus;
b) Estudos Culturais;
c) Escola de Frankfurt;
d) Estudos de Recepção;
e) Escola de Chicago.

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Marketing / Geral

A mídia de massa, historicamente, pressupõe que produtos de informação e entretenimento sejam centralmente produzidos e padronizados, distribuídos a grandes públicos através de canais distintos. Nesse sentido, a Internet é uma nova mídia não pode ser caracterizada unicamente nem como interpessoal nem como de massa.
Ela tem características híbridas que oferecem novas possibilidades para a publicidade pelo fato de que:

a) a publicidade on-line requer muito mais tempo para ser desenvolvida, impedindo o redirecionamento das campanhas, o que aumenta o share of mind do anúncio;
b) a rede centraliza o processo de informação tornando-a cada vez mais generalizada e diversificada, o que faz com que a audiência seja menos segmentada e crítica;
c) a internet proporciona feedback em tempo real e alto nível de interatividade, o que facilita participação imediata do usuário em pesquisas e promoções;
d) devido as suas características monopolistas e transnacionais, a Internet obriga a publicidade on line a adaptações que tornam seu custo proibitivo para os pequenos clientes;
e) a publicidade on line tem mais liberdade para experimentação, pois atinge apenas as camadas mais jovens e economicamente privilegiadas da população.

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Marketing / Geral

Leia o trecho a seguir:
"A cidade não existe para o shopping, que foi construído para substituí-la. Por isto, o shopping se esquece daquilo que o rodeia: não só fecha o recinto à vista do lado de fora, mas ainda por cima irrompe, como que caído do céu, no meio de um quarteirão dessa mesma cidade que ignora; ou então está jogado num terreno baldio junto à autopista, onde não existe passado urbano. Quando o shopping ocupa um espaço marcado pela história (no reaproveitamento de mercados, docas, barracões portuários e mesmo na reforma em segunda potência, como em galerias comerciais que passam a ser galerias de shoppings) usa-o como decoração, não como arquitetura"

(SARLO, Beatriz. Cenas da Vida Pós-Moderna. Rio de Janeiro, Editora UFRJ, 2004, p.17)


De acordo com a perspectiva da autora:

a) ir ao shopping é o mesmo que ir ao "centro" de uma cidade, pois ele é o simulacro de uma cidade em miniatura, onde é possível encontrar tudo que se deseja;
b) o shopping, assim como as ruas e galerias, é para ser percorrido do início ao fim e sua arquitetura permite que isso seja feito com a clara percepção do tempo transcorrido;
c) a cidade acomoda-se aos shoppings, que tendem a ser cada vez menores e especializados, virando pontos de referência para um encontro rápido, com objetivo pontual de compra;
d) o shopping pode ser comparado a uma nave espacial, que tem uma relação indiferente com a cidade a sua volta e no qual se perde com facilidade o sentido de orientação;
e) a desterritorialização do shopping fascina apenas os mais jovens, devido ao fetichismos das marcas e a cenografia rica em elementos da cultura local, que o singularizam de cidade para cidade.

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Marketing / Geral

Vivemos um momento de grandes mudanças no mercado mundial e brasileiro devido a alterações no comportamento do consumidor, ao aumento da concorrência e ao crescimento da importância dos canais de distribuição. Esses três fatores combinados tendem a valorizar a marca como principal elemento diferenciador entre produtos e serviços.
Nesse contexto, é correto afirmar que a marca:

a) só adquire valor no fim do século XX, quando o consumidor passou a perceber a existência de produtos concorrentes;
b) tem mais valor na medida em que mantém um relação instável com o consumidor e alterna-se na liderança do mercado com suas concorrentes;
c) deve ser construída e mantida apenas pelas ações de propaganda independente do histórico de sua relação com o consumidor;
d) quando é regional ou nacional tende a ser mais valiosa que a global, que comumente sofre resistência por parte do segmento mais jovem da população;
e) pode valer mais do que o produto ou serviço em si, chegando muitas vezes a ser o ativo mais valioso das empresas.

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Marketing / Geral

Para Margarida Kunsch, o mix da comunicação organizacional é formado pela comunicação institucional, comunicação mercadológica, comunicação interna e comunicação administrativa. Para a autora, faz parte da comunicação mercadológica:

a) a propaganda institucional;
b) o marketing social;
c) a assessoria de imprensa;
d) o house organ;
e) o merchandising.

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Marketing / Geral

A propaganda tem estrategicamente três compromissos com um novo produto ou serviço anunciado:
1. Comunicar a existência desse produto ou serviço;
2. Aumentar os níveis de lembrança sobre a mensagem publicitária e
3. Levar à experimentação.

No jargão profissional, essas três missões são respectivamente:

a) Teaser, recall e taste;
b) Brand awareness, recall e trial;
c) Taste, share of market e brand awardness;
d) Trial, target e share of mind;
e) Blind award, merchandising e trial.

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Marketing / Geral

Entre as teorias mais conhecidas sobre o processo de motivação estão as desenvolvidas por Abraham Maslow e David McClelland.
Os dois autores têm posicionamentos diferentes, pois para Maslow, as necessidades:

a) são construídas culturalmente e não têm ordem de precedência, enquanto para McClelland elas podem ser agrupadas em primárias e secundárias;
b) são socialmente apreendidas, enquanto para McClelland elas são inatas;
c) podem ser organizadas hierarquicamente, enquanto para McClelland elas são adquiridas socialmente e se referem a poder, afiliação e realização;
d) variam individualmente e de acordo com a cultura, enquanto para McClelland elas são inerentes à espécie humana;
e) relacionam-se apenas a aspectos afetivo-sociais e de autorealização, enquanto para McClelland elas estão ligadas apenas às necessidades fisiológicas e de segurança.

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Marketing / Geral

Em marketing, a estratégia de skimmimg consiste em:

a) lançar um produto com o menor preço de mercado buscando atrair os consumidores dos produtos concorrentes;
b) instalar postos de degustação nos pontos de venda estimulando a experimentação do novo produto;
c) distribuir amostras grátis do produto a consumidores selecionados aleatoriamente em eventos comerciais;
d) lançar o produto a preços elevados procurando atingir o segmento da população disposto a pagar mais caro;
e) fazer o lançamento simultaneamente em todas as mídias convencionais e alternativas.

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