Questões da Banca AERONAUTICA

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AERONAUTICA - EAOT - Publicitário - 2010
Marketing / Geral

Um fabricante de refrigerantes descobriu que suas vendas per capita, por estado, eram bem explicadas pela seguinte equação:


Q= -145,5 + 6,46X1 - 2,37 X2


Onde:
X1= média da temperatura por estado (em graus Fahrenheit)
X2= renda anual per capita por estado (em centenas)

Sendo de 54º F a temperatura anual média de certa cidade e sua renda anual per capita de 24 (em centenas), pode-se prever que o consumo per capita de refrigerantes daquela cidade será de

a) 146,6.
b) 235,8.
c) 78,3.
d) 234,5.

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Marketing / Geral

Visa zelar pelo acatamento dos princípios do Código de Autorregulamentação Publicitária:

a) ABERT.
b) CONAR.
c) ABAP.
d) ANER.

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Marketing / Geral

Na era da Indústria Cultural, o indivíduo deixa de decidir autonomamente; os conflitos entre impulsos e consciência solucionam-se com a adesão acrítica aos valores impostos; "aquilo que outrora os filósofos chamavam de vida, reduziu-se à esfera do privado e, posteriormente, à do consumo puro e simples, que não é mais do que um apêndice do processo material de produção, sem autonomia e essência próprias".

Esse tipo de formulação é compatível com as ideias de

a) Theodore Adorno.
b) Jean Baudrillard.
c) Norbert Wiener.
d) Robert Park.

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Marketing / Geral

Considere os seguintes fatores.
I. custos, considerações organizacionais e objetivos de marketing.
II. concorrência, fatores ambientais e estratégia de mix de marketing.
III. natureza do mercado e de demanda.

Quais deles devem ser considerados na fixação de preço de um produto?

a) Apenas I e II.
b) Apenas I e III.
c) Apenas II e III.
d) Todos.

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Marketing / Geral

A auditoria de marketing de uma empresa não envolve a seguinte ação:

a) o design do produto.
b) o exame da retenção e da satisfação dos clientes.
c) a análise da lucratividade.
d) a análise dos objetivos de propaganda da empresa.

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Marketing / Geral

Qual a diferença entre um estudo exploratório e um estudo experimental?

a) O primeiro avalia num formato laboratorial as possibilidades existentes, enquanto o segundo avalia tal desempenho em condições reais.
b) O estudo exploratório é informal e procura obter um melhor conhecimento sobre a situação a ser pesquisada, enquanto os experimentais procuram estabelecer uma relação de causa e efeito entre variáveis em estudo de forma prática.
c) O primeiro faz um estudo qualitativo e o segundo quantitativo.
d) O primeiro faz escolha de uma amostra aleatória e o segundo escolhe um segmento de mercado.

AERONAUTICA - EAOT - Publicitário - 2010
Marketing / Geral

O lançamento de novos produtos no mercado envolve as seguintes etapas sucessivas:

a) o design do produto, testes de mercado e avaliação dos competidores.
b) desenvolvimento do produto e cálculo de rentabilidade.
c) identificação de necessidades, avaliação de conceitos, desenvolvimento de produto, avaliação e testes de mercado.
d) pesquisa de opinião pública e avaliação das atitudes e crenças da comunidade.

AERONAUTICA - EAOT - Publicitário - 2010
Jornalismo / Geral

Relacione as colunas.
1. Entropia
2. Informação
3. Indústria Cultural
4. Estruturalismo
( ) Claude Lévi-Strauss
( ) Shannon & Weaver
( ) Adorno e Horkheimer

Assinale a alternativa que apresenta a correta e respectiva sequência de números obtida na segunda coluna.

a) 4
b) 2
c) 1
d) 3 - 1

AERONAUTICA - EAOT - Publicitário - 2010
Português / Geral

Quantos Haitis?

Artigo de José Saramago


No Dia de Todos os Santos de 1755 Lisboa foi Haiti. A terra tremeu quando faltavam poucos minutos
para ____ dez da manhã. As igrejas estavam repletas de fiéis, os sermões e as missas no auge…
Dos 275 mil habitantes que Lisboa tinha então, crê-se que morreram 90 mil. Conta-se que ___
pergunta inevitável “E agora, que fazer?”, o secretário de Estrangeiros Sebastião José de Carvalho e
Melo, que mais tarde viria a ser nomeado primeiro-ministro, teria respondido “Enterrar os mortos e cuidar
dos vivos”.
Estas palavras, que logo entraram na História, foram efetivamente pronunciadas, mas não por ele.
Disse-as um oficial superior do exército, desta maneira espoliado do seu haver, como tantas vezes
acontece, em favor de alguém mais poderoso.
A enterrar os seus cento e vinte mil ou mais mortos anda agora o Haiti, enquanto a comunidade
internacional se esforça por acudir aos vivos, no meio do caos e da desorganização múltipla de um país
que mesmo antes do sismo, desde gerações, já se encontrava em estado de catástrofe lenta, de
calamidade permanente.
Lisboa foi reconstruída, o Haiti também o será. A questão, no que toca ao Haiti, reside em como se
há-de reconstruir eficazmente a comunidade do seu povo, reduzido não só ___ mais extrema das
pobrezas como historicamente alheio a um sentimento de consciência nacional que lhe permitisse
alcançar por si mesmo, com tempo e com trabalho, um grau razoável de homogeneidade social.
De todo o mundo, de distintas proveniências, milhões e milhões de euros e de dólares estão sendo
encaminhados para o Haiti.
Os abastecimentos começaram a chegar a uma ilha onde tudo faltava, fosse porque se perdeu no
terremoto, fosse porque nunca lá existiu. Como por ação de uma divindade particular, os bairros ricos,
em comparação com o resto da cidade de Porto Príncipe, foram pouco afetados pelo sismo.
Diz-se, e à vista do que aconteceu no Haiti parece certo, que os desígnios de Deus são
inescrutáveis. Em Lisboa as orações dos fiéis não puderam impedir que o teto e os muros das igrejas
lhes caíssem em cima e os esmagassem.
No Haiti, nem mesmo a simples gratidão por haverem salvo vidas e bens sem nada terem feito para
isso, moveu os corações dos ricos a acudir ____ desgraça de milhões de homens e mulheres que não
podem sequer presumir do nome unificador de compatriotas porque pertencem ao mais ínfimo da escala
social, aos não-ser, aos vivos que sempre estiveram mortos porque a vida plena lhes foi negada,
escravos que foram de senhores, escravos que são da necessidade.
Não há notícia de que um único haitiano rico tenha aberto os cordões ou aliviado as suas contas
bancárias para socorrer os sinistrados. O coração do rico é a chave do seu cofre-forte.
Haverá outros terremotos, outras inundações, outras catástrofes dessas a que chamamos naturais.
Temos aí o aquecimento global com as suas secas e as suas inundações, as emissões de CO2 que só
forçados pela opinião pública os governos se resignarão a reduzir, e talvez tenhamos já no horizonte
algo em que parece ninguém querer pensar, a possibilidade de uma coincidência dos fenômenos
causados pelo aquecimento com a aproximação de uma nova era glacial que cobriria de gelo metade da
Europa e agora estaria dando os primeiros e ainda benignos sinais.
Entretanto, olhemos para este Haiti e para os outros mil Haitis que existem no mundo, não só para
aqueles que praticamente estão sentados em cima de instáveis falhas tectônicas para as quais não se
vê solução possível, mas também para os que vivem no fio da navalha da fome, da falta de assistência
sanitária, da ausência de uma instrução pública satisfatória, onde os fatores propícios ao
desenvolvimento são praticamente nulos e os conflitos armados, as guerras entre etnias separadas por
diferenças religiosas ou por rancores históricos cuja origem acabou por se perder da memória em muitos
casos, mas que os interesses de agora se obstinam em alimentar.
Esses são os Haitis que há que salvar. Há quem diga que a crise econômica veio corrigir o rumo
suicida da humanidade. Não estou muito certo disso, mas ao menos que a lição do Haiti possa
aproveitar-nos a todos.
Os mortos de Porto Príncipe foram fazer companhia aos mortos de Lisboa. Já não podemos fazer
nada por eles. Agora, como sempre, a nossa obrigação é cuidar dos vivos.

Adaptado de: http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=29745. Acesso em: 07 out. 2010.



Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do texto.

a) às - à - a - à
b) as - à - à - à
c) às - a - à - à
d) as - a - a - a

AERONAUTICA - EAOT - Publicitário - 2010
Português / Geral

Quantos Haitis?

Artigo de José Saramago


No Dia de Todos os Santos de 1755 Lisboa foi Haiti. A terra tremeu quando faltavam poucos minutos
para ____ dez da manhã. As igrejas estavam repletas de fiéis, os sermões e as missas no auge…
Dos 275 mil habitantes que Lisboa tinha então, crê-se que morreram 90 mil. Conta-se que ___
pergunta inevitável “E agora, que fazer?”, o secretário de Estrangeiros Sebastião José de Carvalho e
Melo, que mais tarde viria a ser nomeado primeiro-ministro, teria respondido “Enterrar os mortos e cuidar
dos vivos”.
Estas palavras, que logo entraram na História, foram efetivamente pronunciadas, mas não por ele.
Disse-as um oficial superior do exército, desta maneira espoliado do seu haver, como tantas vezes
acontece, em favor de alguém mais poderoso.
A enterrar os seus cento e vinte mil ou mais mortos anda agora o Haiti, enquanto a comunidade
internacional se esforça por acudir aos vivos, no meio do caos e da desorganização múltipla de um país
que mesmo antes do sismo, desde gerações, já se encontrava em estado de catástrofe lenta, de
calamidade permanente.
Lisboa foi reconstruída, o Haiti também o será. A questão, no que toca ao Haiti, reside em como se
há-de reconstruir eficazmente a comunidade do seu povo, reduzido não só ___ mais extrema das
pobrezas como historicamente alheio a um sentimento de consciência nacional que lhe permitisse
alcançar por si mesmo, com tempo e com trabalho, um grau razoável de homogeneidade social.
De todo o mundo, de distintas proveniências, milhões e milhões de euros e de dólares estão sendo
encaminhados para o Haiti.
Os abastecimentos começaram a chegar a uma ilha onde tudo faltava, fosse porque se perdeu no
terremoto, fosse porque nunca lá existiu. Como por ação de uma divindade particular, os bairros ricos,
em comparação com o resto da cidade de Porto Príncipe, foram pouco afetados pelo sismo.
Diz-se, e à vista do que aconteceu no Haiti parece certo, que os desígnios de Deus são
inescrutáveis. Em Lisboa as orações dos fiéis não puderam impedir que o teto e os muros das igrejas
lhes caíssem em cima e os esmagassem.
No Haiti, nem mesmo a simples gratidão por haverem salvo vidas e bens sem nada terem feito para
isso, moveu os corações dos ricos a acudir ____ desgraça de milhões de homens e mulheres que não
podem sequer presumir do nome unificador de compatriotas porque pertencem ao mais ínfimo da escala
social, aos não-ser, aos vivos que sempre estiveram mortos porque a vida plena lhes foi negada,
escravos que foram de senhores, escravos que são da necessidade.
Não há notícia de que um único haitiano rico tenha aberto os cordões ou aliviado as suas contas
bancárias para socorrer os sinistrados. O coração do rico é a chave do seu cofre-forte.
Haverá outros terremotos, outras inundações, outras catástrofes dessas a que chamamos naturais.
Temos aí o aquecimento global com as suas secas e as suas inundações, as emissões de CO2 que só
forçados pela opinião pública os governos se resignarão a reduzir, e talvez tenhamos já no horizonte
algo em que parece ninguém querer pensar, a possibilidade de uma coincidência dos fenômenos
causados pelo aquecimento com a aproximação de uma nova era glacial que cobriria de gelo metade da
Europa e agora estaria dando os primeiros e ainda benignos sinais.
Entretanto, olhemos para este Haiti e para os outros mil Haitis que existem no mundo, não só para
aqueles que praticamente estão sentados em cima de instáveis falhas tectônicas para as quais não se
vê solução possível, mas também para os que vivem no fio da navalha da fome, da falta de assistência
sanitária, da ausência de uma instrução pública satisfatória, onde os fatores propícios ao
desenvolvimento são praticamente nulos e os conflitos armados, as guerras entre etnias separadas por
diferenças religiosas ou por rancores históricos cuja origem acabou por se perder da memória em muitos
casos, mas que os interesses de agora se obstinam em alimentar.
Esses são os Haitis que há que salvar. Há quem diga que a crise econômica veio corrigir o rumo
suicida da humanidade. Não estou muito certo disso, mas ao menos que a lição do Haiti possa
aproveitar-nos a todos.
Os mortos de Porto Príncipe foram fazer companhia aos mortos de Lisboa. Já não podemos fazer
nada por eles. Agora, como sempre, a nossa obrigação é cuidar dos vivos.

Adaptado de: http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=29745. Acesso em: 07 out. 2010.



Analise as afirmações sobre o texto.
I. Quando escreve "No Dia de Todos os Santos de 1755 Lisboa foi Haiti" (l. 01), Saramago estabelece semelhanças entre a situação social e política de Lisboa e do Haiti.
II. Pode-se depreender, a partir da leitura dos parágrafos 7, 8 e 9, que as preces do povo do Haiti não foram ouvidas, o que permitiu que muitas pessoas fossem atingidas pelo terremoto.
III. A expressão "outros mil Haitis que existem no mundo" refere-se a lugares que, à semelhança do Haiti, apresentam problemas sociais e políticos e/ou são vulneráveis às grandes catástrofes naturais.

Pode-se afirmar que

a) apenas a afirmação I está correta.
b) apenas a afirmação II está correta.
c) apenas a afirmação III está correta.
d) todas estão corretas.

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